João Pessoa Sustentável fortalece parceria com o BID e apresenta avanços do maior programa urbano da Capital

A Prefeitura de João Pessoa apresentou, nesta terça-feira (12), em Brasília, mais uma revisão de carteira do Programa João Pessoa Sustentável (PJPS) junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e ao Tesouro Nacional. A reunião consolidou os avanços físicos, financeiros e sociais do programa, além de definir novos acordos estratégicos para a reta final da execução contratual. O programa é considerado o maior projeto de desenvolvimento urbano integrado da capital paraibana. Participaram presencialmente do encontro o secretário de Gestão Governamental (Seggov) de João Pessoa, Vitor Cavalcante, o coordenador-geral do programa, Benjamin Maranhão, representantes do BID, do Governo Federal e Gilson Coelho, do Instituto Áquila, gerenciador que presta serviços técnicos ao programa. Durante a apresentação, a equipe destacou o avanço das metas habitacionais, ambientais e de modernização da gestão pública municipal. Entre os números apresentados, o Programa João Pessoa Sustentável já alcançou US$ 77 milhões em desembolsos realizados e US$ 128 milhões em contratos comprometidos, o equivalente a cerca de 79% do total previsto para execução. Na área habitacional, o programa já beneficiou 2.425 famílias com soluções de moradia, atingindo 57% da meta prevista, além de reduzir em 14,3% o déficit habitacional da população de baixa renda de João Pessoa. Outro destaque foi a regularização fundiária voltada às mulheres chefes de família, com 1.990 beneficiadas, superando a meta inicialmente estabelecida. Também foram apresentados os avanços das obras dos conjuntos habitacionais do Complexo Beira Rio, que somam 747 apartamentos distribuídos em três torres, com entregas previstas para o segundo semestre deste ano. O programa ainda executa equipamentos públicos complementares, como creche, Centro de Referência de Assistência Social (Cras), cozinha comunitária, galpão de reciclagem, unidade de saúde e Centro de Referência da Juventude (CRJ). Outro eixo destacado na reunião foi o Parque Socioambiental do Roger, que transforma a área do antigo lixão em um novo espaço de recuperação ambiental e convivência urbana. A intervenção contempla 21 hectares de área recuperada dentro de um total de 31 hectares. O Centro de Cooperação da Cidade (CCC), já entregue à população e em pleno funcionamento, também foi citado como uma das principais realizações do programa no fortalecimento da gestão pública e da integração tecnológica da Prefeitura de João Pessoa. Para o secretário de Gestão Governamental de João Pessoa, Vitor Cavalcante, a reunião confirmou o reconhecimento institucional pelos resultados alcançados. “Recebemos, por parte do Governo Federal e também dos integrantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento, parabéns pelo trabalho. Apresentamos os avanços dentro do Complexo Beira Rio, do Parque Socioambiental do Roger e do Centro de Cooperação da Cidade, que já é uma realidade entregue à população de João Pessoa. A gente vem avançando tanto nas questões físicas quanto nas questões orçamentárias do programa”, afirmou. Já o coordenador-geral do programa, Benjamin Maranhão, ressaltou que a reunião também abriu perspectivas para novos investimentos internacionais na capital paraibana. “Pudemos apresentar resultados concretos no que diz respeito à melhoria da qualidade de vida da população de João Pessoa, redução do déficit habitacional, melhorias na infraestrutura de gestão da Prefeitura e avanços na área ambiental, que servem de modelo não só para João Pessoa, mas para o Brasil inteiro. É um momento também em que a cidade começa a pensar novas formas de pleitear recursos e investimentos do BID para avançar ainda mais nas áreas social, de saúde, infraestrutura e fortalecimento da gestão pública”, disse. Ao final da revisão de carteira, foram pactuados novos acordos para os próximos meses, incluindo a conclusão das entregas dos conjuntos habitacionais do Complexo Beira Rio, novas etapas de regularização fundiária, a entrega definitiva do Parque Socioambiental do Roger, além de novos investimentos em planejamento estratégico e infraestrutura tecnológica por parte da Prefeitura de João Pessoa.

Requalificação do Rio Jaguaribe e ações sociais no Complexo Beira Rio são destaque no Bom Dia Paraíba

O Programa João Pessoa Sustentável ganhou destaque nesta quarta-feira (22), durante entrevista do coordenador-geral, Benjamin Maranhão, ao telejornal Bom Dia Paraíba. Em conversa com o repórter Ewerton Correia, ele detalhou as ações estruturantes voltadas à requalificação do Rio Jaguaribe e ao atendimento das famílias do Complexo Beira Rio (CBR). A entrevista integrou a série especial do telejornal sobre a realidade dos rios da capital paraibana e reforçou o papel do programa como eixo estratégico de transformação urbana, social e ambiental. Um dos pontos centrais abordados foi o monitoramento ambiental do Rio Jaguaribe, considerado pelo coordenador como a base técnica para todas as intervenções em curso e futuras. “Eu só acredito em um projeto bom com planejamento e com estudo. Esse monitoramento do Rio Jaguaribe é o que vai embasar todas as ações de intervenção no Complexo Beira Rio e também em outras intervenções futuras da Prefeitura”, afirmou Benjamin. O trabalho envolve medições periódicas de nível, vazão, qualidade da água e sedimentos, com análise de indicadores como oxigênio dissolvido, turbidez, coliformes, fósforo e nitrogênio. Ao todo, são dez pontos de coleta e quatro estações de medição de vazão, incluindo áreas historicamente impactadas, como o chamado “rio morto”. Segundo Benjamin Maranhão, os dados já apontam variações na qualidade da água, com momentos de melhora associados à redução de poluentes orgânicos. No entanto, ele reconhece que ainda há desafios estruturais importantes, especialmente relacionados ao lançamento irregular de efluentes. “Existe responsabilidade da Cagepa (Companhia de Água e Esgoto da Paraíba) nessa poluição, e nós vamos ter que cobrar isso por conta das emissões irregulares e das ligações clandestinas em galerias pluviais”, destacou. O coordenador também defendeu ações combinadas de educação ambiental e fiscalização mais rigorosa. Parque linear com foco ambiental Outro destaque da entrevista foi a implantação de um parque linear em trecho de aproximadamente 2,5 km do Rio Jaguaribe, dentro da área do CBR. Diferente de modelos tradicionais, o projeto prioriza soluções baseadas na natureza. “Ninguém vai fazer aqui um calçadão ou uma via de acesso. O que será feito é um parque linear com permeabilidade, que vai ajudar no escoamento da água e proteger tanto a comunidade quanto o rio”, afirmou Benjamin. O coordenador geral do Programa João Pessoa Sustentável também adiantou que a proposta do Parque linear é evitar novas ocupações irregulares e reduzir riscos de enchentes, sem comprometer áreas sensíveis. “Esse é um parque linear diferente, porque preserva o rio. Não haverá supressão de vegetação nativa nem intervenção em áreas de preservação.” O espaço que será liberado com a retirada de moradias em áreas de risco será transformado em áreas permeáveis e de convivência, respeitando as características ambientais da região. Integração entre meio ambiente e inclusão social Ao longo da entrevista, Benjamin Maranhão reforçou que o Programa João Pessoa Sustentável tem como diferencial a integração entre políticas ambientais e sociais. “É um programa integrado, não só do ponto de vista ambiental, mas social, com a presença do poder público e equipamentos que garantam qualidade de vida, disse”. A expectativa, segundo ele, é que o projeto se torne referência nacional. “Eu acredito que será um case de sucesso para o Brasil inteiro.” Requalificação urbana e reassentamento Esses são alguns dos mais de 190 projetos do João Pessoa Sutentável. No Complexo Beira Rio, por exemplo, o Programa inclui obras de drenagem, esgotamento sanitário, urbanização e reassentamento de famílias em áreas de risco. O reassentamento, aliás, é um dos eixos mais sensíveis da iniciativa. De acordo com o Benjamin Maranhão, o processo está sendo conduzido com base em cadastramento prévio, diálogo com os moradores e foco na permanência das famílias na região. “São quase mil famílias que serão reassentadas, com um olhar social, mantendo essas pessoas próximas de onde já vivem. Seria uma tragédia retirar essas famílias para locais onde não querem estar. Houve preconceito contra a construção nos terrenos do Complexo Beira Rio, por estarem em uma área nobre. Mas o que estamos fazendo é valorizar a comunidade”, informou. Além das moradias, o Programa prevê a instalação de equipamentos públicos, como CRAS, centros de juventude e cidadania, unidades de saúde e ações integradas da Secretaria de Meio Ambiente. Impactos esperados As ações no Rio Jaguaribe e no Complexo Beira Rio consolidam um novo modelo de intervenção pública em João Pessoa, combinando planejamento técnico, inclusão social e preservação ambiental em uma mesma estratégia de desenvolvimento urbano., e devem resultar em:

Dinho Dowsley destaca avanço das obras do Parque Socioambiental do Roger durante visita técnica

O prefeito em exercício de João Pessoa, Dinho Dowsley, realizou uma visita técnica às obras do Parque Socioambiental do Roger e destacou o avanço da intervenção, que está entre os principais projetos de requalificação urbana em execução na capital paraibana. A obra segue em ritmo avançado e a previsão é que seja entregue à população ainda neste primeiro semestre. Durante a agenda, o gestor percorreu a área do futuro parque acompanhado pela equipe técnica responsável pelo projeto. A visita teve como objetivo acompanhar de perto o andamento das obras e avaliar o progresso das intervenções que vêm sendo realizadas no local. Dinho Dowsley ressaltou a importância da obra para a cidade e destacou a transformação do local. Segundo ele, a intervenção representa um marco na recuperação de uma área que, por muitos anos, esteve associada à degradação ambiental. “O que vemos hoje é uma área totalmente recuperada. Essa obra representa um avanço importante para João Pessoa e demonstra o compromisso da gestão municipal em investir em espaços públicos que promovam qualidade de vida”, afirmou o prefeito em exercício. O Parque Socioambiental do Roger está sendo implantado em uma área historicamente marcada por problemas ambientais, onde funcionou durante décadas o antigo lixão do bairro. O projeto promove a recuperação ambiental do território e a transformação do espaço em um grande equipamento público voltado ao lazer, à convivência e à valorização da paisagem urbana. Ao todo, o parque ocupará cerca de 21 hectares dentro de um território de aproximadamente 31 hectares, passando por um amplo processo de requalificação. Entre as estruturas previstas estão espaços de convivência, áreas de lazer e equipamentos urbanos, planejados para ampliar as opções de uso público e promover a integração da população com o ambiente natural recuperado. A implantação do parque integra as ações do Programa João Pessoa Sustentável, desenvolvido pela Prefeitura com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A iniciativa reúne projetos voltados à melhoria da infraestrutura urbana, sustentabilidade ambiental e inclusão social. Com a conclusão das obras, prevista para o fim deste primeiro semestre, o Parque Socioambiental do Roger deve se consolidar como um dos principais espaços públicos de lazer e convivência da capital paraibana, simbolizando a transformação de uma área antes degradada em um novo patrimônio ambiental da cidade.

Cícero Lucena recebe representantes do BID e destaca avanços do Programa João Pessoa Sustentável

O prefeito Cícero Lucena recebeu, nesta sexta-feira (13), no Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria, representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a reunião de encerramento da missão de supervisão do Programa João Pessoa Sustentável. O encontro também contou com a presença do vice-prefeito Leo Bezerra, de coordenadores temáticos do programa, além do coordenador-geral e do coordenador-executivo da Unidade Executora do Programa (UEP). A missão técnica do BID iniciou na última terça-feira (10) e teve como objetivo acompanhar o andamento das ações financiadas pelo banco, com foco em projetos estruturantes como o Complexo Beira Rio, o Centro de Cooperação da Cidade (CCC) e o Parque Socioambiental do Roger. “É motivo de muita alegria quando a gente recebe a missão do BID para fazer avaliação do João Pessoa Sustentável e ver que já alcançamos mais de 78% da meta financeira e mais de 80% da execução física do projeto. São conquistas importantes não só na questão ambiental, mas também na área habitacional, tecnológica e na reorganização da Prefeitura com ferramentas que estão ajudando a gerir melhor o município”, destacou Cícero Lucena. Para o prefeito, uma das intervenções mais emblemáticas é o Parque Socioambiental do Roger, obra que está em estágio avançado. “Temos um carinho especial pelo Parque do Roger. Essa transformação começou lá atrás (1997) e finalmente estamos entregando uma mudança completa para a cidade. Faz parte da minha vida e é motivo de muita alegria ver esse projeto tomando forma”, relatou. Transparência e cooperação internacional – Para o coordenador-geral do programa João Pessoa Sustentável, Benjamin Maranhão, a visita técnica reforça o compromisso da Prefeitura com a transparência na aplicação dos recursos públicos. “Essa missão mostra a integração que existe entre o Município e um organismo internacional de financiamento tão importante como o BID. É fundamental que o banco acompanhe a execução do programa. São recursos públicos substanciais que exigem monitoramento constante, além das orientações técnicas”, explicou. Benjamin Maranhão destacou ainda que o acompanhamento envolve diversos aspectos da execução do projeto. “Há uma preocupação muito grande com as áreas social e ambiental, com a segurança do trabalho nas obras, com a qualidade dos serviços e até com o planejamento do pós-entrega dos equipamentos. É um aprendizado importante com técnicos altamente qualificados”, acrescentou. Próximas entregas – O coordenador-executivo do programa, Vitor Cavalcante, celebrou a missão e afirmou que o foco agora é concluir as obras e entregar os equipamentos à população. “Ficamos muito felizes com esse final de missão, em que o BID aponta os avanços que o Programa João Pessoa Sustentável tem alcançado ao longo dos últimos anos. Temos desafios, como a entrega de empreendimentos importantes, como o Complexo Beira Rio e o Parque Socioambiental do Roger, mas já podemos olhar para essa caminhada e ver o quanto conseguimos beneficiar tantas famílias”, destacou. As primeiras entregas devem ocorrer ainda neste primeiro semestre. “Estamos trabalhando para iniciar as entregas do habitacional e também do Parque Socioambiental do Roger nos próximos meses, consolidando os resultados do programa”, adiantou Vitor Cavalcante. Marco urbano e social – Chefe da missão do BID, o especialista em desenvolvimento urbano e habitação Jason Hobbs ressaltou a evolução das iniciativas estruturantes implementadas na capital paraibana. “Temos uma parceria de longa data com João Pessoa desde a iniciativa de cidades emergentes, quando foram identificados vários desafios urbanos, fiscais e ambientais. Depois de todos esses anos, é muito positivo ver que o município segue avançando nessas frentes”, celebrou. “A transformação da área onde está sendo implantado o Parque do Roger representa um exemplo significativo de requalificação urbana. A história do parque é um marco histórico. Era uma área onde famílias viviam em condições muito precárias e agora está sendo convertida em um grande espaço ambiental que beneficiará a população, inclusive as pessoas reassentadas. Não vemos esse tipo de transformação em todos os lugares onde trabalhamos”, complementou Jason Hobbs. A missão do BID também incluiu visitas técnicas a obras habitacionais, intervenções em encostas e reuniões de avaliação sobre planejamento, gestão financeira e salvaguardas socioambientais do programa. O Programa João Pessoa Sustentável é financiado pelo BID e reúne um conjunto de ações voltadas à melhoria da infraestrutura urbana, habitação, inovação na gestão pública e sustentabilidade ambiental na capital paraibana. O investimento é de U$ 159,4 milhões, com contrapartida da Prefeitura de João Pessoa.

Primeira visita técnica do novo coordenador-geral do João Pessoa Sustentável ao Parque do Roger é realizada com acompanhamento do TCE

O novo coordenador-geral do Programa João Pessoa Sustentável, Benjamin Maranhão, realizou, nesta sexta-feira (6), sua primeira visita técnica oficial às obras do Parque Socioambiental do Roger, acompanhado por uma equipe técnica do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). A agenda marcou o início da atuação de Maranhão à frente do Programa em campo, com acompanhamento direto de um dos seus projetos estruturantes. A visita percorreu toda a área do parque, que ocupa 21 dos 31 hectares do território, incluindo os sete espaços de convivência atualmente em construção. O grupo avaliou o andamento físico das obras, a qualidade das intervenções e a aderência do projeto aos objetivos socioambientais do Programa, além de dialogar sobre prazos e etapas finais de execução. Participaram da vistoria integrantes da Unidade Executora do Programa (UEP), entre eles o coordenador executivo Vitor Cavalcante e a coordenadora ambiental Juliane Ataíde, além de representantes do Consórcio Jampa Sustentável, responsável pela supervisão das obras, e do Instituto Áquila, que presta apoio à UEP na gestão dos 192 projetos que integram o Programa João Pessoa Sustentável. Transformação urbana e socioambiental O Parque Socioambiental do Roger está sendo implantado na área do antigo Lixão do Roger, desativado há mais de 20 anos, e representa uma das mais significativas intervenções de requalificação urbana e ambiental da capital paraibana. O espaço está sendo transformado em um grande equipamento público de lazer, esporte, cultura, educação ambiental e convivência, integrado ao Centro Histórico de João Pessoa. O projeto prevê áreas para caminhada, atividades esportivas, espaços culturais, contemplação, convivência comunitária e serviços, além de soluções paisagísticas e ambientais que contribuem para a recuperação da área degradada e para a melhoria da qualidade de vida da população do entorno. Durante a visita, o coordenador executivo do Programa João Pessoa Sustentável, Vitor Cavalcante, ressaltou a importância do momento, que une a chegada do novo coordenador-geral ao acompanhamento institucional do Tribunal de Contas: “A gente está fazendo mais uma visita técnica aqui, hoje acompanhando o novo coordenador-geral do Programa João Pessoa Sustentável, o querido amigo Benjamin Maranhão, que está assumindo essa coordenação, e a gente veio conhecer esse parque junto com o Tribunal de Contas do Estado, que esteve conosco fazendo essa vistoria. Aqui era uma área de antigo lixão, há mais de 20 anos desativada, e que agora está se transformando em um espaço de esporte, lazer, cultura e convivência. As obras já estão em fase final e, se Deus quiser, ainda neste primeiro semestre vamos entregar esse parque à cidade de João Pessoa”, disse Vitor Cavalcante. Programa João Pessoa Sustentável O Programa João Pessoa Sustentável é uma iniciativa da Prefeitura de João Pessoa voltada ao desenvolvimento urbano integrado, com foco na sustentabilidade ambiental, inclusão social, modernização da gestão pública e requalificação de áreas vulneráveis. O Programa é orçado em U$ 159,4 milhões de dólares, dos quais U$ 59,4 são de contrapartida da Prefeitura de João Pessoa, e reúne projetos distribuídos em diversas áreas, como habitação, infraestrutura urbana, mobilidade, meio ambiente, recuperação de rios, espaços públicos e fortalecimento institucional. As ações são executadas com acompanhamento técnico permanente, articulação entre diferentes órgãos municipais e fiscalização dos órgãos de controle, garantindo transparência, eficiência e impacto social positivo. Quem é Benjamin Maranhão Benjamin Maranhão é gestor público e liderança política com trajetória consolidada na administração pública e na vida parlamentar. Filiado ao MDB, partido pelo qual construiu parte relevante de sua carreira, foi deputado, acumulando experiência na formulação, acompanhamento e fiscalização de políticas públicas, além da articulação institucional entre diferentes esferas de governo. Ao longo de sua atuação, Benjamin Maranhão participou de debates e decisões estratégicas nas áreas de desenvolvimento urbano, gestão pública e planejamento, reunindo vivência política e capacidade técnica na condução de projetos estruturantes. Sua experiência no Legislativo e em funções executivas o credencia para o diálogo com órgãos de controle, equipes técnicas e a sociedade civil. À frente da coordenação-geral do Programa João Pessoa Sustentável, assume a missão de fortalecer a governança, acelerar a entrega de obras e projetos e assegurar que as ações mantenham alinhamento com os princípios da sustentabilidade, da transparência e do interesse público.

Cícero Lucena entrega 26 escrituras e consolida investimento de R$ 12,4 milhões em Habitação Social

O prefeito Cícero Lucena entregou, na manhã desta quinta-feira (15), 26 escrituras referentes à modalidade de ‘Compra Assistida’. O evento, que marcou um novo avanço na política habitacional doMunicípio, foi realizado no prédio do Centro de Cooperação da Cidade, no bairro do Altiplano. Com esta nova entrega, o Programa João Pessoa Sustentável ultrapassa a marca de 108 famílias beneficiadas, consolidando um investimento de R$ 12,4 milhões em Habitação Social. “Aqui é um modelo criativo, mas de uma ação e de um alcance social muito grande. Essas pessoas viviam em áreas de risco no Complexo Beira Rio e aqui passam a ter o seu imóvel com escritura definitiva. Outro detalhe importante da grandeza desse programa é que são eles que escolhem os imóveis, ou seja, não é uma imposição do poder público, pelo contrário, é uma facilitação do poder público para melhorar a vida das pessoas”, destacou Cícero Lucena. A ‘Compra Assistida’ é uma política pública de reassentamento baseada na segurança habitacional, dignidade e inclusão social das famílias residentes em áreas de risco, especialmente no Complexo Beira Rio. O mecanismo permite que as famílias tenham a autonomia de escolher o novo imóvel, assegurando segurança e dignidade. Cada família pode adquirir um imóvel no valor de até R$ 115 mil, com acompanhamento e apoio integral da Prefeitura. “No total, já vamos em 400 famílias beneficiadas, não só no Programa João Pessoa Sustentável, como também na Secretaria Municipal de Habitação, por exemplo, no bairro São José. Esse é um retrato de como a Prefeitura de João Pessoa trata seus cidadãos, com dignidade, respeito e amor”, afirmou o vice-prefeito Leo Bezerra. De acordo com o coordenador executivo do Programa João Pessoa Sustentável, Vitor Cavalcante, a meta final do programa é beneficiar 171 famílias com este mecanismo de reassentamento. Ele também ressaltou que o eixo social do Programa, que teve destaque em 2025, é fundamental para o sucesso da iniciativa. “As famílias do Complexo Beira Rio vão receber, além do Compra Assistida, 747 apartamentos que nós estamos fazendo ali na Avenida Beira Rio. Além de 28 apartamentos que vão ser construídos no Santa Clara. Já as famílias que não estão em área de risco, nós estamos fazendo também a regulação fundiária. São 1300 escrituras que serão entregues para as famílias que vão ficar, além da urbanização das 8 comunidades, com construção de um parque linear”, explicou. A‘Compra Assistida’ é uma política pública de reassentamento baseada na segurança habitacional, dignidade e inclusão social das famílias residentes em áreas de risco, especialmente no Complexo Beira Rio. O mecanismo permite que as famílias tenham a autonomia de escolher o novo imóvel, assegurando segurança e dignidade. Cada família pode adquirir um imóvel no valor de até R$ 115 mil, com acompanhamento e apoio integral da Prefeitura.De acordo com o coordenador executivo do Programa João Pessoa Sustentável, Vitor Cavalcante, a meta final do programa é beneficiar 171 famílias com este mecanismo de reassentamento. Ele também ressaltou que o eixo social do Programa, que teve destaque em 2025, é fundamental para o sucesso da iniciativa. Ainda no âmbito do eixo social, o Programa João Pessoa Sustentável firmou um importante Termo de Cooperação Técnica e Científica com a UNINASSAU João Pessoa/PB. A parceria, formalizada com a presença da Reitora Érica Norimar Goncalves Pacheco e do Coordenador Acadêmico Felipe de Souza Tomé, tem como foco principal a oferta de apoio e atendimento psicológico e psicossocial às famílias beneficiadas pelo programa, por meio do Curso de Psicologia e da Clínica Escola da instituição. A iniciativa visa promover a saúde mental e o bem-estar dos moradores impactados pelas intervenções urbanas, integrando a expertise acadêmica ao desenvolvimento social da capital. Famílias beneficiadas – As 26 novas escrituras foram entregues para famílias das oito comunidades do Complexo Beira Rio: Tito Silva, São Rafael, Santa Clara, Miramar, Vila Tambauzinho, Cafofo Liberdade, Brasília de Palha e Padre Hildon Bandeira. Uma dessas pessoas foi a doméstica Edneide Costa Barbosa. Ela morava na comunidade Padre Hildon Bandeira e agora realizou o sonho da casa própria com um apartamento novo no João Paulo II. “Era muito ruim onde eu morava, porque a minha casa sempre enchia de água e era de risco. Mas agora é um sonho realizado. Moro com meu filho e minha nora num apartamento novinho. É um verdadeiro presente de Deus”, disse. O artista de rua Bruno Henzo Cabral Meireles, que morava na comunidade Santa Clara e se mudou para um apartamento no bairro do Ernesto Geisel, também recebeu a escritura das mãos do prefeito Cícero Lucena. “Eu morava numa barreira em que a cada vez que chovia a gente não sabia se ia acordar com tudo alagado, se a barreira ia ceder. Era sempre esse drama. E hoje a gente pode dormir tranquilo nos nossos apartamentos e pode voltar a sonhar”, relatou. Edição: Lilian Moraes

João Pessoa Sustentável 2025: uma retrospectiva de transformação urbana e dignidade humana

O ano de 2025 consolidou o Programa João Pessoa Sustentável (PJPS) como o maior projeto de desenvolvimento urbano integrado da capital paraibana. Com um investimento total de US$ 159,4 milhões, sendo US$ 100 milhões financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e US$ 59,4 milhões em contrapartida da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), o Programa avançou significativamente em seus objetivos de promover o desenvolvimento urbano focado na sustentabilidade e no fortalecimento da gestão pública municipal O aspecto social do PJPS, especialmente no Complexo Beira Rio, foi o que mais se destacou em 2025. O Programa ultrapassou a marca de 100 famílias beneficiadas pela modalidade de Compra Assistida, um mecanismo de reassentamento que permite às famílias de áreas de risco escolherem um novo imóvel, garantindo-lhes segurança e autonomia. “O Programa João Pessoa Sustentável ultrapassa a marca das 100 unidades habitacionais entregues por meio da Compra Assistida… São pessoas que viviam em áreas de risco, em condições de vulnerabilidade, e que agora têm um lar com toda a infraestrutura necessária. Elas mesmas escolhem o imóvel, e a Prefeitura realiza a compra, garantindo não só um novo endereço, mas dignidade, segurança e um bem que poderá ser deixado como herança para seus filhos”, avaliou  Vitor Cavalcante, coordenador executivo do PJPS. Maria de Lourdes, ex-moradora da comunidade Tito Silva, não segurou a emoção de receber a chave da nova casa: “foram anos de luta e espera, mas hoje é um sonho realizado. Eu perdi tudo com as chuvas e agora tenho meu apartamento, graças a Deus e a toda equipe que me ajudou”, agradeceu. A segurança e a esperança de um futuro melhor também foram sentimentos compartilhados por Rafael Silva de Santana, que deixou uma área de risco na Comunidade Santa Clara. “Eu morava numa área perigosa, sempre com medo de deslizamentos. Hoje estou tranquilo, com minha chave na mão. É um trabalho muito bom, que traz segurança para a gente e para nossa família”, celebrou. Além da Compra Assistida, o Programa João Pessoa Sustentável avançou na construção de 747 novas unidades habitacionais no Complexo Beira Rio, com previsão de entrega para o início de 2026, e alcançou a marca de 99% de mulheres chefes de família beneficiadas com a titularidade de seus imóveis, um avanço crucial para a segurança patrimonial feminina. Os avanços sociais se estenderam ao desenvolvimento comunitário. O PJPS impulsionou a empregabilidade local, oferecendo cursos de qualificação, como os de manicure, pedicure e pintura, por meio do Programa Mulheres Mil, uma parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB). E mais: “mulheres que concluíram o curso de pintura foram contratadas pelas construtoras responsáveis pelas obras dos conjuntos habitacionais, criando um ciclo virtuoso de capacitação e geração de renda”, lembrou Vitor Cavalcante. O rio Jaguaribe e a reconexão histórica da cidade Um dos pilares conceituais do Programa é a recuperação da relação da cidade com seus recursos naturais. Por isso, o João Pessoa Sustentável investe na requalificação do rio Jaguaribe, monitorando qualidade e vazão da água, além dos pontos de poluição. Os dados coletados serão essenciais para políticas de recuperação deste que é um patrimônio natural da cidade; Um Parque Linear de 2,5 km de extensão será implantado na região que abrange o Complexo Beira Rio e servirá como uma grande área verde para dar vazão à água do rio, prevenindo alagamentos e ocupações irregulares. Mais do que uma obra de infraestrutura, o projeto busca despertar o sentimento de apropriação, compreensão e importância do rio Jaguaribe para a cidade. A entrega do Parque Linear incluirá a urbanização das comunidades adjacentes, com pavimentação, drenagem, água, esgoto e iluminação, integrando-as de forma segura e digna ao tecido urbano. Do Lixão ao lazer: o Parque Socioambiental do Roger Outro marco de 2025 foi o avanço na transformação do antigo Lixão do Roger, desativado em 2003, no Parque Socioambiental do Roger. O projeto, que revitalizará 309.000 m² da área, simboliza a conversão de um passivo ambiental em um ativo urbano de grande valor. A obra está dividida em duas fases: a primeira, de recuperação ambiental (85% concluída), e a segunda, de implantação do parque (19% concluída), com previsão de término para abril de 2026. O paisagismo do futuro parque contará com soluções inovadoras de conforto térmico e obras de arte, inspiradas em visitas técnicas a programas de sucesso como o PROSAMIM+ de Manaus. O Parque Socioambiental do Roger será um espaço multifuncional, com áreas de lazer, recreação, proteção ambiental e setores dedicados à produtividade e profissionalização, atendendo não apenas a população do entorno, mas toda a cidade. Modernização da gestão e inclusão digital Paralelamente às obras de infraestrutura, o PJPS investiu na modernização da gestão pública. O Centro de Cooperação da Cidade (CCC) foi concluído e vai passar a monitorar, em 2026, a cidade de João Pessoa 24 horas por dia, integrando dados urbanos para agilizar emergências e otimizar a resposta a desastres. Na área fiscal, a modernização do sistema tributário, incluindo a atualização da Planta Genérica de Valores (PGV), gerou um retorno de R$ 67 milhões na primeira etapa, com a previsão de um aumento de 27,9% na arrecadação, garantindo recursos para novos investimentos. Por fim, o Programa promoveu a inclusão digital com o projeto João Pessoa Conectada, que está instalando Wi-Fi gratuito em praças, prédios públicos e comunidades, conectando a população e facilitando o acesso a serviços e informações. O ano de 2025 termina com o Programa João Pessoa Sustentável deixando um legado de sustentabilidade e cidadania para a capital paraibana e entra em 2026 no caminho certo para cumprir sua meta de desenvolvimento urbano integrado. Da segurança habitacional garantida pela Compra Assistida e pela entrega próximas dos habitacionais da Beira Rio à recuperação histórica do Rio Jaguaribe e à transformação do Lixão do Roger, o PJPS está redefinindo a paisagem e a qualidade de vida em João Pessoa. Os avanços não são apenas números em relatórios, mas histórias de vidas transformadas, como as de Maria de Lourdes e Rafael Silva, que encontram na dignidade da moradia o alicerce para um futuro

Parque Socioambiental do Roger terá estruturas inspiradas em programa de Manaus

Imagine um espaço totalmente recuperado depois de receber toneladas de lixo por mais de 40 anos. Ele existe e logo estará aberto à população. É o Parque Socioambiental do Roger, que promete ser um marco na revitalização urbana de João Pessoa, transformando uma área degradada em um espaço multifuncional de proteção ambiental, lazer, recreação e aprendizado. As obras estão em execução e serão concluídas no início de 2026, quando o parque será entregue à população. O paisagismo está sendo discutido e vai contar com soluções inovadoras que aliam funcionalidade, conforto térmico e apelo visual. A inspiração vem lá da região Norte. Recentemente, a equipe do Programa João Pessoa Sustentável (PJPS), responsável pela execução, esteve em Manaus (AM), acompanhada de parceiros do projeto, para conhecer o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+). O programa tem quase 20 anos de experiência e é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), assim como o João Pessoa Sustentável. Para discutir os detalhes do projeto de paisagismo, a Coordenação de Aspectos Urbanos do Programa João Pessoa Sustentável se reuniu com representantes da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) e do Consórcio Jampa Sustentável. Juliane Ataíde, coordenadora de Aspectos Ambientais do PJPS, destacou a importância da troca de experiências. “A visita ao Prosamim serve de referência, inclusive para aplicação de instrumentos de conforto térmico, obras de arte e passeios que façam com que a população tenha vontade de estar no parque”, afirmou. Ela mencionou a possibilidade de incluir estruturas metálicas e até um orquidário no projeto, ideias que surgiram a partir da observação das soluções adotadas em Manaus. O setor Administrativo cuidará da gestão e manutenção do parque, enquanto o de Produtividade e Profissionalização será focado em gerar oportunidades para a comunidade. Para os amantes do esporte, haverá o setor de Jogos e Campeonatos, com infraestrutura adequada para a prática esportiva. Quem busca tranquilidade encontrará no setor de Lazer Contemplativo e Trilhas um espaço para contato com a natureza. As crianças terão uma área dedicada a elas no Parque Infantil, e as manifestações artísticas e culturais ganharão espaço próprio no setor de Artes e Cultura. Por fim, o setor de Proteção Ambiental será dedicado à preservação e educação ambiental. O projeto – A recuperação ambiental da área está dividida em duas fases. A primeira, já em execução e com previsão de entrega para dezembro deste ano, contempla a recuperação ambiental com contenção periférica e drenagem de lixiviados, drenagem passiva de biogás, modelagem geométrica do maciço, além da infraestrutura básica como rede viária interna com ciclovia e calçada, rede de drenagem de águas pluviais e iluminação pública. A segunda fase, também em execução, abrange as obras do parque propriamente dito e será entregue no primeiro trimestre de 2026. “Nós estamos na etapa final do projeto. A gente fez toda a parte de gabião e controle do lixiviado para preservar o mangue e agora estamos na parte da construção dos equipamentos, que vão funcionar aqui dentro. Vai ter equipamento ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, com curso de capacitação e formação; vamos ter a parte administrativa; a da Funjope, para atender à comunidade. Escolas de Samba, Ala Ursas, por exemplo, vão poder fazer seus ensaios neste espaço; teremos a parte de trilha, de restaurante, de cafeteria, um campo de futebol, quadra poliesportiva, basquete, handebol, vôlei, futsal. Vai ser um parque que vai atender toda a população de João Pessoa. O pôr do sol aqui, por exemplo, vai ser lindo de se ver”, declarou Vitor Cavalcante, coordenador executivo do Programa João Pessoa Sustentável. Para a Secretaria de Meio Ambiente, que será responsável pela gestão do novo equipamento, a iniciativa representa um marco na recuperação de áreas degradadas e na oferta de espaços de lazer para a população. Pedro Henrique Caetano das Flores, engenheiro ambiental da Secretaria, enfatizou o potencial do Parque. “Esse sem dúvida vai contemplar um espaço de grande proporção, onde vão ter vários espaços de lazer e as pessoas vão poder contemplar a beleza natural desse espaço para as suas atividades de lazer e bem-estar”, destacou.

Comitê Gestor do Programa João Pessoa Sustentável discute avanços e próximas entregas

O Comitê Gestor do Programa João Pessoa Sustentável realizou, nesta quarta-feira (6), a segunda reunião do ano na Estação Cabo Branco -Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano, com o objetivo de apresentar os avanços do programa e discutir as metas para os próximos meses. O encontro contou com a presença do vice-prefeito Leo Bezerra, representando o prefeito Cícero Lucena, do coordenador geral da Unidade Executora do Programa (UEP), Antônio Elizeu, do coordenador executivo, Vitor Cavalcante; da equipe da UEP, além de representantes do Instituto Áquila, secretarias municipais e estaduais e diversos órgãos. A importância do encontro foi reforçada pelo caráter estratégico do Comitê Gestor, que se reúne semestralmente para garantir a conformidade com as metas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), financiador do programa. De acordo com Antônio Elizeu, o Comitê busca otimizar a integração entre as secretarias e reduzir o retrabalho, de modo a acelerar as entregas, algumas delas já previstas para dezembro de 2024 e janeiro de 2025. “Reunião extremamente importante porque, no fundo, esse programa existe para a Prefeitura. Os secretários é quem vão usar aquilo que a gente está adquirindo. Essa integração vai facilitar, vai diminuir o retrabalho. E estamos muito felizes porque conseguimos diminuir a contrapartida junto ao BID, que financia o programa, e vamos entregar todos os produtos com mais celeridade. A população vai ter direito de usufruir tudo”, destacou Antônio Elizeu. O coordenador executivo, Vitor Cavalcante, ressaltou a importância do Comitê para fortalecer a atuação intersetorial dentro do governo e antecipou algumas das principais entregas de 2025, como o Complexo Beira-Rio, novas unidades habitacionais, Cras, Creis e uma Cozinha Comunitária, além do Parque Ambiental do Roger e o Centro de Cooperação da Cidade. “A gente compreende a importância desse Comitê, dessa intersetorialidade dentro do governo, e da relação que a gente tem junto com as secretarias. Vemos o Comitê como uma oportunidade para que cada secretaria assuma a sua responsabilidade dentro desse trabalho, oferecendo o suporte necessário para que o programa possa acontecer e beneficiar a cidade de João Pessoa”, afirmou Vitor Cavalcante. O secretário de Gestão Governamental e Articulação Política, Diego Tavares, enfatizou que o Comitê é essencial para garantir a continuidade dos projetos mesmo após o término do programa em 2026. Ele reforçou a necessidade de envolvimento contínuo das secretarias para assegurar que os serviços implantados se mantenham no longo prazo. “Esse é um Comitê extremamente importante para que os serviços permaneçam depois que o programa for concluído. Portanto, esse diálogo aqui é de extrema importância para atualizar e mobilizar os secretários. É um programa que faz parte de toda a gestão do prefeito Cícero e do vice-prefeito Leo. O Comitê tem a missão de interlocução com todas as secretarias, para que cada uma assuma seu papel e responsabilidade perante os projetos, seja na área do Complexo da Beira-Rio, seja na área do novo Parque do Roger, seja na área da reestruturação da própria Prefeitura”, pontuou Diego Tavares. A reunião também serviu para ajustar os detalhes das entregas que estão previstas para dezembro de 2023 e janeiro de 2025, fortalecendo o compromisso das secretarias e dos órgãos municipais em torno de um cronograma que visa elevar a infraestrutura urbana, a inclusão social e a qualidade de vida dos pessoenses. Comitê Gestor – É uma instância estratégica criada para assegurar a coordenação eficiente entre diversas secretarias e órgãos municipais e estaduais envolvidos na implementação do Programa João Pessoa Sustentável, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Reúne líderes governamentais, incluindo secretários municipais, representantes de órgãos estaduais e parceiros. Seu objetivo principal é promover uma gestão integrada e intersetorial. Composição- Secretarias Municipais de Gestão Governamental, Infraestrutura, Fazenda, Receita, Finanças, Habitação Social, Desenvolvimento Urbano, Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Cidadania, Planejamento, Administração, Meio Ambiente, Segurança Urbana e Cidadania, e outras, incluindo áreas essenciais como Saúde, Educação, Ciência e Tecnologia, e Políticas Públicas para Mulheres. Órgãos Executivos – Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, Procuradoria-Geral, Controladoria-Geral, Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP), Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-JP). Parceiros Estaduais e Federais – Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros (CB). Esse grupo diversificado garante que as ações do programa sejam amplamente coordenadas e que cada área desempenhe seu papel para promover avanços nas áreas de infraestrutura urbana, inclusão social e qualidade de vida para a população de João Pessoa.

João Pessoa Sustentável ultrapassa a marca das 100 unidades habitacionais entregues por meio da Compra Assistida

A Prefeitura Municipal de João Pessoa, por meio do Programa João Pessoa Sustentável, alcançou a marca das 102 casas entregues por meio da Compra Assistida, uma modalidade de reassentamento voltada para as famílias de áreas de risco no Complexo Beira Rio. Mais do que a realização de um sonho, essa é a certeza de moradia digna e segura para quem precisa e a consolidação do compromisso da gestão municipal com a promoção de direitos e da qualidade de vida para as famílias reassentadas. Maria de Lourdes, antiga moradora da comunidade Tito Silva, não escondeu a emoção a entrar na casa que agora é dela, de papel passado: “foram anos de luta e espera, mas hoje é um sonho realizado. Eu perdi tudo com as chuvas e agora tenho meu apartamento, graças a Deus e a toda a equipe que me ajudou”, contou, segurando a chave do imóvel escolhido por ela no bairro Jardim Cidade Universitária, na região sul. Thaynara Batista, filha de Lourdes, também celebrou a nova conquista e deu um conselho às famílias que estão cadastradas no Programa João Pessoa Sustentável: “o que a gente tem a dizer é que quem está na Compra Assistida ou no auxílio-aluguel não desista. Insista, porque no final vai dar certo, assim como deu pra gente. Foi um processo longo, mas no fim tudo deu certo, e a gente só tem a agradecer”.  No bairro Gramame, o beneficiado Rafael Silva de Santana também festejou a nova fase da vida, após deixar uma área de risco na Comunidade Santa Clara: “eu morava numa área perigosa, sempre com medo de deslizamentos. Hoje estou tranquilo, com minha chave na mão. É um trabalho muito bom, que traz segurança para a gente e para nossa família”, disse. “Chegamos a mais de 100 famílias beneficiadas com a Compra Assistida. São pessoas que viviam em áreas de risco, em condições de vulnerabilidade, e que agora têm um lar com toda a infraestrutura necessária. Elas mesmas escolhem o imóvel, e a Prefeitura realiza a compra, garantindo não só um novo endereço, mas dignidade, segurança e um bem que poderá ser deixado como herança para seus filhos”, destacou Vitor Cavalcante, secretário executivo do Programa João Pessoa Sustentável. O Secretário de Gestão Governamental de João Pessoa, Rougger Guerra, também ressaltou o impacto social da iniciativa: “é um trabalho que transforma vidas. Essas famílias construíram suas casas com muito esforço e precisaram sair por motivo de segurança. Nesses casos, o Programa garante primeiro o auxílio emergencial e, depois, realiza a compra assistida, para que a família escolha onde quer recomeçar. Isso é cidadania e respeito à dignidade humana”, afirmou. As entregas fazem parte do conjunto de ações de reassentamento promovidas pelo Programa João Pessoa Sustentável, que atua nas oito comunidades do Complexo Beira Rio: Tito Silva, Santa Clara, São Rafael, Padre Hildon Bandeira, Miramar, Vila Tambauzinho, Brasília de Palha e Cafofo Liberdade. As famílias contempladas foram removidas de áreas classificadas como de alto risco pela Defesa Civil e, após um período recebendo auxílio emergencial habitacional no valor de R$ 500 reais, tiveram a oportunidade de escolher a casa nova dentro dos padrões definidos pelo Programa para que João Pessoa seja uma cidade cada vez mais justa, inclusiva e resiliente. Fotos: Assessoria