Pesquisa do Procon-JP para preços de carne registra diferença de quase R$ 80 no filé bovino

O consumidor que pretende fazer feira de carnes esta semana deve ficar atento aos preços e consultar a pesquisa realizada pelo Procon-JP em supermercados e açougues de feiras livres da Capital. O levantamento mostra que a diferença pode chegar a até R$ 79,99 no quilo do filé bovino sem cordão, que está oscilando entre R$ 40,00 (Box C6 – Mercado do Bairro dos Estados) e R$ 119,99 (Supermercado Manaíra – Manaíra), com variação de 199,98%. Confira aqui a tabela de preços. A maior variação da pesquisa foi encontrada no quilo da carne moída pronta, 400%, que está com preços entre R$ 10,00 (Açougue Valter do Bode – Mercado da Torre) e R$ 50,00 (Supermercado Menor Preço – Bairro dos Estados), diferença de R$ 40,00, seguida do quilo do contrafilé bovino, 317,59%, que oscila entre R$ 17,00 (Açougue Valter do Bode – Mercado da Torre) e R$ 70,99 (Rede Compras – Bessa), diferença de R$ 53,99 e do quilo de chã de dentro, 143,04%, com preços entre R$ 25,00 (Açougue Valter do Bode – Mercado da Torre) e 55,90 (Supermercado Assai Atacadista – Epitácio Pessoa). O Procon-JP realizou a pesquisa de preços no dia 14 de janeiro e visitou 32 estabelecimentos, coletando preços de 71 tipos de carnes, a exemplo da bovina (em cortes e moída, além de fígado), suína, frango (inteiro e em pedaços), miúdos de frango, bacon, linguiça e ovos (brancos e vermelhos). Mais diferenças – A pesquisa traz, ainda, outras grandes diferenças nos preços da carne, a exemplo da encontrada no quilo da picanha nacional, R$ 49,95, com preços entre R$ 35,00 (Açougue do Vando – Mercado Central) e R$ 84,95 (Supermercado Bemais – Bancários), uma variação de 142,71%; e no quilo da fraldinha, R$ 39,90, que oscila entre R$ 28,00 (Açougue do Vando – Mercado Central e Açougue Valter do Bode – Mercado da Torre) e R$ 67,90 (Supermercado Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa), variação de 142,80%. Frango – O Procon-JP mostra, ainda, preços para o frango, que está com a maior variação registrada no quilo da moela Sadia, 85,71%, oscilando entre R$ 7,99 (Açougue Neto Aves – Mercado de Mangabeira) e R$ 13,00 (Açougue Rô Aves – Mercado do Bairro dos Estados), diferença de R$ 6,00. A maior diferença, porém, ficou com o quilo do coração, R$ 14,10, oscilando entre R$ 22,89 (Supermercado Carrefour – Bancários) e R$ 36,99 (Bemais – Bancários), variação de 61,6%. Ovos – Quanto aos preços dos ovos, o Procon-JP encontrou a maior variação na bandeja com 12 unidades do ovo vermelho, 70%, com preços entre R$ 5,00 (Carlos do Ovo – Mercado Central) e R$ 8,50 (China Ovos – Mercado da Torre), diferença de R$ 3,50; A maior diferença ficou com a bandeja com 30 unidades do ovo branco, R$ 8,00, com preços entre R$ 12,00 (Carlos Ovos – Mercado Central) e R$ 20,00 (Açougue Amanda Aves – Mercado do Bessa), variação de 66,67%. Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP notifica 38 estabelecimentos na Orla para explicar possível aumento abusivo de preços

