Pesquisa do Procon-JP para alimentos da cesta básica encontra variação de até 110,35% no óleo de soja

Pesquisa de preços realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para os alimentos da cesta básica encontrou uma variação de até 110,35% no óleo de Soja Liza, 900 ml, que está com preços entre R$ 8,79 (Mercadinho São João – Gramame) e R$ 18,49 (Rede Compras – Aeroclube), diferença de R$ 9,70. Mas a maior diferença de preço do levantamento do Procon-JP foi registrada no leite em pó integral Ninho 750g, R$ 9,75, com o produto oscilando entre R$ 30,15 (Varejão do Preço – Rangel) e R$ 39,90 (Atacadão – Geisel), variação de 32,34%. O Procon-JP realizou a pesquisa no dia 26 de agosto e traz preços de 91 produtos coletados em 16 supermercados da Capital, a exemplo de óleo, feijão (carioquinha e preto), arroz parboilizado, café, macarrão, massa para cuscuz, açúcar, sal, leite em pó e em caixa, margarina, manteiga, farinha de mandioca, maisena e biscoitos doces e salgados. Outras variações – Duas outras variações de preços chamam a atenção: a do quilo do arroz parboilizado Urbano tipo 1, 100,25%, que oscila entre R$ 3,99 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 7,99 (Manaíra – Manaíra), diferença de R$ 4,00; e a do quilo do sal Marlin, 79,14%, que está com preços entre R$ 1,39 (Varejão do Preço – Rangel) e R$ 2,49 (Mercadinho São João – Gramame), diferença de R$ 1,10. Outras diferenças – O café moído Santa Clara traz as outras duas maiores diferenças do levantamento: o de 500g, R$ 6,51, que está com preços entre R$ 31,99 (Mercadinho São João – Gramame) e R$ 38,50 (Super Box Brasil – Geisel), variação de 20,35%; e o de 250g, R$ 5,29, que oscila entre R$ 14,90 (Super Box Brasil – Geisel) e R$ 20,19 (Rede Compras – Aeroclube), variação de 35,5%. Supermercados visitados – O Procon-JP esteve nos seguintes estabelecimentos: Aquarius (Jaguaribe); Rede Compras (Aeroclube); Manaíra (Manaíra); Latorre e O Baratão (Torre); Super Box Brasil e Atacadão (Geisel); Mercadinho São João (Gramame); Assis (Mangabeira VIII/Cidade Verde); Varejão do Preço (Rangel); Varejão (Varjão); Menor Preço (Bairro dos Estados); Carrefour e Bemais (Bancários); SuperFácil Atacado (Água Fria); e Assaí Atacadista (Epitácio Pessoa). Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP – www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Pesquisa do Procon-JP para preço de combustíveis encontra a gasolina oscilando entre R$ 5,85 e R$ 6,05

O litro da gasolina nos postos de combustíveis da Capital está oscilando entre R$ 5,85 (Ferrari – Centro) e R$ 6,05 (JR – Manaíra) para pagamento à vista, aponta pesquisa comparativa realizada pelo Procon-JP dia 25 de agosto. O menor preço do produto se mantém o mesmo da pesquisa anterior, com o maior registrando queda de R$ 0,24, saindo de R$ 6,29 para R$ 6,05. Para pagamento no cartão, a gasolina comum registra um único preço: R$ 6,19 (Postos São José do Castelo Branco e de Cruz das Armas). A fiscalização do Procon-JP, que realizou uma operação de duas semanas nos postos de combustíveis gerando mais de 70 autuações e dezenas de notificações, continua atenta aos preços praticados nas bombas. Quanto à gasolina aditivada, o preço registra queda nas duas pontas em comparação ao último dia 18, com o menor saindo de R$ 5,98 para R$ 5,97 (Expressão – Torre) e o maior de R$ 6,64 para R$ 6,32 (Max – Oitizeiro) para pagamento à vista. Álcool – Já o álcool manteve o mesmo menor preço da semana passada para pagamento à vista: R$ 4,39 (Ferrari – Centro), mas o maior mostra alta, saindo de R$ 4,89 para R$ 4,99 (Santa Maria – Mangabeira), diferença de R$ 0,60. O produto oscila entre R$ 4,78 e R$ 4,99 para pagamento no cartão. S10 – Outro combustível que manteve o mesmo menor preço foi o diesel S10 em comparação com a última pesquisa realizada pelo Procon-JP, R$ 5,47 (Canaã – Água Fria), com o maior subindo de R$ 6,59 para R$ 6,66 (Ferrari – Centro), diferença de R$ 1,19 Diesel comum – O diesel comum registra leve queda no menor preço se comparado ao último dia 18 de agosto, saindo de R$ 5,49 para R$ 5,45 (Postos Estrela do Geisel e Independência – Tambiá), com o maior subindo de R$ 5,77 para R$ 5,99 (FX – Bessa) para pagamento à vista, diferença de R$ 0,54. GNV – O Procon-JP registra, ainda, que o Gás Natural Veicular (GNV) voltou a praticar apenas um único preço: R$ 4,86 (11 postos), o mesmo menor preço da pesquisa anterior para pagamento à vista. Consulte a tabela completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP –  www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP orienta e dá dicas ao consumidor sobre os direitos legais em caso de cancelamento de contratos

Quando se trata de cancelamentos de contratos, o consumidor tem várias dúvidas quanto aos seus direitos e ‘treme’ só de pensar nas multas que podem advir da desistência. Mas calma, existem leis como o Artigo 20 do CDC, a Resolução 632/2014 da Anatel e a Estadual 11.879/2021 que protegem o cidadão quanto ao tema. Sob a luz dessa legislação, o Procon-JP dá orientações e dicas para o consumidor ficar bem informado. O contrato é o documento que define o que as partes esperam uma da outra e, por lei, é permitido que possa ser cancelado, inclusive sem a aplicação de multas, dependendo da situação. Muitas vezes, ainda que o consumidor queira a rescisão do contrato, não leva o caso adiante por medo de ter que pagar multa alta. O primeiro alerta do Procon-JP ao consumidor é que seus direitos começam na assinatura do documento, seja para contratos de serviços que deve, inclusive, prevê circunstâncias alheias à vontade dos envolvidos, seja para bens adquiridos. Em ambos os casos, a legislação assegura proteção ao cliente. O secretário de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa, Junior Pires, explica que, em relação a bens adquiridos, o cancelamento pode ocorrer, mas em casos específicos, como apresentar problema ou defeito, descumprimento de oferta ou, ainda, através do direito de arrependimento quando se tratar de compras online. “O Código de Defesa do Consumidor garante os direitos do cidadão nesse quesito”. Junior Pires pontua que os cuidados com as cláusulas na hora da assinatura do contrato evita problemas futuros, principalmente em se tratando de serviços. “O artigo 20 do CDC aponta que o fornecedor é responsável pela plena execução e o consumidor deve ficar atento para saber se foi contemplado ou não com o resultado”. Vícios de qualidade – Ele acrescenta que tudo deve ficar claro e explícito, não importa qual o tipo de serviço, inclusive prevendo problemas circunstanciais durante a execução. “O artigo 20 do CDC prevê que o fornecedor responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade na oferta ou na mensagem publicitária”. O titular do Procon-JP explica que caso haja atraso por parte do fornecedor, o pagamento deve ser feito no valor acordado quando da assinatura do contrato, salvo se houver uma cláusula dizendo outra coisa e que foi aceita pelo consumidor. Ainda sobre atraso na finalização do serviço, o consumidor deve ser avisado com antecedência pela empresa. “Não importa se o atraso é por problemas técnicos ou operacionais, e se é inevitável. O consumidor deve ficar ciente para ter o direito de optar se espera ou se vai atrás de outro fornecedor”. Fidelização – A Lei Estadual 11.879/2021 e a Resolução 632/2014 da Anatel garantem ao consumidor o questionamento do contrato de fidelização em serviços de telefonia fixa, móvel e de banda larga se for constatada a má prestação de serviço por parte da concessionária. O atendimento insatisfatório ficará caracterizado quando houver descumprimento de quaisquer das cláusulas contratuais ou de regras estabelecidas pela Anatel para esse tipo de serviço. A legislação estadual prevê a obrigatoriedade de inclusão de cláusulas nos contratos de adesão aos serviços de telefonia em suas várias modalidades, liberando o consumidor do contrato de fidelização junto às empresas, sem nenhum ônus, caso fique constatada a má qualidade do serviço. Multas – Em outras situações pode haver a cobrança de multas, mas o consumidor deve continuar atento porque toda multa tem limite e depende do que prevê o contrato. Também é importante observar se existe alguma cláusula que permita o cancelamento sem ônus e se serve apenas para o fornecedor. “Nesse último caso, o documento deve ser contestado como cláusula abusiva, já que garante vantagem apenas para um lado”, informa Junior Pires. Atendimentos do Procon-JP Sede:Avenida Pedro I,382, Tambiá, das 8h às 17h; Telefone:0800 083 2015; Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179; WhatsApp Transporte público: (83) 98873-9976; Instagram: @procon_jp; Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br; Procon-JP Digital:totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall.

Pesquisa do Procon-JP registra diferença de R$ 35,01 no preço do botijão de 13 quilos do gás de cozinha

O consumidor que vai comprar um botijão de 13 quilos do gás de cozinha deve consultar, antes, a pesquisa do Procon-JP, que registrou uma diferença de até R$ 35,01, com o produto oscilando entre R$ 84,99 (Posto Via Oeste – Alto do Mateus) e R$ 120,00 (Mercadinho Pedro Gondim – Pedro Gondim), para pagamento à vista, os mesmos preços da pesquisa anterior. A variação do gás está em 41,19% e a média em R$ 108,17. A pesquisa do Procon-JP indica, ainda, onde encontrar o segundo menor preço do gás de cozinha mais barato: R$ 100,00 (ADM Gás – Mandacaru e Alex Gás – Alto do Mateus). Para pagamento no cartão, o produto oscila entre R$ 89,99 (Posto Via Oeste – Alto do Mateus) e R$ 120,00 (Mercadinho Pedro Gondim – Pedro Gondim), com média de R$ 111,93, variação de 33,5% e diferença de R$ 30,01. O segundo menor preço nessa modalidade de pagamento foi encontrado a R$ 105,00 (ADM Gás – Alto do Mateus e Alex Gás – Cruz das Armas). O levantamento da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor foi realizado em 30 estabelecimentos no dia 21 de agosto em 26 bairros de João Pessoa e traz, ainda, preços do vasilhame com 13 quilos, cheio. Vasilhame cheio – Já o vasilhame do botijão de 13 quilos, cheio, mostra uma diferença de R$ 50,00, com os preços sendo praticado entre R$ 280,00 (ADM Gás – Alto do Mateus) e R$ 330,00 (Bancários Gás – Bancários) para pagamento à vista, com variação de 17,86% e média de R$ 310,00. O segundo menor preço está em R$ 300,00 (Luizinho Gás – Jaguaribe, Depósito D’Almir  – Bairro dos Estado). O levantamento do Procon-JP constatou, também, que para pagamento no cartão, o preço do mesmo produto está oscilando entre R$ 300,00 (ADM Gás – Alto do Mateus e Depósito do D’Almir – Cruz das Armas) e R$ 350,00 (Bancários Gás – Bancários). O segundo menor preço está em R$ 320,00 (Luizinho Gás – Jaguaribe e Jonas Gás – Paratibe). Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP –www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Quilo do pão francês tem variação de 130,15% e Procon-JP encontra menor preço a R$ 9,95

O quilo do pão francês está com uma variação de 130,15% nas padarias da Capital, segundo pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para preços do produto, que oscila entre R$ 9,95 (Pão da Vida – Mangabeira) e R$ 22,90 (Bonfim – Tambaú). A diferença está em R$ 12,95 e a média em R$ 16,38. Clique aqui e confira a pesquisa completa. O Procon-JP, que levantou preços, ainda, do pão para cachorro quente, do pão para hambúrguer e do pão de caixa, visitou 30 padarias da Capital no dia 20 de agosto, trazendo valores coletados em 28 bairros de João Pessoa. Os outros menores preços do pão francês encontrados pela pesquisa foram registrados a R$ 12,00 (Panificadora Vasconcelos – Cruz das Armas, Panificadora e Lanchonete José Américo – José Américo e Ponto das Massas – Cristo); e a R$ 12,75 (Soares – Bairro das Indústrias). Cachorro quente – Quanto ao pão para cachorro quente, o produto oscila entre R$ 11,99 (Acácia Pães e Massa – Bancários) e R$ 29,80 (Bonfim – Tambaú), diferença de R$ 17,81, variação de 148,54% e média de R$ 17,96. O segundo menor preço está em R$ 12,00 (Panificadora e Lanchonete José Américo – José Américo), seguido de R$ 12,50 (Soares – Bairro das Indústrias) e R$ 12,99 (Cavalcanti – Torre). Hambúrguer – A pesquisa mostra que o preço do pão para hambúrguer está sendo praticado entre R$ 12,00 (Panificadora e Lanchonete José Américo – José Américo) e R$ 27,90 (Cabo Branco – Cabo Branco). A diferença está em R$ 15,90, a variação em 132,50% e a média em R$ 18,94. Os outros dois menores preços do produto foram registrados a R$ 12,50 (Soares – Bairro das Indústrias) e R$ 12,99 (Cavalcanti – Torre e Dois Irmãos – Jaguaribe). Pão de caixa – O Pão de caixa está com uma diferença de R$ 17,10, com os preços oscilando entre R$ 12,70 (Soares – Bairro das Indústrias) e R$ 29,80 (Bonfim – Tambaú), com variação de 134,65% e média de R$ 19,48. O Procon-JP encontrou os outros menores preços a R$ 12,99 (Cavalcanti – Torre), seguido de R$ 13,00 (Sabor de Pão – Cruz das Armas) e R$ 13,49 (Dois Irmãos – Jaguaribe). Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP –www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP alerta consumidor sobre lei que proíbe consumo mínimo em compras por delivery

O Procon de João Pessoa alerta ao cidadão pessoense para mais uma legislação de proteção e defesa do consumidor que está em vigor na Paraíba. Trata-se da Lei Estadual 13.826/2025, que proíbe a exigência de valor mínimo em compras por aplicativos de delivery. Em janeiro deste ano, o Procon-JP autuou a empresa iFood por essa cobrança indevida, baseado no Código de Defesa do Consumidor (CDC). A nova norma paraibana garante que se compre apenas o item desejado sem que o consumidor tenha que adquirir um artigo a mais para atingir o valor mínimo estipulado pela empresa. O secretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Junior Pires, salienta que já havia a proibição do consumo mínimo sob a luz do CDC em seu Artigo 39, inciso I e IX.   Junior Pires lembra que o Procon-JP autuou, no início deste ano, o aplicativo iFood por cobrança irregular de consumo mínimo nas compras realizadas através da plataforma, com caracterização de venda casada, o que infringe a liberdade de escolha do consumidor decorrente da imposição de um produto ou serviço secundário para ter acesso ao produto principal e a consequente prática abusiva, prevista no CDC. Reforço – A nova legislação proíbe que qualquer plataforma de entrega em funcionamento na Paraíba imponha um valor mínimo, obrigando o cliente a comprar outro item indesejado. “A Lei Estadual 13.826/2025 vem reforçar, ainda mais, a ilegalidade da cobrança indevida do consumo mínimo por parte das empresas de delivery. Estamos atentos para que sua aplicação seja plena em João Pessoa”, garante Junior Pires. Punições – A legislação estadual já traz em seu texto as punições previstas para quem descumprir a norma. A primeira medida é a advertência por escrito e, em caso de reincidência, haverá autuação e a consequente multa de mil Ufirs. “Em caso extremo também está prevista a suspensão temporária das atividades da empresa por até 30 dias”, informa o titular do Procon-JP. Atendimentos do Procon-JP Sede:Avenida Pedro I,382, Tambiá, das 8h às 17h; Telefone:0800 083 2015; Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179; WhatsApp Transporte público:(83) 98873-9976; Instagram: @procon_jp; Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br Procon-JP Digital:totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall.

Diferença no preço do filé bovino chega a R$ 50,09 em pesquisa para carnes realizada pelo Procon-JP

A diferença no preço do quilo do filé bovino sem cordão chega a R$ 50,09 em pesquisa realizada pelo Procon-JP em supermercados e açougues de feiras livres da Capital, com o produto oscilando entre R$ 49,90 (Açougue Conficarnes – Mercado de Mangabeira) e R$ 99,99 (Supermercado Rede Compras – Aeroclube), variação de 100,38%. Confira aqui a pesquisa de preços. A maior variação da pesquisa, 150,09%, ficou, no entanto, com o quilo da bisteca suína, que está com preços entre R$ 15,99 (Supermercado Menor Preço – Bairro dos Estados) e R$ 39,99 (Supermercado Super Box Brasil – Geisel), diferença de R$ 24,00. O levantamento da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor foi realizado no dia 19 de agosto em 26 locais, coletando preços de 97 tipos de carnes, a exemplo da bovina (em cortes e moída, além de fígado), frango, miúdos de frango, bacon, linguiça, além de ovos (brancos e vermelhos). Tabela completa – O consumidor que quiser economizar nesse item da feira deve consultar a pesquisa do Procon-JP, que indica onde encontrar os vários tipos de carnes mais baratos, precisando, apenas, consultar a tabela completa de preços nos sites da Prefeitura de João Pessoa www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjoaopessoa.pb.gov.br Mais Diferenças – Mais duas diferenças nos preços da carne estão bem aparentes: no quilo da picanha nacional, R$ 44,90, que está com preços entre R$ 45,00 (Açougue Valeu o Boi – Mercado do Bairro dos Estados) e R$ 89,90 (Supermercados Atacadão – Geisel e Carrefour – Bancários), variação de 99,78%; e no quilo do contrafilé bovino, R$ 43,90, que oscila entre R$ 38,00 (Açougues Valeu o Boi – Mercado do Bairro dos Estados e Frigolito – Mercado Central) e R$ 81,90 (Supermercado Atacadão – Geisel), variação de 115,53%. Outras variações – Outras duas variações estão bem significativas: no quilo da fraldinha, 146,33%, que está com preços entre R$ 30,00 (Açougue Carne Certa – Mercado do Bairro dos Estados) e R$ 73,90 (Supermercado Atacadão – Geisel), diferença de R$ 43,90; e no quilo da carne moída, 119,06%, que oscila entre R$ 19,99 (Supermercado Manaíra – Manaíra) e R$ 43,79 (Supermercado Carrefour – Bancários), diferença de R$ 23,8. Frango – No item frango, a maior variação de preço da pesquisa ficou com o quilo da moela, 114,29%, que oscila entre R$ 7,00 (Açougue Neto Aves – Mercado de Mangabeira) e R$ 15,00 (Açougue Rô Aves – Mercado do Bairro dos Estados), diferença de R$ 8,00. Ovos – O Procon-JP também levantou preços de ovos e encontrou a maior variação, 15,87%, na bandeja com 30 unidades do branco da marca Da Gema, que está com preços entre R$ 18,90 (Supermercado Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 21,90 (Supermercado Menor Preço – Bairro dos Estados), diferença de R$ 3,00. Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP oferece atendimento jurídico e serviços de saúde e beleza no bairro do Costa e Silva

Atendimentos jurídico, de saúde e de cuidados pessoais são as diversas assistências que os moradores da Comunidade do Taipa, no bairro do Costa e Silva, receberão neste sábado (16 ), a partir das 8h, no Centro Paroquial Comunitário instalado na Rua Claudionor das Neves Cardoso, S/N. O consumidor que precisar de assistência jurídica na relação de consumo deve ir até ao ônibus do Procon-JP móvel que receberá orientações e, se necessário, será aberta uma reclamação e o consequente processo administrativo. O secretário do Procon-JP, Junior Pires, alerta que é importante levar os originais e as cópias de documentos como identidade, CPF, comprovante de residência e a nota fiscal ou o contrato referente à reclamação. “São os documentos necessário para abrir uma reclamação”, ressalta Junior Pires. Consulta Serasa – O atendimento no Procon-JPmóvel também disponibiliza consulta gratuita ao Serasa e o consumidor que precisar desse serviço precisa apenas apresentar o CPF. Em caso das informações serem para terceiros, é necessária uma procuração devidamente autorizada em nome da pessoa a ser consultada. Saúde – No quesito assistência à saúde, haverá atendimento médico proporcionado pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PBSaúde), a exemplo de aferição de glicemia e de pressão arterial. “A ações do ‘Procon-JP no seu bairro’ vem contando com a importante parceria da PBSaúde, que atende as pessoas em seu próprio local de moradia”, pontua Junior Pires. Cuidados pessoais – Dentro das atividades para os moradores do Costa e Silva e Comunidade Taipa, estão, ainda, ações de autocuidados e embelezamento como a presença de cabeleireiros unissex, design de sobrancelhas e esmaltação de unhas, além de ventosaterapia e massagem corporal. Caravana do Cuidar – O Procon-JPmóvel também participa da ação da Prefeitura de João Pessoa ‘Caravana do Cuidar’, toda sexta-feira, que faz atendimento itinerante à população em várias localidades através dos vários serviços disponibilizados pelas secretarias do Município. Serviço: Procon-JP no seu bairro Data: 16/08/2025 Local: Centro Paroquial Comunitário (Rua Claudionor das Neves Cardoso, S/N – Bairro do Costa e Silva/Comunidade Taipa) Horário: A partirdas 8h

Margarina registra variação de mais de 97% em pesquisa do Procon-JP para alimentos da cesta básica

