Fiscalização do Procon-JP às lojas de artigos infantis apreende mais de 1,8 mil itens esta semana

A fiscalização do Procon-JP junto às lojas que comercializam produtos de lazer infantil apreendeu 1.864 itens como boias de vários tipos piscinas infantis, bola de sopro, flauta entre outros, só esta semana. Os artigos apresentavam irregularidades como a falta do Selo de Qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A fiscalização, que iniciou no dia 16, continua nesta sexta-feira (19), e se estenderá até a véspera do Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro. Na última terça-feira (16), a inspeção do Procon-JP apreendeu 440 itens entre boias e piscinas infantis que estavam sem o Selo de Qualidade do Inmetro, data de fabricação e de validade e com as informações de uso apenas em língua estrangeira. O secretário Junior Pires informa que o objetivo da fiscalização é verificar a qualidade dos produtos destinados ao público infantil, bastante procurados no de outubro devido à comemoração do Dia das Crianças no próximo dia 12. O titular do Procon-JP pontua que a ausência de informações específicas como finalidade e indicação de idade em artigos de lazer infantil é uma grave irregularidade e deixa o consumidor sem ter como avaliar se o produto é realmente seguro. “Por isso, até à véspera do Dia das Crianças, vamos inspecionar o comércio de brinquedos e artigos de lazer infantil”. Prazo – Os estabelecimentos em que os itens foram apreendidos têm 10 dias a contar da data do recebimento do documento para procederem a defesa junto ao Procon-JP. Atendimentos do Procon-JP Sede: Avenida Pedro I, 382, Tambiá, das 8h às 17 Telefone: 0800 083 2015 Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179 WhatsApp Transporte público: (83) 98873-9976 Instagram: @procon_jp Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br  Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall.

Procon-JP inicia fiscalização às lojas de brinquedo; inspeção já apreendeu 440 artigos irregulares

A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa deu início, nesta terça-feira (16), a operação de fiscalização nas lojas físicas que comercializam brinquedos e artigos infantis da Capital. A inspeção, que vai se estender até o próximo 12 de outubro, Dia das Crianças, apreendeu nesse primeiro dia de trabalho 440 produtos em um dos estabelecimentos visitados. A apreensão ocorreu devido à falta do Selo de Qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), bem como da precariedade de informações nas embalagens dos produtos como, por exemplo, a que idade se destina, além de dezenas de artigos importados sem informações em língua portuguesa. O objetivo da fiscalização é verificar se os produtos destinados às crianças estão em conformidade com o que prevê a legislação. O Procon-JP inspeciona a aplicação de um check list de leis, a exemplo das especificações que devem conter nas embalagens e que são previstas pelo Inmetro. De acordo com o secretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Junior Pires, o consumidor deve verificar, além do Selo de Qualidade do Inmetro, se o brinquedo traz na embalagem informações como a faixa etária a que se destina. “As informações nas embalagens devem estar escritas em português, ainda que o produto tenha sido fabricado no exterior. As instruções de montagem e de uso devem ser legíveis e compreensíveis”, ressaltou. Junior Pires explica que algumas irregularidades podem, inclusive, afetar a segurança e a saúde das crianças.“Como se trata de produtos destinados ao público infantil, inclusive os da primeira idade, todo cuidado é pouco para que não se torne um problema. A operação é uma questão de segurança”, frisou. Atendimentos do Procon-JP Sede:Avenida Pedro I,nº 382, Tambiá, das 8h às 17h; Telefone:0800 083 2015; Procon-JP na sua mão: (83) 9 8665-0179; WhatsApp Transporte público:(83) 9 8873-9976; Instagram: @procon_jp; Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br; Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall.

Diferença no preço da fralda passa dos R$ 50 em pesquisa de produtos para bebês realizada pelo Procon-JP

O consumidor que está pretendendo comprar fraldas infantis descartáveis ou produtos como lenços umedecidos, pomadas e cremes para assaduras e sabonetes para bebês deve consultar a pesquisa de preços realizada pelo Procon-JP, pois as diferenças para uma mesma marca e especificações estão bem significativas, a exemplo das encontradas em dois tipos da Pampers, R$ 50,09. Na Pants Ajuste total G com 72 unidades, que está oscilando entre R$ 99,90 (Gold Farma – Jardim Cidade Universitária) e R$ 149,99 (Pague Menos – Epitácio Pessoa), variação de 50,14%; e na Pampers Ajuste Total XXG 60 unidades, com preços entre R$ 99,90 (Gold Farma – Jardim Cidade Universitária) e R$ 149,99 (Pague Menos e Redepharma – Epitácio Pessoa), variação de 50,14%. O levantamento do Procon-JP, que coletou preços de 86 itens e foi realizado no dia 15 de setembro em oito farmácias, mostra, ainda, que a pomada para prevenção de assaduras, Bepantriz 30g está com a maior variação, com preços entre R$ 14,99 (Francy – Beira-Rio) e R$ 36,99 (Pague Menos – Epitácio Pessoa), diferença de R$ 22,00. Outras grandes variações nos preços foram encontradas no lenço umedecido Huggies, 81,46%, que oscila entre R$ 19,90 (Pague Menos – Epitácio Pessoa) e R$ 36,11 (Francy – Beira-Rio), diferença de R$ 16,21; seguido do sabonete líquido de glicerina Jonhson’s Baby 400ml, 51,87%, que está com preços entre R$ 26,99 (Pague Menos – Epitácio Pessoa) e R$ 40,99 (Francy – Beira-Rio), diferença de R$ 14,00. Pomadas – A fralda Pampers Pants Premium Care XG 64 unidades ficou com a terceira maior diferença, R$ 29,00, com preços entre R$ 156,99 (Pague Menos – Epitácio Pessoa) e R$ 185,99 (Redepharma – Epitácio Pessoa), variação de 18,47%; seguida da pomada para assadura Hipoglós Creme 120g, R$ 28,99, oscilando entre R$ 58,00 (Rewel Farma – Mangabeira) e R$ 86,99 (Pague Menos – Epitácio Pessoa), variação de 49,98%. Farmácias visitadas – Redepharma, Pague Menos (Epitácio Pessoa); Farmácia do Arnaldo (Beira-Rio); Francy (Beira-Rio); Rewel Farma (Mangabeira); RedMed (Jardim São Paulo); Gold Farma (Jardim Cidade Universitária); e Santana (Torre). Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP –www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP registra que preços da gasolina se mantêm os mesmos da pesquisa da semana passada

Pesquisa comparativa do Procon-JP registra que os preços da gasolina se mantiveram os mesmos em 101 postos, nas duas pontas, do levantamento da semana passada para pagamento à vista, oscilando entre R$ 5,87 (Ferrari – Centro e Elesbão – Água Fria) e R$ 5,99 (24 postos), com diferença de R$ 0,12, variação de 2,04 e média de R$ 5,97. Clique aqui e confira a pesquisa completa. Para pagamento no cartão, o produto está oscilando entre R$ 6,14 (São José – Castelo Branco) e R$ 6,19 (São José – Cruz das Armas). O levantamento foi realizado no dia 11 de setembro. A gasolina aditivada teve leve redução no menor preço, saindo de R$ 5,97 para R$ 5,96 (Valentina – Valentina), com o maior se mantendo em R$ 6,32 (Max – Oitizeiro) para pagamento à vista. Na modalidade cartão, os preços estão sendo praticados entre R$ 6,19 (São Luiz X – Cruz das Armas) e R$ 6,34 (São José – Castelo Branco). Álcool – O álcool também manteve os mesmos preços nas duas pontas em relação à pesquisa anterior: R$ 4,37 (Ferrari – Centro) e R$ 4,79 (Select – Tambaú), diferença de R$ 0,42, com 103 postos mantendo o mesmo preço. Para pagamento no cartão, o produtooscila entreR$ 4,49 (São Luiz X – Cruz das Armas) e R$ 4,79 (São José – Cruz das Armas). S10 – O Procon-JP constata, ainda, que 92 postos mantiveram os mesmos preços nas duas pontas do diesel S10 se comparado à semana passada: R$ 5,47 (Almeida – Paratibe) e R$ 6,59 (Select – Tambaú), diferença de R$ 1,12. Para o pagamento no cartão, o óleo oscila entre R$ 5,99 (São José – Cruz das Armas) e R$ 6,19 (São José – Castelo Branco). Diesel comum – Já o diesel comum mostra queda no menor preço em comparação à última pesquisa, saindo de R$ 5,45 para R$ 4,94 (BSB – Bancários), com o maior se mantendo em R$ 5,77 (Elesbão – Água Fria) para pagamento à vista. A diferença está em R$ 0,83. GNV – A pesquisa do Procon-JP registra, ainda, que o Gás Natural Veicular (GNV) mantém um único preço há três semana seguidas: R$ 4,86 (11 postos) para pagamento à vista ou no cartão. Consulte a tabela completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP –  www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP encontra variação de mais de 203% no preço do quilo do filé e diferença chega a R$ 56,99

Pesquisa do Procon-JP realizada em supermercados e açougues de feiras livres da Capital encontrou uma variação de 203,54% no preço do quilo do filé bovino com cordão. Os valores oscilam entre R$ 28 (Açougue Valeu o Boi – Mercado do Bairro dos Estados) e R$ 84,99 (Supermercado Bemais – Bancários). O produto também apresenta a maior diferença do levantamento: R$ 56,99. Confira pesquisa completa no link. Outras duas diferenças nos preços da carne chamam a atenção: a do quilo da picanha nacional, R$ 54,99, que está com preços entre R$ 45 (Açougues Valeu o Boi – Mercado do Bairro dos Estados, Central – Central e Lampião – Torre) e R$ 99,99 (Supermercado Latorre – Torre), variação de 122,2%; e a do quilo do filé bovino sem cordão, R$ 50,09, que oscila entre R$ 49,90 (Açougue Conficarnes – Mercado de Mangabeira) e R$ 99,99 (Supermercado Rede Compras – Aeroclube), variação de 100,38%. O levantamento da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor foi realizado nesta terça-feira (9) em 29 locais, coletando preços de 101 tipos de carnes, a exemplo da bovina (em cortes e moída, além de fígado), frango, miúdos de frango, bacon, linguiça, além de ovos (brancos e vermelhos). Mais variações – O quilo da bisteca suína ficou com a segunda maior variação, 166,78%, e está sendo comercializada entre R$ 14,99 (Supermercado Rede Compras – Aeroclube) e R$ 39,99 (Supermercado Super Box Brasil – Geisel), diferença de R$ 25,00; seguida do quilo da Fraldinha, 124,96%, que oscila entre R$ 28 (Frigorífico do Tó – Mercado da Torre) e R$ 62,99 (Supermercado Latorre – Torre), diferença de R$ 34,99. Frango – A pesquisa do Procon-JP registra, ainda, que na carne de frango, a maior variação de preço ficou com o coração da marca Bom Todo, 151,31%, oscilando entre R$ 19,49 (Supermercado Manaíra – Manaíra) e R$ 48,98 (Supermercado Mateus – Altiplano), também a maior diferença: R$ 29,49. Ovos – Quanto aos preços dos ovos, a Secretaria encontrou a maior variação, 85,78%, na bandeja com 20 unidades do vermelho da marca Avine, que está com preços entre R$ 13,99 (Supermercado Rede Compras – Aeroclube) e R$ 25,99 (Supermercado SuperFácil – Água Fria), diferença de R$ 12.

Procons da Capital, da Paraíba e CDL comemoram os 35 anos do Código de Defesa do Consumidor

Os Procons de João Pessoa e da Paraíba, além da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) comemoram nesta quinta-feira, 11 de setembro, os 35 anos de promulgação da Lei Federal 8.078/1990, que criou o Código de Defesa do Consumidor (CDC), com a distribuição de exemplares da legislação aos estabelecimentos comerciais do Centro da Capital. O Procon-JP também participa de Sessão Especial na Câmara de Vereadores de João Pessoa, a partir das 14h desta quinta-feira, pela passagem do aniversário do CDC. O secretário do Procon-JP, Junior Pires, informa que a propositura é do vereador Odon Bezerra, primeiro coordenador do Procon da Capital, na então gestão do prefeito Cícero Lucena. “A história do CDC e do Procon-JP estarão presentes nesta Sessão”.     Desde sua vigência, o Código mudou o perfil da relação de consumo e trouxe inovações que se tornaram essenciais para a defesa e a proteção dos direitos do consumidor, com os Procons de todo País se responsabilizando pela aplicação dos princípios previstos no CDC. Junior Pires salienta que o aniversário do Código não pode ser esquecido e precisa ser comemorado com muita alegria porque é um marco positivo para a relação de consumo no que se refere aos direitos do consumidor.  “Os Procons da Capital, do Estado e a CDL se uniram nesta ação educativa como uma prova de que, além da aplicação da legislação, o diálogo com todos os envolvidos na relação de consumo é salutar’’. Equiparação – Ele comenta que, como o consumidor é considerado o lado mais fraco da relação, tem, desde então, os seus direitos assegurados pelo Código. “A Lei Federal 8.078/1990 garante que haja equiparação na relação de consumo, protegendo o consumidor em seus direitos básicos”. CDC é referência – O titular do Procon-JP salienta que a legislação brasileira de defesa do consumidor é uma das mais amplas e completa do mundo. “Nosso Código é uma referência para o mundo e é de fundamental importância para a sociedade como todo porque amplia e garante um equilíbrio maior entre as duas partes da relação”. Ampliação – Junior Pires pontua que, mesmo 35 anos depois, o CDC continua atual e, quando alguma legislação é atualizada, o Código é ampliado, como ocorre constantemente com a expansão dos artigos que dão uma maior proteção aos superendividados através de dispositivos de prevenção, além de planos de saúde, telefonia etc. Atendimentos do Procon-JP Sede:Avenida Pedro I, 382, Tambiá, das 8h às 17 Telefone:0800 083 2015 Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179 WhatsApp Transporte público: (83) 98873-9976 Instagram: @procon_jp Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall.

Variação no preço para diária de estacionamento na Capital chega a 300% em pesquisa do Procon-JP

Pesquisa de preços realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para estacionamentos de veículos na Capital encontrou uma variação de até 300% na diária de espaço privado destinado a motos, com preços que oscilam entre R$ 5,00 (Stop Car – Centro e Unipê – Água Fria) e R$ 20,00 (Urban Parking – Tambaú). A diferença é de R$ 15,00. O levantamento do Procon-JP foi realizado no dia 8 de setembro em 22 estabelecimentos e traz preços para aluguel de meia hora, uma hora, duas horas, três horas, quatro horas, cinco horas, hora adicional, tempo de tolerância e diárias para carros e motos. A diferença no preço do estacionamento diário para carros chega a R$ 14,00 e a variação a 233,33%, com os preços sendo comercializados entre R$ 6,00 (Shopping Sul – Anatólia) e R$ 20,00 (Urban Parking – Tambaú). Uma e duas horas – Os preços por uma vaga de uma hora estão oscilando entre R$ 3,00 (Zona Azul – Centro) e R$ 10,00 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa), diferença de R$ 7,00 e variação de 233,33%. Já para o veículo estacionar por duas horas, os preços ficam entre R$ 6,00 (Zona Azul – Centro) e R$ 10,00 (Espiral Park – Torre), diferença de R$ 4,00 e variação de 66,67%. Três e quatro horas – Por três horas de estacionamento, o consumidor vai desembolsar um preço único de R$ 4,00 (Shopping Pirâmide – Tambaú). Para manter o veículo por quatro horas em local privado, o preço oscila entre R$ 8,00 (Mag Shopping – Aeroclube) e R$ 10,00 (Eco Medical – Miramar, diferença de R$ 2,00 e variação de 25%. Cinco horas e adicional – O consumidor que guarda o veículo em espaço privado por cinco horas vai arcar com despesa entre R$ 5,00 (Stop Car – Centro) e R$ 15,00 (Premium Car – Tambaú), diferença de R$ 10,00 e variação de 200%. Para a hora adicional, os valores oscilam entre R$ 1,00 (12 estacionamentos) e R$ 3,00 (dois locais). Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP – www.proconjoaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP chama a atenção do consumidor para o perigo de ‘cair na sedução’ da propaganda enganosa

O consumidor deve ficar atento para um tipo de irregularidade prevista no Código de Defesa do Consumidor (CDC) e que pode vir de forma tão sutil que a pessoa não chega a perceber. Trata-se da propaganda enganosa, que pode induzir ao erro quanto à natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços. No mês em que o Código de Defesa do Consumidor completa 35 anos (próximo dia 11), o Procon de João Pessoa traz alertas sobre algumas situações proibidas previstas no CDC, momento em que a Secretaria fará atividades para lembrar o dia. O secretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Junior Pires, comenta que a criação da Lei Federal 8.078/1990 foi um divisor de águas na relação de consumo e que o cidadão brasileiro ficou mais protegido quanto aos seus direitos. “Ele agora só precisa usar a lei e acionar os procons de sua cidade quando se sentir lesado”, afirma. Artigo 37 – Por definição literal no artigo 37 do CDC, a propaganda enganosa “é qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços”. O parágrafo segundo do artigo 37 prevê que é abusiva, dentre outras situações, a publicidade discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança. Omissão – Junior Pires comenta que, em resumo, a propaganda enganosa é também aquela que omite informações, como está previsto no parágrafo terceiro do artigo 37 do CDC. “A publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço”, alertou. Atendimentos do Procon-JP Sede:Avenida Pedro I,nº 382, Tambiá, das 8h às 17h; Telefone:0800 083 2015; Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179; WhatsApp Transporte público:(83) 98873-9976; Instagram: @procon_jp; Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br; Procon-JP Digital:totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall.

Procon-JP alerta consumidor sobre práticas consideradas abusivas pelo CDC na relação de consumo

Com a proximidade do aniversário de 35 anos do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal 8.078/1990), celebrado no próximo dia 11, a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa lembra ao cidadão da importância de conhecer seus direitos e de ficar atento para fazer denúncias aos órgãos de defesa quando da suspeição de algumas práticas consideradas irregulares sob à luz do CDC. O secretário do Procon-JP, Junior Pires, pondera que a maioria da população já foi vítima de alguma prática abusiva em algum momento da relação de consumo. “O consumidor, muitas vezes, não sabe que está sendo vítima de alguma irregularidade e, por isso, é importante informar a população sobre o tema”, frisou. A prática considerada irregular/abusiva por parte do fornecedor de bens ou de serviços é toda e qualquer situação em que o consumidor, de alguma forma, seja lesado em seus direitos, como está no artigo 39 do CDC. A alta nos preços de produtos e serviços sem justificativa, prevalecendo-se da necessidade do consumidor ou do mercado, é uma das situações mais comuns no dia a dia do cidadão e é proibido por lei. Cobrança indevida – Um bom exemplo pode ser aquela situação em que o consumidor recebe uma cobrança de um serviço em sua fatura de telefone ou de internet sem solicitação prévia. “Esse tipo de cobrança, muitas vezes, não é percebido pelo consumidor”, enfatiza Junior Pires. Ofertas irresistíveis – Sabe aquelas publicidades de ofertas irresistíveis que chegam em seu email ou estão expostas nas vitrines das lojas? Fique esperto porque elas podem vir ‘carregadas de perigo’ por conter irregularidades como preços ‘maquiados’ ou seja, houve, anteriormente, aumento acima do normal e depois ‘redução significativa’, mas que, no final das contas, é o preço real do produto no mercado. Esse é um problema muito comum em grandes eventos promocionais como a Black Friday. Vantagem excessiva – O titular do Procon-JP chama a atenção, ainda, para outra ilegalidade: a de tirar vantagem da fraqueza ou da falta de conhecimento do consumidor devido à idade, saúde ou condição social, com a ‘sedução’ fazendo o cidadão adquirir algo de que não precisa ou não quer. “Isso se caracteriza por tentar tirar vantagem manifestamente excessiva”, alerta. Para ilustrar essa situação, podemos usar a dos empréstimos consignados que aparecem no contracheque dos aposentados que, na maioria das vezes, não têm muita clareza do momento da transação financeira e que pode ter sido consequência de uma ‘conversa bonita’ com a possibilidade da supressão de informações, como o percentual da taxa de juros e sua projeção no valor total a ser pago. De acordo com o secretário do Procon-JP, esse é um dos problemas bem comum de abuso na relação de consumo e é tão sério que várias entidades e instituições financeiras estão atualmente sob ação judicial no Brasil inteiro. “São situações comuns, porém, para desfazê-las, a pessoa vai precisar dos órgãos de defesa do consumidor”, disse Junior Pires. Venda casada – Outro caso frequente se refere a condicionar o fornecimento de um bem ou de um serviço ao de outro produto ou serviço ou, ainda, à limitação, sem justa causa, de limites quantitativos. Assim como é irregular a recusa ao atendimento das demandas dos consumidores quando há disponibilidade de estoque. “Um expediente usado para encarecer os preços”, acrescentou. Amostra grátis – Está previsto no artigo 39 do CDC que, se o fornecedor de bens e serviços enviar ou entregar ao consumidor qualquer produto ou fornecer qualquer serviço sem a solicitação prévia, o consumidor não deve ser cobrado. O titular do Procon-JP esclarece que, se isso ocorrer, os serviços prestados ou os produtos entregues ao consumidor serão equiparados à amostra grátis, inexistindo obrigação de pagamento por parte do cliente. Atendimentos do Procon-JP: Sede: Avenida Pedro I, 382, Tambiá, das 8h às 17h Telefone: 0800-083-2015 Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179 WhatsApp do transporte público: (83) 98873-9976 Instagram: @procon_jp Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall.

Variação no preço do quilo do tomate chega a 329,43% em pesquisa do Procon-JP

O consumidor deve ficar atento e consultar a pesquisa de preços realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para hortifrútis em supermercados e feiras livres da Capital, que encontrou uma variação de 329,43% no quilo do tomate, que está oscilando entre R$ 2,99 (Supermercado Varejão do Preço – Rangel) e R$ 12,84 (Supermercado Carrefour – Bancários), diferença de R$ 9,85. A maior diferença do levantamento do Procon-JP, porém, ficou com o quilo do alho, R$ 19,09, com preços entre R$ 24,90 (Supermercado Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 43,99 (Supermercado Latorre – Torre), variação de 76,67%. A pesquisa foi realizada no dia 1º de setembro e coletou preços em 16 estabelecimentos de supermercados e feiras livres da Capital, trazendo preços de 78 itens, a exemplo de vários tipos de folhagens, frutas, verduras, produtos da terra entre outros.  Mais variações – O quilo da melancia baby é uma das outras duas maiores variações: 326,63%, que está sendo comercializado entre R$ 1,99 (Zé das Frutas – Mercado da Torre) e R$ 8,49 (Supermercado Rede Compras – Aeroclube), diferença de R$ 6,50; seguido da unidade do alho-poró, 256,12%, que oscila entre R$ 4,49 (Supermercado Rede Compras – Aeroclube) e R$ 15,99 (Supermercado Latorre – Torre), diferença de R$ 11,50. Mais diferenças – Duas outras diferenças bem aparentes ficaram com no quilo da vagem, R$ 18,91, que está com preços entre R$ 7,99 (Zé das Frutas – Mercado da Torre) e R$ 26,90 (Supermercado Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa), variação de 236,67%; e no quilo da uva branca sem semente, R$ 15,01, com preços entre R$ 9,99 (Supermercado Manaíra – Manaíra) e R$ 25,00 (Zé das Frutas – Mercado da Torre), variação de 150,25%. Os locais – A pesquisa do Procon-JP levantou preços nos seguintes supermercados: Manaíra (Manaíra); Menor Preço (Bairro dos Estados); Assaí Atacadista (Epitácio Pessoa); Latorre (Torre); Rede Compras (Aeroclube); Bemais e Carrefour (Bancários), Varejão do Preço (Rangel); e Varejão (Varjão). Mercados públicos – Central (Manoel das Verduras); Bairro dos Estados (Rei das Frutas e Verduras); Torre (Zuca da Macaxeira e Zé das Frutas); Mangabeira (Marcos Hortifruti e Galego das Frutas); e Oitizeiro (Mundo das Verduras). Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP – www.proconjoaopessoa.pb.gov.br