Transformação urbana: paisagismo do Parque do Roger contará com soluções inovadoras de conforto térmico e obras de arte

A equipe da Coordenação de Aspectos Urbanos do Programa João Pessoa Sustentável (PJPS) se reuniu nesta quarta-feira (01), na sede da Unidade Executora, no João Agripino, com representantes da Secretaria de Meio Ambiente (SEMAM) e do Consórcio Jampa Sustentável, empresa supervisora de obras, para discutir o projeto de paisagismo do futuro Parque Socioambiental do Roger. O encontro foi pautado com base em recente visita técnica ao Programa de Saneamento dos Igarapés de Manaus (PROSAMIM+), no Amazonas, um programa com quase 20 anos de experiência e também financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que serviu de inspiração para a equipe paraibana. O foco da discussão foi a aplicação de soluções inovadoras que possam aliar funcionalidade, conforto térmico e apelo visual ao novo Parque. Juliane Ataíde, coordenadora de Aspectos Ambientais do PJPS, destacou a importância da troca de experiências. “A visita ao Prosamim serve de referência, inclusive para aplicação de instrumentos de conforto térmico, obras de arte e passeios que façam com que a população tenha vontade de estar no parque”, afirmou. Ela mencionou a possibilidade de incluir estruturas metálicas e até um orquidário no projeto, ideias que surgiram a partir da observação das soluções adotadas em Manaus. O PROSAMIM+ é reconhecido por suas intervenções em áreas de igarapés, promovendo saneamento básico, reassentamento de famílias e a criação de novos espaços de convivência e mobilidade urbana. As boas práticas e experiência acumulada pelo programa amazonense, que já está em sua quarta fase, foi vista como um valioso aprendizado pela equipe do PJPS. “A ideia é que a gente consiga trazer o máximo de características do que a gente viu lá no Prosamim. Temos que ver como pode ser contemplado nos contratos essas adaptações e com parceria com as outras secretarias, mas a gente veio com a ideia de melhorar todas as obras”, disse André Luiz Bezerra da Silva, supervisor Ambiental do Consórcio que supervisiona as obras. O Parque Socioambiental do Roger é uma das principais obras do Programa João Pessoa Sustentável, que conta com um investimento total de US$ 159,4 milhões, sendo US$ 100 milhões do BID e US$ 59,4 milhões de contrapartida da prefeitura. O Programa abrange diversas frentes, desde a construção de conjuntos habitacionais, como o Complexo Beira Rio, até a modernização da gestão pública municipal. Para a SEMAM, que será responsável pela gestão do novo equipamento, a iniciativa representa um marco na recuperação de áreas degradadas e na oferta de espaços de lazer para a população. Pedro Henrique Caetano das Flores, engenheiro ambiental da Secretaria, enfatizou o potencial do Parque. “Esse, sem dúvida, vai contemplar um espaço de grande proporção, onde vão ter vários espaços onde as pessoas vão poder contemplar a beleza natural do lugar e fazer as suas atividades de lazer, de bem-estar”, declarou. O Parque Socioambiental do Roger O Parque Socioambiental do Roger será implantado na área do antigo Lixão do Roger, localizado nas proximidades do centro urbano de João Pessoa. O Lixão funcionou durante 40 anos como depósito de resíduos sólidos domiciliares e de limpeza urbana, tendo suas atividades encerradas em 2003, após a construção do Aterro Sanitário Metropolitano, no primeiro mandato do prefeito Cícero Lucena. A recuperação ambiental da área está dividida em duas fases. A primeira fase, já em execução, tem valor contratado de R$ 23.079.198,10. Esta etapa contempla a recuperação ambiental com contenção periférica e drenagem perimetral de lixiviados, drenagem passiva de biogás, modelagem geométrica do maciço, rede viária interna do parque com ciclovia e calçada, rede de drenagem de águas pluviais e iluminação pública. A segunda fase abrange as obras do parque propriamente dito, está orçada em R$ 29.254.017,05. O Parque terá 21 hectares de área utilizável, considerando a necessidade de preservação dos espaços de mangue e estudos hidrológicos e de mudanças climáticas para a região. A área total do projeto é de 31 hectares. O Parque Socioambiental será um espaço de proteção ambiental, lazer, recreação e aprendizado, dividido em sete setores principais: Administrativo, Produtividade e Profissionalização, Jogos e Campeonatos, Lazer contemplativo e Trilhas, Parque Infantil, Artes e Cultura e Proteção Ambiental. A primeira fase do Parque está prevista para ser entregue no fim deste ano; a segunda, até março de 2026. Será um marco na revitalização urbana de João Pessoa, transformando uma área degradada em um espaço multifuncional que atenderá às necessidades não só da população do entorno, mas de toda a cidade.

João Pessoa Sustentável visita PROSAMIN+ de Manaus para aprimorar ações do Programa

Nada como uma boa troca de experiências para acelerar o desenvolvimento de uma cidade. Com esse objetivo, parte da equipe do Programa João Pessoa Sustentável (PJPS) está em Manaus/AM para um intercâmbio técnico com o Programa de Saneamento dos Igarapés de Manaus (PROSAMIN+), ambos financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Todavia, o PROSAMIN+ foi iniciado em 2006 com foco em saneamento básico e no reassentamento de famílias que viviam em palafitas à beira de igarapés e, desde o início, tem realocado essas famílias para novas moradias, com a extensão da rede de esgoto e a criação de novos parques e vias urbanas para melhorar a mobilidade da cidade. De acordo com o coordenador Executivo do PJPS, Vitor Cavalcante, o intercâmbio é crucial por se tratar de ações semelhantes às que estão sendo implementadas em João Pessoa. “É importante beber da fonte de quem há quase 20 anos executa esse Programa, com seus erros e acertos. Bom também vermos que estamos no caminho certo, reassentando famílias que estão em áreas de risco, bem como construindo e entregando novos parques, aprendendo a cada dia com os nossos desafios”, destacou. O coordenador de Aspectos Urbanos, Caio Mário, ressaltou que a troca de experiências é um aprendizado valioso. “Eles estão bem mais à frente da gente, estão indo para o quarto Programa consecutivo com o Banco, então eles têm mais de 20 anos já de execução junto a financiamento internacional. A gente já tenta, em cima da expertise que eles estão passando pra gente, se antecipar a problemas que ainda podem vir”, explicou. Ele acrescentou que a equipe de João Pessoa visitou obras de diferentes fases do PROSAMIN+, notando a evolução nas tipologias e nas soluções inovadoras aplicadas. Juliane Athaíde, coordenadora de Aspectos Ambientais, elogiou a integração da equipe de Manaus: “a equipe é super integrada, pois boa parte está trabalhando junto ao BID desde 2006. Logo, a troca de experiências está sendo bem valiosa para a equipe da UEP, através das reuniões de intercâmbio”, disse. A coordenadora de Aspectos Sociais, Joelma Medeiros, complementou que a experiência do PROSAMIN+, em sua quarta versão, “nos subsidia para as frentes do Programa e os desafios de pós-ocupação, norteando futuras ações”, afirmou. Programa João Pessoa Sustentável (PJPS) O PJPS, também financiado pelo BID, tem como objetivo principal promover o desenvolvimento urbano sustentável, fortalecendo o planejamento e a gestão pública municipal. O investimento total é de US$ 159,4 milhões, sendo US$ 100 milhões financiados pelo BID e US$ 59,4 milhões em contrapartida da Prefeitura de João Pessoa. Os projetos habitacionais do Programa, como os conjuntos do Complexo Beira Rio (CBR), com 747 apartamentos, são pensados para levar conforto, segurança e economia aos futuros moradores. Eles aproveitam iluminação natural e ventilação cruzada, o que permite uma redução de até 20% nos custos de água e energia. Os conjuntos ainda contam com equipamentos comunitários como creches e centros de referência de assistência social (CRAS). O Programa inclui a melhoria da infraestrutura das comunidades, com obras de contenção e a implantação de um Parque Linear para auxiliar no escoamento das águas da chuva e evitar alagamentos no rio Jaguaribe, além de novas ocupações irregulares. A recuperação ambiental do antigo Lixão do Roger integra o pacote de ações, com um valor estimado de R$ 25,5 milhões para a primeira fase, também faz parte do escopo do PJPS. Outras frentes incluem o desenvolvimento social das comunidades, com capacitação profissional e inclusão no mercado de trabalho dos moradores do CBR. Há um foco especial nas mulheres, que vêm passando por vários cursos promovidos com auxílio de parceiros como Senac, Nassau, e as próprias construtoras contratadas pelo Programa, que as estão absorvendo. Ainda: a melhoria da gestão pública, com a modernização de sistemas de planejamento e tecnologia, como a aquisição de computadores e a implementação de dois novos Data Centers.

Equipe do João Pessoa Sustentável visita Manaus para aprimorar ações do programa

Nada como uma boa troca de experiências para acelerar o desenvolvimento de uma cidade. Com esse objetivo, parte da equipe do Programa João Pessoa Sustentável (PJPS) está em Manaus (AM), até esta quinta-feira (25), para um intercâmbio técnico com o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+), ambos financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O Prosamin+ foi iniciado em 2006 com foco em saneamento básico e no reassentamento de famílias que viviam em palafitas à beira de igarapés e, desde o início, tem realocado essas famílias para novas moradias, com a extensão da rede de esgoto e a criação de novos parques e vias urbanas para melhorar a mobilidade da cidade. De acordo com o coordenador executivo do PJPS, Vitor Cavalcante, o intercâmbio é crucial por se tratar de ações semelhantes às que estão sendo implementadas em João Pessoa. “É importante beber da fonte de quem há quase 20 anos executa esse programa, com seus erros e acertos. Bom também vermos que estamos no caminho certo, reassentando famílias que estão em áreas de risco, bem como construindo e entregando novos parques, aprendendo a cada dia com os nossos desafios”, destacou. O coordenador de Aspectos Urbanos, Caio Mário, ressaltou que a troca de experiências é um aprendizado valioso. “Eles estão bem mais à frente da gente, estão indo para o quarto programa consecutivo com o BID, então eles têm mais de 20 anos já de execução junto a financiamento internacional. A gente já tenta, em cima da expertise que eles estão passando pra gente, se antecipar a problemas que ainda podem vir”, explicou. Ele acrescentou que a equipe de João Pessoa visitou obras de diferentes fases do Prosamin+, notando a evolução nas tipologias e nas soluções inovadoras aplicadas. Juliane Athaíde, coordenadora de Aspectos Ambientais, elogiou a integração da equipe de Manaus. “A equipe é super integrada, pois boa parte está trabalhando junto ao BID desde 2006. Logo, a troca de experiências está sendo bem valiosa para a equipe da UEP, através das reuniões de intercâmbio”, disse. A coordenadora de Aspectos Sociais, Joelma Medeiros, complementou que “a experiência do Prosamin+, em sua quarta versão, nos subsidia para as frentes do programa e os desafios de pós-ocupação, norteando futuras ações”, afirmou. Programa João Pessoa Sustentável – O PJPS, também financiado pelo BID, tem como objetivo principal promover o desenvolvimento urbano sustentável, fortalecendo o planejamento e a gestão pública municipal. O investimento total é de US$ 159,4 milhões, sendo US$ 100 milhões financiados pelo BID e US$ 59,4 milhões em contrapartida da Prefeitura de João Pessoa. Os projetos habitacionais do programa, como os conjuntos do Complexo Beira Rio (CBR), com 747 apartamentos, são pensados para levar conforto, segurança e economia aos futuros moradores. Eles aproveitam iluminação natural e ventilação cruzada, o que permite uma redução de até 20% nos custos de água e energia. Os conjuntos ainda contam com equipamentos comunitários como creches e centros de referência de assistência social (Cras). O programa inclui a melhoria da infraestrutura das comunidades, com obras de contenção e a implantação de um parque linear para auxiliar no escoamento das águas da chuva e evitar alagamentos no Rio Jaguaribe, além de novas ocupações irregulares. A recuperação ambiental do antigo Lixão do Roger integra o pacote de ações, com um valor estimado de R$ 25,5 milhões para a primeira fase, também faz parte do escopo do PJPS. Outras frentes incluem o desenvolvimento social das comunidades, com capacitação profissional e inclusão no mercado de trabalho dos moradores do CBR. Há um foco especial nas mulheres, que vêm passando por vários cursos promovidos com auxílio de parceiros como Senac, Uninassau, e as próprias construtoras contratadas pelo programa. Há ainda a melhoria da gestão pública, com a modernização de sistemas de planejamento e tecnologia, como a aquisição de computadores e a implementação de dois novos data centers.

João Pessoa recebe a 72ª edição do Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social

João Pessoa recebe a 72ª edição do Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social Evento reúne mais de 1.500 inscritos de todo o Brasil e reforça protagonismo da capital paraibana na política habitacional com presença do Programa João Pessoa Sustentável A 72ª edição do Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social termina nesta sexta-feira (17). O evento, realizado  no Intermares Hall, em João Pessoa, é considerado o mais importante do setor no país e reúne 1.581 participantes de todo o Brasil, sendo 675 presenciais e 906 acompanhando remotamente toda a programação, por meio do canal da ABC Habitação no YouTube. Durante três dias, gestores públicos, especialistas, técnicos e membros da sociedade civil organizada vêm discutindo temas como regularização fundiária, melhorias habitacionais, o Programa Minha Casa Minha Vida e inovações em políticas públicas de moradia em mesas temáticas, debates e exposições de boas práticas. O evento inclui ainda a entrega do Selo de Mérito 2025, que reconhece iniciativas de destaque na área. De acordo com a organização, a região Nordeste concentra 57% dos inscritos no Fórum, o que demonstra o engajamento da região com o fortalecimento da política habitacional brasileira. E João Pessoa se destaca por sediar o evento: “eu acho que essa experiência, essa troca, é muito rica para o município, sobretudo nos colocando na equipe que toca o programa João Pessoa Sustentável numa fase que a gente está. Eu vou falar da minha área, que é o trabalho social. Hoje a gente está aqui com vários temas voltados para a questão da melhoria habitacional, das etapas pré-contratual e pós-ocupação dos grandes empreendimentos, tanto do Nordeste como do Sul e Sudeste. É uma troca que traz toda a expertise da habitação de interesse social no país. Acredito que João Pessoa vai dar um salto de qualidade com esse evento no que diz respeito à consolidação e fortalecimento da política habitacional local”, afirma Joelma Medeiros, coordenadora de Aspectos Sociais do Programa João Pessoa Sustentável, da Prefeitura de João Pessoa. Joelma também destaca que a experiência da cidade pode servir de referência para outros estados: “João Pessoa tem feito a diferença no país. Nós temos um parque habitacional considerável de habitação de interesse social, com pós-ocupação exitoso e experiências diferenciadas na área de gestão condominial, como o Condomínio São José, vinculado ao Minha Casa Minha Vida. Acredito que a cidade vá também provocar em outros estados e capitais uma troca de experiência e compartilhar a riqueza do que foi aprendido ao longo dos anos com a política habitacional local”, diz Joelma Medeiros. Programa João Pessoa Sustentável O Programa João Pessoa Sustentável traz uma política de reassentamento das famílias em áreas de risco do Complexo Beira Rio, formado por oito comunidades que estão às margens do rio Jaguaribe ou sob encostas. Daí deriva, para Joelma Medeiros, a importância do Fórum, que fortalece o Programa João Pessoa Sustentável, atualmente em execução no município. “Para a gente, agrega demais. Estamos na construção de um parque habitacional que traz uma modelagem diferenciada para a cidade. Esse parque habitacional agrega equipamentos de políticas públicas, um modelo de gestão condominial inovador e um olhar para o pós-ocupação com o viés da segurança pública, que hoje é um grande desafio. Estamos de mãos dadas com vários agentes públicos para construir, no coração da cidade, no Complexo Beira-Rio, uma habitação de interesse social que venha causar impacto positivo, trazendo para famílias que hoje vivem em áreas de risco a oportunidade de ter uma moradia segura e um novo capítulo em suas histórias”, diz a coordenadora de Aspectos Sociais do Programa, que completa: “o Fórum consolida João Pessoa como polo de referência nas discussões sobre habitação de interesse social no Brasil”.

Defesa Civil finaliza capacitação em plataforma pioneira de gestão de riscos climáticos com tecnologia de ponta

Ferramenta promete revolucionar o monitoramento de desastres na capital paraibana A Prefeitura de João Pessoa iniciou, nesta segunda-feira (11), a etapa final de capacitação para implantação do ‘João Pessoa Alerta’, plataforma digital pioneira no Brasil voltada à gestão de riscos e desastres climáticos. O treinamento, que segue até quinta-feira (14) na Estação Cabo Branco, reúne técnicos da Defesa Civil e da Secretaria de Planejamento. O ‘João Pessoa Alerta’ promete transformar a forma como a cidade se prepara e responde a situações de emergência. A plataforma combina mapas dinâmicos, painéis de alarme e análises em tempo real, oferecendo visão detalhada das áreas de risco e das ações preventivas em andamento. Construída sobre a tecnologia ESRI — líder mundial em mapeamento e análise espacial —, utiliza aplicações como ArcGIS Experience Builder, ArcGIS Survey123 e ArcGIS Dashboards, personalizadas para a realidade da capital paraibana. Um dos diferenciais do sistema é a integração com a base de dados da prefeitura, especialmente com o setor de geoprocessamento da Secretaria de Planejamento, garantindo atualização automática das informações. De acordo com Caio Mário, coordenador do Programa João Pessoa Sustentável, a plataforma não será exclusiva para uso técnico: “à medida que a base de dados é atualizada, a ferramenta também se atualiza. E qualquer pessoa poderá acessá-la pelo celular ou pela internet”, enfatizou. A partir do lançamento, todas as ações da Defesa Civil — como vistorias, termos de interdição e relatórios — serão registradas digitalmente, criando um histórico completo das operações. “O sistema dará olhos ao nosso trabalho e visibilidade ao contribuinte, marcando a gestão Cícero e Léo pelo cuidado com as pessoas e pela melhoria da interação com quem está em situação de risco”, afirmou o Coronel Kelson Chaves, da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil. “Trata-se de uma ferramenta estratégica, que fortalece as capacidades institucionais e comunitárias, com aspectos técnicos e operacionais que vão muito além da rotina da Defesa Civil”, concluiu Susan Silva, gerente de projetos da Codex, responsável pelo desenvolvimento do softwere. Na sexta-feira (15), a formação para o ‘João Pessoa Alerta’ será estendida a demais secretarias e parceiros, ampliando o uso do sistema em diferentes áreas da gestão municipal. Parte de um programa maior O desenvolvimento do João Pessoa Alerta integra o Programa João Pessoa Sustentável, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que promove modernização do planejamento urbano, redução das desigualdades e melhoria da gestão pública. A contratação da Codex ocorreu em 2023, dentro das ações estruturantes do programa.

Monitoramento inédito do Rio Jaguaribe marca avanço rumo a uma política pública permanente em João Pessoa

Ação contínua do Programa João Pessoa Sustentável é destacada na Semana do Meio Ambiente pela relevância ecológica e estratégica do diagnóstico técnico O Rio Jaguaribe, um dos principais cursos d’água urbanos de João Pessoa, está sendo monitorado de forma inédita como parte de uma ação estratégica para recuperar sua qualidade ambiental e orientar políticas públicas permanentes de requalificação. O trabalho é conduzido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa por meio do Programa João Pessoa Sustentável. “Os estudos voltados para o Rio Jaguaribe, em especial o Diagnóstico e Monitoramento da qualidade de água e sedimentos, que integram um dos inúmeros projetos do Programa João Pessoa Sustentável, vêm fazendo a diferença na identificação das melhorias que possam ser realizadas no rio que é a cara de João Pessoa. Nele, os técnicos responsáveis pela elaboração desses estudos, que terão duração de mais ou menos 24 meses, já apresentaram dados reais para que ações possam ser feitas na busca por um rio mais limpo e sustentável para toda a população pessoense, bem como para a fauna e flora que vivem do Jaguaribe”, disse Juliane Ataíde, coordenadora ambiental do Programa João Pessoa Sustentável. Sob responsabilidade técnica do Consórcio Nippon Koei LAC/Regea, o monitoramento abrange 15 km do leito do rio e inclui medições regulares de nível, vazão, qualidade da água e sedimentos. Estão sendo acompanhados indicadores como oxigênio dissolvido, turbidez, presença de coliformes, fósforo e nitrogênio, parâmetros essenciais para compreender o estado ambiental do Jaguaribe e suas possibilidades de recuperação. Quatro estações de medição foram instaladas ao longo do curso do rio, inclusive em áreas historicamente modificadas, como o “rio Morto” — região onde o curso foi desviado na década de 1940. As campanhas de medição são realizadas a cada trimestre e seguem por dois anos. “A gestão da qualidade da água e dos sedimentos é essencial para garantir que o parque, assim como toda a área de influência do Rio Jaguaribe, sejam espaços seguros e sustentáveis para todos. O monitoramento que está sendo realizado permite uma compreensão mais aprofundada dos impactos das ações ambientais — positivas ou negativas — que ocorrem em toda a bacia do Jaguaribe”, afirma o geólogo Carlos Frederico de Castro Alves, coordenador do projeto pelo consórcio. Aproximação com a população fortalece impacto da ação Além do rigor técnico, o projeto investe em comunicação com a comunidade por meio de ações educativas, redes sociais, envio de informações por e-mail, placas nos bairros do entorno e um canal de diálogo aberto com os moradores. A ideia é fortalecer o vínculo da população com o rio e ampliar a consciência ambiental sobre sua importância para a cidade. Para acompanhar postagens sobre este e outros assuntos siga o João Pessoa Sustentável (@jpsustentavel), no Instagram.

Do Lixão a um futuro sustentável: moradores do Roger participam de plantio simbólico no Parque Socioambiental

Depois de quatro décadas de acúmulo de toneladas de lixo, o antigo Lixão da cidade recebeu moradores do bairro do Roger para uma ação histórica nesta terça-feira (4). Eles conheceram de perto as obras do futuro Parque Socioambiental e participaram do plantio simbólico de 15 mudas de árvores nativas doadas pela Secretaria de Meio Ambiente (SEMAM). A ação simbolizou um novo ciclo para a comunidade. Sebastião José Gomes Filho, morador antigo da região, que o diga! “Eu me lembro que isso aqui era um lixão. Vinha catar reciclagem, comida. Eu via a dificuldade. E agora, graças a Deus e ao gestor atual, está se transformando em uma grande área de lazer, de cultura”, disse. Foi na terra, com as maõs na massa, que ele experimentou a esperança de um futuro sustentável: “Isso é muito importante não só pra minha agremiação, a Império do Samba, mas pra toda a comunidade do Roger e de João Pessoa”, completou. Para Marcello Baltazar, diretor do Centro Municipal de Educação Infantil Frei Afonso, o impacto será profundo: “o que era esse espaço e o que ele está se tornando é algo muito positivo para essa população, que precisa tanto de locais de relaxamento, cultura e arte. Nosso bairro é muito cultural, e esse equipamento vai fortalecer ainda mais essa identidade”. A ação foi realizaçao conjunta do Programa João Pessoa Sustentável, responsável pelo Projeto do Parque, do Consórcio Parque do Roger e a empresa 3A, contratadas para as obras do novo equipamento, e SEMAM. Todos unidos no compromisso de construir, com diálogo e sustentabilidade, um espaço que represente a transformação urbana e social da cidade. “Estar aqui no Roger, acompanhado da população, é muito importante. Afinal de contas, é necessário um sentimento de pertencimento, e que eles vão fazer parte da manutenção dessa área”, destacou o secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, Welison Silveira. Ele também reforçou o valor da participação cidadã em todas as etapas do projeto, inclusive na produção dos tijolos ecológicos utilizados na construção, feitos no próprio canteiro de obras. O coordenador executivo do Programa João Pessoa Sustentável, Vitor Cavalcante, celebrou o que o Projeto do Parque representa: “estamos fazendo o plantio de árvores em uma área que, há 20 anos, era um lixão. Um lugar onde crianças disputavam comida com urubus. Agora vemos nascer um novo espaço que será entregue à comunidade e à cidade de João Pessoa. Esse plantio é um marco histórico no coração do Roger.” O Parque O futuro Parque Socioambiental do Roger está sendo construído em uma área de 21 hectares (de um total de 31), com previsão de entrega para o segundo semestre de 2025. O projeto respeita áreas de preservação como manguezais e leva em consideração estudos hidrológicos e de mudanças climáticas. O investimento é superior a R$ 50 milhões. O Programa O João Pessoa Sustentável visa promover o desenvolvimento socioeconômico e ambiental da cidade, com conclusão prevista para meados de 2026 e orçamento total de 159,6 milhões de dólares.

Remoção de imóvel marca nova etapa de obras na Barreira do Miramar dentro do Programa João Pessoa Sustentável

Nesta terça-feira (13), o Programa João Pessoa Sustentável coordenou a remoção de um imóvel multifamiliar localizado na comunidade Miramar, que abrigava quatro famílias previamente realocadas. A medida foi necessária para dar continuidade ao tratamento da barreira que margeia a área, com o objetivo de evitar deslizamentos e garantir a segurança dos moradores do entorno. A ação faz parte do projeto de urbanização das comunidades que integram o Complexo Beira Rio, um dos eixos de intervenção prioritária do Programa. O imóvel removido estava situado na Avenida Beira Rio, uma das principais vias da capital paraibana, exigindo uma operação integrada para assegurar fluidez no trânsito e segurança durante a intervenção. Participaram da operação equipes da Unidade Executora do Programa João Pessoa Sustentável, da Defesa Civil, Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), além dos Escritórios Locais de Gestão e da supervisora de obras. Também estiveram presentes parceiros como a Energisa, responsável pelo desligamento da energia elétrica, e a Cagepa, que desligou o fornecimento de água do imóvel, garantindo uma remoção segura e sem intercorrências. Durante a operação, os imóveis vizinhos foram desocupados temporariamente como medida preventiva. Os moradores foram assistidos pela prefeitura, que forneceu alimentação durante o período. O trabalho durou cerca de três horas. De acordo com Caio Mário, coordenador de aspectos urbanos do Programa, “era necessária a demolição do imóvel de trás, porque ele estava colado na barreira e não tinha como fazer a contenção sem retirar o imóvel. O da frente, que foi retirado, foi uma indicação da Defesa Civil porque não havia como remover os entulhos de trás sem retirar o da frente. Essa remoção, que não fazia parte do projeto original, agora será contemplada na contratação que vai executar a urbanização das comunidades. Parte do terreno vai ser utilizada para a infraestrutura da própria contenção, como drenagem da água, e o restante terá uso definido posteriormente para evitar novas ocupações”, explicou. As quatro famílias que residiam no imóvel foram incluídas no benefício de aluguel emergencial oferecido pelo Programa João Pessoa Sustentável e aguardam novas moradias em áreas seguras, como previsto no projeto. Até o momento, 62 remoções já foram realizadas nas comunidades Miramar, Vila Tambauzinho, Padre Hildon, Brasília, São Rafael e Santa Clara. Todas fazem parte do processo de requalificação urbana e social conduzido pelo Programa, que busca promover moradia digna, infraestrutura adequada e segurança para populações historicamente vulneráveis. Sobre o Programa João Pessoa Sustentável O Programa João Pessoa Sustentável é uma iniciativa da Prefeitura Municipal, financiada com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que visa transformar áreas de risco e promover o desenvolvimento urbano sustentável da capital. O Programa atua em frentes como habitação, mobilidade, infraestrutura, meio ambiente e inclusão social, beneficiando milhares de pessoas com ações estruturantes e planejadas. Com intervenções nas oito comunidades do Complexo Beira Rio e obras de contenção de encostas, urbanização, reassentamento e revitalização de espaços públicos, o João Pessoa Sust4entável tem como objetivo construir uma cidade mais justa, segura e resiliente para todos os seus habitantes. Texto: Comunicação do ProgramaFotografia: Assessoria

Nova coordenadora geral do João Pessoa Sustentável reforça compromisso com desenvolvimento urbano, inclusão e sustentabilidade

A Unidade Executora do Programa João Pessoa Sustentável (UEP) tem uma nova liderança. Vaulene Rodrigues assumiu a coordenação geral do Programa, em substituição a Antônio Elizeu, trazendo consigo uma trajetória sólida na gestão pública e o entusiasmo de quem encara o desafio com responsabilidade e propósito. “É com grande entusiasmo que chego ao Programa João Pessoa Sustentável, uma iniciativa estratégica que une desenvolvimento urbano, inclusão social e compromisso ambiental. Integrar uma equipe que atua em parceria com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) é, sem dúvida, uma grande responsabilidade — e também uma oportunidade única de contribuir para uma João Pessoa mais justa, resiliente e conectada com o futuro”, afirmou Vaulene. Formada em Gestão Pública e Administração pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com especializações em Direito Tributário e MBA em Liderança e Gestão pela USP, Vaulene acumula quase duas décadas de experiência em diversas áreas da administração pública. Em João Pessoa, atuou como secretária executiva de Desenvolvimento Urbano e, mais recentemente, à frente da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, posto que deixou para assumir a nova missão à frente do João Pessoa Sustentável. Vaulene acredita que sua vivência nas áreas econômica e urbanística será essencial para fortalecer as entregas do Programa. “Trago comigo a bagagem de experiências anteriores nas áreas econômica e urbanística, que certamente me permitirão agregar valor às entregas do João Pessoa Sustentável e apoiar decisões mais eficientes, sustentáveis e integradas. Acredito que essas vivências serão fundamentais para construir soluções que dialoguem com a realidade da cidade e impactem positivamente a vida das pessoas.” A chegada de Vaulene marca um novo ciclo no João Pessoa Sustentável, que segue com foco no planejamento urbano integrado e em políticas públicas que garantam desenvolvimento com inclusão social e sustentabilidade para toda a cidade. “Chego com o coração aberto e a certeza de que, juntos, faremos a diferença”, concluiu. O Programa  – O João Pessoa Sustentável é uma das principais políticas públicas em execução na capital paraibana, com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Orçado em 159,4 milhões de dólares e com 192 projetos, promove ações estruturantes voltadas para o planejamento urbano, habitação, infraestrutura, inovação, inclusão produtiva e preservação ambiental, buscando reduzir desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população, em especial, das famílias das oito comunidades do Complexo Beira Rio.

Novo sistema tributário da Prefeitura de João Pessoa começa a operar em 2 de junho

A Prefeitura de João Pessoa inicia, no dia 2 de junho, a operação do novo sistema de serviços tributários municipais, adquirido com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) através do Programa João Pessoa Sustentável. A implantação representa um marco de modernização para a administração fiscal da capital, substituindo uma estrutura tecnológica que estava em uso desde o fim da década de 1990. Como parte do processo de transição, a Secretaria da Receita Municipal (Serem) estendeu em um mês o período de treinamento e capacitação dos usuários, atendendo a uma solicitação do Conselho Regional de Contabilidade e do Sindicato dos Contabilistas. Nesta quarta-feira (30), uma capacitação foi realizada no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM) com contadores que irão operar o novo sistema. Durante o mês de maio, a Serem continuará promovendo atividades de formação com profissionais de cartórios e do setor imobiliário. “Vamos sentar com os diretores dos sindicatos e associações para ver outras formas de comunicar sobre a mudança para este novo sistema, que já vai estar adequado à Reforma Tributária”, destacou o secretário executivo da Receita, Adenilson Ferreira. A migração está programada para as 18h do dia 30 de maio, quando o sistema atual de emissão de notas fiscais será desativado. O novo sistema entra no ar às 6h do dia 2 de junho. Contadores e contribuintes deverão realizar o cadastro prévio no Portal do Contribuinte. O link será disponibilizado em breve. Transformação promovida pelo Programa João Pessoa SustentávelA implantação do novo sistema foi coordenada de forma integrada pelos componentes de Fortalecimento da Gestão, sob responsabilidade de Joseuma Medeiros, e de Tecnologia da Informação, coordenado por Bruno Crispim, ambos do Programa João Pessoa Sustentável. Para Joseuma Medeiros, a entrega deste sistema demonstra o papel estratégico do Programa no fortalecimento da administração pública municipal:“A modernização do sistema tributário é uma ação estruturante promovida pelo João Pessoa Sustentável, que vem qualificando os processos internos da gestão e ampliando a capacidade de arrecadação e transparência. É uma iniciativa que fortalece a gestão fiscal e contribui diretamente para a eficiência no atendimento ao contribuinte.” Mais ágil e responsivo, o novo sistema permitirá a implantação de serviços digitais, baixa imediata de pagamentos e novas possibilidades de negociação de débitos, abrangendo todos os tributos municipais — como IPTU, ITBI e ISS. É uma mudança que reflete o compromisso do Programa João Pessoa Sustentável com a inovação e a melhoria dos serviços públicos.