A margarina registra a maior variação entre os alimentos mais comuns da cesta básica, 97,11%, a exemplo da marca Qualy 250g, que oscila entre R$ 3,80 (Super Box Brasil – Geisel) e R$ 7,49 (Manaíra – Manaíra), diferença de R$ 3,69. A pesquisa de preços realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor esteve em 11 supermercados da Capital. Confira aqui a tabela de preços. O Procon-JP, no entanto, encontrou a maior diferença do levantamento no leite em pó integral Ninho 750g, R$ 12,91, com o produto sendo praticado entre R$ 31,99 (SuperFácil Atacado – Água Fria) e R$ 44,90 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa), variação de 40,36%. A pesquisa do Procon-JP foi realizada no dia 13 de agosto e traz preços de 86 produtos, a exemplo de óleo, feijão (carioquinha e preto), arroz parboilizado, café, macarrão, massa para cuscuz, açúcar, sal, leite em pó e em caixa, margarina, manteiga, farinha de mandioca, maisena e biscoitos doces e salgados. Outras variações – Duas marcas do quilo do arroz parboilizado tipo 1 ficaram com as duas outras maiores variações: Biju, 89,09%, com preços entre R$ 4,49 (Super Box Brasil – Geisel) e R$ 8,49 (SuperFácil Atacado – Água Fria), diferença de R$ 4,00; e a Tio João, 80,61%, que oscila entre R$ 4,59 (Atacadão – Geisel) e R$ 8,29 (Latorre – Torre), diferença de R$ 3,70. Outras diferenças – Outras grandes diferenças foram constatadas no leite em pó integral Piracanjuba 750g, R$ 5,41, que está com preços entre R$ 32,49 (Rede Compras – Aeroclube) e R$ 37,90 (Super Box Brasil – Geisel), variação de 16,65%; e o café moído Melita 250g, R$ 4,80, que oscila entre R$ 16,99 (Atacadão – Geisel) e R$ 21,79 (Latorre – Torre), variação de 28,25%. Supermercados visitados – O Procon-JP esteve nos seguintes estabelecimentos: Assaí Atacadista (Epitácio Pessoa); Rede Compras (Aeroclube); Latorre (Torre); Super Box Brasil e Atacadão (Geisel); Varejão (Varjão) Assis (Mangabeira XIII/Cidade Verde); Varejão do Preço Rangel); SuperFácil Atacado (Água Fria); Rede Menor Preço (Bairro dos Estados); e Manaíra (Manaíra). Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP fiscaliza postos de combustíveis por aumento de R$ 0,40 no preço da gasolina no final de semana

A Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa (Procon-JP) deu início, às 7h desta segunda-feira (11), à Operação Margem Explosiva que está fiscalizando os postos de combustíveis da Capital para coibir possíveis aumentos abusivos no preço da gasolina ocorridos no final de semana, com alguns estabelecimentos mostrando alta de até R$ 0,40 no preço do produto, nas bombas. Também serão inspecionadas as bombas (e bico) em ação conjunta com o Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (Imeq-PB), bem como a validade dos produtos comercializados nos postos e conveniências. A Operação conta com o apoio da Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa. De acordo com o secretário Junior Pires, o Procon-JP está apurando irregularidades nos valores praticados nas bombas desde o final de semana. “Recebemos denúncias dos consumidores e já constatamos, no sábado e no domingo, que realmente houve aumento no preço da gasolina em alguns locais. Estamos cobrando uma explicação dos postos para essa alta”, comentou. Explicação – Junior Pires salienta que, no primeiro momento da Operação, o foco são os postos que aumentaram a gasolina em R$ 0,40. Ele explica que o nome da Operação- Margem Explosiva- está contextualizada na justificativa dos donos de postos e distribuidoras de que os aumentos, quando ocorrem, são no sentido de recomposição da margem de lucro. “Consideramos que um aumento de R$ 0,40 em alguns postos de um dia para outro é uma margem bem explosiva e vai direto para o bolso do consumidor que já paga caro pelo produto”, explicou. O titular do Procon-JP esclarece que a fiscalização toma como parâmetro os preços coletados semanalmente nas pesquisas de preços realizadas pela Secretaria e que é comparativa. Os postos deverão se explicar através de documentos, como as últimas notas fiscais de compra e venda dos combustíveis, que deverão ser analisadas e se está havendo abusividade. “O consumidor que quiser denunciar possíveis irregularidades pode entrar em contato com o Procon-JP através do telefone 83 3213-4702 ou do whatsapp 83 98865-0179 ou ainda, pelo site procon.joaopessoa.pb.gov.br .” Penalidades – Os estabelecimentos que forem pegos praticando irregularidades estão sujeitos às penalidades previstas na legislação, a exemplo da aplicação de multas e, dependendo da gravidade, ter as atividades suspensas temporariamente. O prazo legal para a defesa de 10 dias úteis a partir da data do recebimento do documento. Atendimentos do Procon-JP Sede: Avenida Pedro I, 382, Tambiá, das 8h às 17h Telefone: 0800 083 2015 Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179 WhatsApp Transporte público: (83) 98873-9976 Instagram: @procon_jp Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall