Educação ambiental marca a Semana do Manguezal com trilhas, palestras e ações de reflorestamento

A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da Prefeitura de João Pessoa está apoiando, em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Associação de Sustentabilidade dos Pescadores, Ambientalistas e Moradores da Praia de Jacarapé (Aspamja), a programação de educação ambiental durante a Semana do Manguezal, que está acontecendo em Jacarapé até sábado (26). As atividades têm como objetivo conscientizar a população sobre a importância da preservação dos ecossistemas costeiros, com foco no manguezal da região Sul da Capital. O secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, destacou que as ações reforçam o compromisso da Semam em apoiar iniciativas de conscientização ambiental. “Entendemos que não se faz nada sozinho – e a Semam tem também o compromisso de apoiar as organizações do terceiro setor em suas mobilizações”, ressaltou. A programação inclui trilhas ecológicas, atividades de reflorestamento, palestras educativas e um passeio de caiaque pelo mangue. As atividades começaram na quarta-feira (23), com trilha contemplativa, plantio de mudas e palestra sobre a fauna do mangue, com participação especial da Escola Municipal Antônio S. Coelho. Nesta quinta-feira (24), às 18h30, o médico Antônio Almeida ministra uma palestra sobre a relação entre o meio ambiente e a saúde do coração, destacando como a preservação ambiental impacta diretamente na qualidade de vida da população. A palestra será ministrada na sede da Aspamjpa, na Rua Manoel Candido Soares,1311 , no bairor de Jacarapé. Na sexta-feira (25), as ações de reflorestamento e trilha ambiental continuam, com presença da Escola Municipal José Américo, também às 8h30, na sede da Aspamja. O evento será encerrado no sábado (26), com um passeio de caiaque pelo manguezal, com saída às 9h. O ponto de encontro será no Restaurante Jacarapé. A Semana do Manguezal em Jacarapé é organizada pela Aspamja – e conta com o apoio da Semam, UFPB/COEP, Instituto Viravida Pina e outras instituições parceiras comprometidas com a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável da região. Texto: Jô VitalEdição: Lilian MoraesFotografia: Assessoria
Prefeitura faz ação conjunta para desobstrução das margens do Rio Jaguaribe

A Prefeitura de João Pessoa realizou uma ação, nesta terça-feira (1º), coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente (Semam) para desobstrução das margens do Rio Jaguaribe, na altura do bairro do Rangel, com a retirada de aproximadamente 300 animais. A ação, iniciada no mês de março, faz parte do Programa João Pessoa Sustentável, com ações estratégicas para recuperar a qualidade ambiental e subsidiar a criação de políticas públicas permanentes de requalificação do Rio Jaguaribe. “O trabalho de hoje foi uma ação conjunta entre a Secretaria do Meio Ambiente, Guarda Civil Metropolitana, Polícia Ambiental, Secretaria de Infraestrutura, Emlur e Secretaria de Comunicação, além do apoio da Polícia Militar. O poder público unindo esforços para poder devolver essa área de preservação ambiental, poder fazer essa recomposição”, explicou Niedja Farias, chefe de Fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente. O capitão Dhiego Cassol, da Polícia Militar, acompanhou a ação. “Nós prestamos apoio à Prefeitura Municipal nessa ação da Semam. Foi uma ação preventiva para evitar qualquer tipo de reação por parte dos criadores, mas foi tudo tranquilo”, disse o capitão. A Polícia Militar esteve presente com um total de seis viaturas, somando esforços com o contingente da Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa também presente no local.“Hoje é uma ação mais efetiva no sentido de fazer a retirada desses animais. Nesta área existem duas pocilgas, além da criação de bovinos e aves. Na área tinha para mais de 300 animais, e todos os dejetos produzidos por eles, além de muito lixo, eram lançados, diariamente, no leito do Rio Jaguaribe, uma área de APP (Área de Preservação Permanente), ocupada de forma irregular sem autorização do Poder Público”, explicou. Niedja Farias afirmou que na área existem vários proprietários dos animais e que todos eles foram notificados. “Foi dado um tempo, feito diálogos. Iniciamos em março desse ano e eles foram notificados para fazer a retirada imediata. Eles explicaram a situação sobre a dificuldade de retirar os animais de imediato e nós tivemos esse cuidado para não prejudicá-los, inclusive, porque ali era fonte de renda para essas famílias”, explicou. A Semam emitiu um Termo de Apreensão e os animais foram todos retirados. O próximo passo será a demolição das construções e a retirada dos resíduos. Posteriormente, toda a área será recuperada. A chefe da Fiscalização da Semam, explicou que a ação feita no Rio Jaguaribe, no Rangel não é um caso isolado. A Pasta, recentemente, realizou diversas ações, a exemplo do trecho que corta o bairro do Bessa e também no bairro de Miramar. Consórcio – A revitalização do Rio Jaguaribe está sob a responsabilidade técnica do Consórcio Nippon Koei LAC/Regea. O monitoramento abrange 15 quilômetros do leito do rio. O trabalho inclui medições periódicas de vazão, nível, qualidade da água e dos sedimentos, com foco em indicadores como oxigênio dissolvido, turbidez, coliformes, fósforo e nitrogênio — fundamentais para avaliar o estado ambiental do rio e orientar sua recuperação. O projeto também prevê a retirada de diversas ocupações irregulares existentes no leito do rio, além de campanhas envolvendo a comunidade por meio de ações educativas, redes sociais, envio de informações por e-mail, placas informativas e canais de diálogo direto. A proposta é reforçar o vínculo da cidade com o rio e ampliar a consciência ambiental sobre sua relevância. Texto: Ângela CostaEdição: Lilian MoraesFotografia: Carlos Nunes
Prefeitura orienta população para que não use fogos com estampido durante festas juninas

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), orienta a população para que evite o uso de fogos de artifício com estampido durante as festas de São João. A recomendação dos técnicos da Semam tem como objetivo promover uma celebração mais inclusiva, segura e respeitosa para todos, especialmente para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e animais, que são diretamente afetados pelos ruídos intensos. Fogos com estampido, além de provocarem poluição sonora, podem causar crises sensoriais em pessoas com TEA, que costumam ter hipersensibilidade a sons altos. O barulho repentino também impacta a saúde e o bem-estar de animais domésticos e silvestres, podendo provocar pânico, fugas e até ferimentos. Os animais têm a audição mais sensível e podem sofrer ferimentos graves tentando fugir, escapando de janelas e varandas – em alguns casos o estresse pode provocar ataques cardíacos e até morte súbita, especialmente em animais com problemas de saúde pré-existentes. A Semam reforça que é possível manter a tradição das festas juninas com fogos de artifício silenciosos, que garantem o espetáculo de luzes sem causar sofrimento. “Celebrar com responsabilidade é um gesto de empatia. Precisamos pensar no coletivo e garantir que todos possam aproveitar o São João com segurança e respeito”, destaca o secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira. A Prefeitura lembra que a população pode buscar alternativas que mantenham o brilho e a beleza das comemorações, mas sem prejuízos à saúde e ao meio ambiente. A conscientização é uma das principais ferramentas para transformar práticas culturais em ações mais humanas e sustentáveis. Texto: Jô VitalEdição: Lilian MoraesFotografia: Arquivo/SECOM
Semam realiza recomposição da vegetação da mata ciliar do Rio Cabelo

A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da Prefeitura de João Pessoa vem realizando a recomposição da área degradada da mata ciliar do Rio Cabelo. Depois da retirada da vegetação invasora e do lixo das margens do rio, ação feita pela Defesa Civil, os técnicos da Divisão de Arborização e Reflorestamento da Semam estão fazendo o replantio das mudas de árvores nativas. Essa semana foi feito o plantio na área da nascente, em Mangabeira, e nesta quarta-feira (23) o plantio foi realizado na área do rio localizada na Penha. Foram replantadas 50 mudas de árvores nativas e entre as espécies plantadas estão perobinha, mogno, mulungu, barriguda e aroeira. As mudas foram produzidas pelos técnicos do Viveiro de Plantas Nativas, coordenado pela Semam. A ação faz parte do programa João Pessoa Cidade + Verde, que prevê o plantio de 33 mil árvores esse ano. As mudas estão sendo replantadas em áreas degradadas, parques urbanos, calçadas, canteiros de ruas e avenidas, escolas, Centros de Referência em Educação Infantil (Creis) e ainda nos condomínios entregues à população pela Prefeitura. As árvores também são plantadas na recuperação de áreas degradadas, como matas ciliares dos rios. O secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, destacou que o plantio e a distribuição de mudas de árvores nativas são ações permanentes desenvolvidas pelos técnicos da Semam. “As mudas são entregues em eventos públicos, em atividades do Calendário Ambiental, ações educativas em escolas e diversas outras ocasiões. Nós temos um compromisso permanente com a manutenção e a recuperação do patrimônio ambiental da cidade”, concluiu. A produção de mudas é feita a partir de sementes selecionadas pelos viveiristas do Viveiro Municipal de Plantas Nativas. A coleta das sementes é realizada em árvores consideradas matrizes, em várias cidades da Paraíba. As sementes são coletadas, selecionadas e beneficiadas, até se transformarem em pequenas mudas. Texto: Jô VitalEdição: Lilian MoraesFotografia: Assessoria