A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor notificou 38 estabelecimentos comerciais – entre bares, restaurantes e similares -, que funcionam na Orla da Capital. A ação faz parte da Operação Verão 2025, iniciada, nesta sexta-feira (3), com o intuito de fiscalizar os estabelecimentos, e também comerciantes, para coibir a prática irregular de preços exorbitantes, como está previsto no Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). O Procon-JP ainda verificou o cumprimento de leis que regem a relação de consumo nesses locais. Donos de bares e restaurantes terão o prazo máximo de 48 horas para apresentar o cardápio de preços utilizado por este estabelecimento em 1º de outubro de 2024, bem como o atualmente praticado, com a comprovação fiscal dos preços praticados nestas datas, a fim de apurar eventual aumento abusivo e injustificado sobre os preços dos produtos oferecidos durante este período de alta estação. Os vendedores de coco e locadores de mesas e cadeiras também terão que apresentar justificativa para os preços atualmente praticados, no mesmo prazo. Caso seja constatado o aumento de preços abusivos, a concessão de uso do espaço poderá ser cassada. O Procon-JP alerta que o aumento abusivo e desproporcional de preços será punido nos termos do art. 39, incisos V e X, do Código de Defesa do Consumidor, que “proíbe a exigência de uma vantagem manifestamente excessiva do consumidor”, além de proibir “o aumento de preços sem justa causa”. Atendimentos do Procon-JP: Sede: Avenida Pedro I, nº 473, Tambiá; Recepção: 3213-4702; Procon-JP na sua mão: 9 8665-0179; WhatsApp Transporte público:  9 8873-9976; Instragram: @procon_jp; Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br; Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall

Procon-JP deflagra nesta sexta a Operação Verão 2025 em bares e restaurantes da Capital para coibir preços abusivos

A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor deflagra nesta sexta-feira, 03, a Operação Verão 2025 que vai fiscalizar os bares, restaurantes e similares em toda Orla da Capital para coibir a prática irregular de preços exorbitantes, como está previsto no Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Além dos preços abusivos, o Procon-JP também vai verificar o cumprimento de leis que regem a relação de consumo nesses locais. A fiscalização, que não tem prazo para acabar, tem o objetivo de proteger não apenas os pessoenses, mas também os turistas que estão lotando a cidade, principalmente as praias. O secretário Rougger Guerra pontua que João Pessoa se desenvolveu bastante nos últimos anos e hoje está colhendo os frutos desse trabalho. “É extremamente gratificante para todos que ajudaram na construção da imagem desta cidade linda e hospitaleira e, por isso, devemos ficar atentos para coibir irregularidades”. Ele acrescenta que, com o aumento do turismo e o desenvolvimento de João Pessoa como um todo, há o natural aumento da demanda e, via de consequência, o aumento de preço de produtos e serviços, principalmente aqueles relacionados com o ambiente turístico. Prática ilícita – Rougger Guerra informa que não existe tabelamento de preços para esses locais e o Procon-JP não vai entrar nessa seara. “O que vamos coibir, através da Operação que se inicia hoje, é a prática do aumento abusivo e injustificável de preços que vem sendo denunciados pela população e visitantes. Trata-se de prática ilícita de se aproveitar do período para promover aumento extorsivo de preços”. Logística – O titular do Procon-JP explica a logística da Operação: “Vamos utilizar parâmetros de comparação de preços atuais e anteriores praticados por estes estabelecimentos para aferir a razoabilidade e proporcionalidade dos aumentos promovidos. Tudo nos termos do Artigo 39 V e X do CDC. Estamos diligentes para proteger o consumidor turista, como fazemos durante todo ano com o consumidor pessoense”. Alerta – A fiscalização está inspecionando desde as leis mais básicas que constam no Código de Defesa do Consumidor, além da legislação editada no município de João Pessoa e do Estado da Paraíba, bem como normas federais que surgiram após o CDC. “Na dúvida, o consumidor deve acionar o Procon-JP através do número 83 3213-4702, do Whats 83 98665-0179 ou do site procon.joaopessoa.pb.gov.br”, alerta Rougger Guerra. Autuações e sanções – Os estabelecimentos que forem autuados na Operação Verão 2025 estão sujeitos a sanções como multas e, em casos mais graves e de reincidência, a suspensão temporária dos serviços. Os estabelecimentos têm 10 dias para realizarem a defesa junto ao Procon-JP, como garante a legislação vigente. Atendimentos do Procon-JP Sede: Avenida Pedro I, 473, Tambiá Recepção: 83 3213-4702 Procon-JP na sua mão: 83 98665-0179 WhatsApp Transporte público: 83 98873-9976 Instragram: @procon-jp Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall