Estação Cabo Branco abre a exposição “Brincantes em um Quintal de Memórias”, da artista Têca Malabá

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes abre suas portas para a exposição individual “Brincantes em um Quintal de Memórias”, da artista visual, educadora e pesquisadora paraibana Têca Malabá. A vernissage de abertura acontece no sábado, 10 de outubro, às 16h, no 2º andar da Torre. A entrada é gratuita e aberta a todos os públicos. Com curadoria de Rodrigues Lima, a mostra reúne o resultado de cerca de três décadas de investigações e pesquisas de Têca sobre o universo lúdico, as brincadeiras infantis e a cultura popular. A trajetória da artista com o tema começou em 1994, a partir de pesquisas com alunos do Sesc Centenário e análises de livros didáticos, observando as transformações do brincar entre o final do século XX e o século XXI. Malabá constrói grandes panoramas coletivos. O curador da exposição destaca o diálogo do trabalho da artista tanto com a tradição das narrativas visuais do pintor flamengo Pieter Bruegel, o Velho, quanto com a liberdade imaginativa de Henri Rousseau. “Na criação artística vejo um diálogo contínuo entre arte, educação, cultura e memória. Minha pintura busca contar histórias da infância e da imaginação do nosso povo”, reflete Têca Malabá. Nas telas de estética naïf, marcadas por cores vivas, movimento, espontaneidade e riqueza de detalhes, Têca Para o curador Rodrigues Lima, a exposição convida os visitantes a um reencontro simbólico com os afetos e a imaginação: “No quintal de Têca Malabá, brincar é recordar; recordar é imaginar; e imaginar é, também, uma maneira de continuar vivendo”. A Artista Nascida em João Pessoa, graduada em Educação Artística e Ciências Sociais pela UFPB, construiu sua trajetória transitando entre a Arte e a Educação, por meio das linguagens da Pintura, Dança, Música e do Teatro. Em 1994, Têca iniciou uma pesquisa, enquanto professora no Colégio Sesquicentenário, dedicada ao universo das brincadeiras infantis. O objetivo era reunir o maior número possível de relatos, referências e informações que pudessem contribuir para o registro e valorização das experiências vividas na infância.
EXPOSIÇÃO “TRÊS MASTROS” REÚNE TRAJETÓRIAS DE RAPHAEL VIDAL, RODRIGO FERREIRA E TONI FARIAS NA ESTAÇÃO CABO BRANCO

A partir de 26 de setembro, o público poderá conferir obras que transitam entre a pinturamoderna, a arte Naïf, memórias do isolamento e o patrimônio arquitetônico de JoãoPessoa. Com curadoria de Rodrigues Lima, a mostra foca na força da arte como espaçode humanização e transformação social. A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, abre ao público, no dia 26 desetembro de 2026, às 16h, a exposição coletiva “Três Mastros”. Sob a curadoria doprofessor e curador Rodrigues Lima, a mostra estabelece um diálogo entre três artistasradicados na Paraíba: Raphael Vidal, Rodrigo Ferreira e Toni Farias. O título da exposição utiliza a metáfora da navegação para traduzir a pluralidade daslinguagens: cada artista atua como um mastro que sustenta uma vela própria, traçandorotas poéticas e estéticas particulares sob um mesmo horizonte de sensibilidade eliberdade criativa. Fundamentada nas reflexões da arte-educadora Ana Mae Barbosa de que a artepermite “representar o mundo não apenas como ele é, mas como poderia ser”, aexposição propõe um espaço de reflexão frente ao distanciamento social e às dinâmicasvirtuais da atualidade. Os Artistas Raphael Vidal: Geometria, Memória e o Silêncio do Isolamento Natural de São Paulo e residente em João Pessoa desde 2000, Raphael Vidal estreiaem sua primeira exposição individual/coletiva trazendo a bagagem de sua atuação nacena do rock Punk/Hardcore dos anos 1990. Utilizando giz pastel seco sobre papelCanson, Vidal dialoga com o Cubismo e com referências da Arte Moderna — comoPablo Picasso, Georges Braque e Van Gogh. Suas obras constroem rostos e cenáriosfragmentados que traduzem tensões, máscaras e as marcas do isolamento socialdeixadas pela pandemia de COVID-19, transformando o silêncio e o confinamento emexpressividade cromática. Rodrigo Ferreira: Estética Naïf e a Resistência Poética pela Paz Licenciado em História pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), o pessoenseRodrigo Ferreira alia o olhar humanizado do historiador à linguagem da arte Naïf.Influenciado pela estética urbana de Jean-Michel Basquiat, Ferreira utiliza cores vivas ecomposições em tinta acrílica sobre tela para erguer uma narrativa de resistência contraos discursos de ódio e a violência contemporânea. Inspirado por líderes globais e dacultura da paz, como Nelson Mandela, Martin Luther King e Zumbi dos Palmares, oartista aborda temas como justiça social, superação do apartheid, igualdade e respeitoàs diferenças. Toni Farias: O Afeto e o Olhar Encantado sobre a Capital Paraibana Completando a tríade, o artista visual Naïf, Toni Farias apresenta um conjunto dedesenhos desenvolvidos em hidrocor e lápis de cor sobre Canson. Nascido em JoãoPessoa, o artista constrói um percurso centrado na memória e no sentimento depertencimento à sua terra natal. As obras convidam o visitante a passear pelopatrimônio histórico, arquitetônico e natural da capital — retratando locais icônicos comoo Centro Cultural São Francisco, o Theatro Santa Roza, o Parque Zoobotânico ArrudaCâmara (Bica), a Orla e a própria arquitetura do Centro de Convenções. Em suas telas,a cidade das acácias deixa de ser apenas cenário e se torna matéria poética e afeto. ASCOM-Estação Cabo Branco
Estação Cabo Branco encerra 2025 com 34 exposições e reforça seu papel como principal cartão-postal cultural de João Pessoa

Ao longo de 2025, a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, um dos principais cartões-postais de João Pessoa, consolidou-se como um dos espaços culturais mais ativos da Capital, com a realização de 34 exposições diferentes distribuídas ao longo do ano, em seus diversos espaços expositivos. O número reflete uma média aproximada de três exposições abertas por mês, reforçando o papel do equipamento público como polo permanente de difusão artística, científica e cultural. Localizada no bairro do Altiplano, com projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer, a Estação Cabo Branco alia valor simbólico, turístico e cultural, atraindo moradores e visitantes interessados em arte, ciência e educação. Segundo o diretor do equipamento, Olié Martins, o espaço funciona de portas abertas, com acesso gratuito, o que amplia o alcance das exposições, embora não haja um controle exato do número de visitantes. “Tivemos uma média de três exposições abertas por mês no ano de 2025. Não existe controle de portaria no museu. É porta aberta”, destacou. Atualmente, Atualmente, o público pode conferir exposições em cartaz em praticamente todos os espaços expositivos do complexo, com mostras que abrangem artes visuais, coletivos artísticos, produções acadêmicas, fotografia, instalações e artesanato, reafirmando a diversidade da programação. Entre os destaques em exibição está o I Festival Internacional de Aquarela, aberto ao público desde 6 de dezembro de 2025, reunindo cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos Espaços Expositivos 8 e 9. A mostra segue aberta à visitação até 6 de março de 2026, com entrada gratuita. Além do festival, permanecem em cartaz exposições como Respirando Underwater, do Coletivo Masonn; Pricila Saulus, vinculada à UFPB; Brincadeiras de Criança, de Analice Uchoa; Brasil em Aquarela, de Lilian Arbex; Entre pedras, poesia e sons, mostra coletiva; (R)Existo, de Robson Xavier; Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu, de Serge Etienne; e Travessia, do coletivo Cristina Strapação, entre outras. A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Avenida João Cirilo da Silva, s/n, no Altiplano. Todas as exposições têm acesso gratuito, o que reforça o compromisso do espaço com a democratização da cultura e a formação de público. Com uma programação contínua, plural e acessível, a Estação Cabo Branco encerrou 2025 reafirmando sua importância estratégica para João Pessoa, não apenas como ícone arquitetônico e cartão-postal da cidade, mas como um espaço vivo de produção, circulação e encontro das artes. Segundo o diretor da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, Olié Martins, o equipamento consolidou-se como referência ao longo do ano. “A Estação Cabo Branco é hoje um dos principais equipamentos culturais de João Pessoa e um símbolo da democratização do acesso à arte, à cultura e ao conhecimento. Ao longo de 2025, conseguimos manter uma programação contínua, diversa e plural, valorizando artistas locais, coletivos, universidades e também iniciativas de alcance nacional, fortalecendo a identidade cultural da cidade e aproximando a população das artes visuais e da produção contemporânea”, destacou. O diretor também ressaltou a relevância do espaço para o turismo da Capital. “Além do papel cultural, a Estação tem uma importância estratégica para o turismo de João Pessoa. É um dos pontos mais visitados da cidade, integrando arquitetura, paisagem e programação cultural, e funcionando como porta de entrada para muitos visitantes que conhecem a capital paraibana”, afirmou. Para 2026, a Estação Cabo Branco se projeta com o fortalecimento ainda maior de seu papel cultural, artístico e turístico, mantendo-se como espaço público de acesso democrático. “A gestão trabalha no fortalecimento da programação, com exposições inéditas, ampliação de parcerias institucionais, ações educativas e projetos que dialoguem com ciência, arte e inovação, sempre mantendo o compromisso de ser um espaço público, acessível e vivo, a serviço dos pessoenses e de quem visita João Pessoa”, completou Olié Martins. Exposições em cartaz: • I Festival Internacional de Aquarela Reúne cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos espaços expositivos da Estação Cabo Branco. Período: até 6 de março de 2026 • Respirando Underwater – Coletivo Masonn • Pricila Saulus – UFPB • Brincadeiras de Criança – Analice Uchoa • Brasil em Aquarela – Lilian Arbex • Entre pedras, poesia e sons – mostra coletiva • (R)Existo – Robson Xavier • Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu – Serge Etienne • Travessia – Coletivo Cristina Strapação (As exposições estão distribuídas nos diversos espaços expositivos do equipamento cultural.) Serviço: Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes Avenida João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano, João Pessoa Visitação Terça a sexta-feira: das 9h às 18h Sábados e domingos: das 10h às 18h Entrada: gratuita
Estação Cabo Branco conta com diversidade e beleza nas exposições em cartaz no mês de dezembro

Moradores e turistas que visitam João Pessoa contam com uma programação cultural diversificada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, aberta ao público de terça a domingo, gratuitamente. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), contará, no mês de dezembro, com um total de 17 exposições em cartaz, permanentes e temporárias, que abrangem questões existenciais e sociais e celebram a natureza e tradições regionais. Estação Cabo Branco também conta com uma programação nas sextas-feiras, às 16h, com aulas gratuitas de dança circular e yoga, que se alternam semanalmente. As aulas são feitas ao ar livre e trazem benefícios como melhorias na consciência corporal, liberação de tensões musculares, desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio e promoção do bem-estar físico e mental, além de promover a integração social entre os participantes. Nas duas aulas a recomendação é usar roupas leves e confortáveis que permitam fazer os movimentos livremente, além de levar uma canga, esteira ou tapete de yoga, que pode servir como apoio no chão ou para descansar. Os participantes devem levar também uma garrafa com água para se hidratar durante a aula. Para participar é só chegar um pouco antes da aula e falar com umas das professoras, Lilian Furbetta, professora de dança e Tâmisa Tiveroli, instrutora de Kundalini Yoga. Exposições temporárias: Respirando underwater: kont from the inside – Coletivo masson. Parte da Temporada França-Brasil 2025, uma exposição multidisciplinar, inspirada na arquitetura vernacular e na cultura das regiões do Atlântico Negro. Existências (in)visíveis – Residência Artística (R)existo, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Trabalho interdisciplinar que reúne trabalhos de 10 artistas, sobre a existência não-binária. Pedra Poema – A exposição reúne trabalhos de três artistas, Jacira Garcia, Gonzaga Costa e Yuri Gonzaga, que une cerâmica, pintura e música, um recorte da história da Pedra do Ingá, com curadoria do artista plástico Ilson Moraes. O título da exposição é inspirado nas poesias de Juca Pontes, autor do livro ‘Itacoatiara’, obra que serviu como referência e inspiração para todo o processo criativo. Brincadeiras de Criança – Exposição de Analice Uchôa, em Naif, junto a brinquedos que fizeram parte da infância da artista. Cosmogênese – Priscila Saulus traz a exposição ‘Cosmogênese’, na qual a artista reinscreve o gesto inaugural da criação Iorubá com a linguagem do século XXI, entre ciência e mito, o carbono torna-se gramática, o preto origem, e a forma, respiração. A exposição apresenta séries que se desdobram como camadas de um mesmo sedimento poético. Da Rua, Correntezas – O artista Guto Oca expõe obras que celebram as relações que ocupam os espaços públicos, seu modo de viver, trabalhar, festejar. Cores Extremas – Na mostra, Petrônio Bendito aborda questões urgentes para a humanidade e cultura, de forma poética e moderna. Atávica Chama – O artista plástico Sidney Azevedo traz uma imersão Sidneyana nos estados da não-consciência e da imensidão cósmica do inconsciente. Exposições permanentes: Acervo pessoal da Estação Cabo Branco formado por obras doadas por artistas que já protagonizaram exposições no local. No Reinado do Sol – O trabalho é fruto da inspiração do artista Flávio Tavares, pintada há 17 anos e que conta a história da cidade de João Pessoa e de personalidades que fizeram parte da história da Capital. Espaço Flávio Tavares – Obras do artista pessoense, considerado um renomado artista plástico da atualidade. Mulher: Objeto de repouso – Abelardo da Hora expõe seis esculturas em bronze e concreto que exploram a essência da sensualidade feminina. Mar de Grisi – Luciano Grisi expõe esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos. Sinergia – Peça de Sidney Azevedo em ferro, pintada em azul, premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009. Vida – Eulâmpio Neto. Escultura concebida em argila, representando a geração da vida, através da figura feminina. Mural ‘Cavalo Marinho’ – Wilson Figueiredo e Percy Fragoso retratam a xilogravura de mesmo nome, feita por José Costa Leite, no estilo de capas de cordéis. Guardiã da Cidade – Evanice Santos retrata a figura de uma guardiã, em escultura em gesso e fibra de vidro. Varanda de rede – Chico Pereira desenha uma trama em alusão à renda de bilro, atendendo ao pedido do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, que assina o projeto da Estação Cabo Branco. Serviço: Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira: 9h às 18h Sábado e domingo: 10h às 18h Segunda-feira: fechada Localização: Avenida João Cirilo da Silva, S/N, no Altiplano Cabo Branco Fonte: https://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/estacao-cabo-branco-conta-com-diversidade-e-beleza-nas-exposicoes-em-cartaz-no-mes-de-dezembro/
Mais de 15 artistas e 19 exposições integram a programação da Estação Cabo Branco

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, apresenta uma vasta e diversificada programação para os amantes da arte e da cultura. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), conta com um total de 19 exposições em cartaz, que oferecem um panorama artístico e cultural abrangente, abordando desde questões existenciais e sociais até a celebração da natureza e das tradições regionais. Do total de mostras, 9 são interinas e 10 permanentes, com a participação de 14 artistas e 4 instituições. O acesso é totalmente gratuito. Algumas das exposições interinas têm data para terminar, por isso o visitante precisa se apressar para aproveitá-las. A exposição ‘Panorama da Fotografia da Bahia: Ecologia de Sentidos’, com fotografias premiadas de 26 artistas, e a feira de artesanato do Coletivo Artesãos do Alto, que oferece itens e histórias da cultura nordestina, permanecem em cartaz até o fim deste mês. Também se despedem do público em 31 de agosto as exposições ‘Fábula: Fragmentos do Jardim’, do Coletivo UFPB, que mostra a relação dos artistas com a natureza e a imaginação, e ‘Do Sal ao Barro’, do artista Thiago Müller, que busca memórias afetivas no contexto do Nordeste brasileiro. Visitação até setembro – Quem não puder visitar a Estação Cabo Branco agora, ainda terá a chance de ver outras mostras interinas que continuam até setembro. Entre elas estão: Cores da Cidade, de LQGeor (Orlando Quadros), que utiliza a técnica da pirografia em papel para retratar paisagens urbanas; Corpo de Falésia, da artista Lola Pinto, inspirada nas falésias do litoral paraibano; Komorebi: Luzes no Bosque, de Maria Bonolo, que estuda o fenômeno da luz do sol filtrando por entre as folhas das árvores; Cores Extremas, de Petrônio Bendito, que aborda questões urgentes para a humanidade de forma poética e moderna; Atávica Chama, de Sidney Azevedo, que leva o público a uma imersão nos estados de não-consciência e na imensidão do inconsciente. Obras permanentes – Além das exposições temporárias, a Estação Cabo Branco conta com um acervo permanente que pode ser visitado a qualquer momento. Um dos destaques é a exposição ‘No Reinado do Sol’, uma grande tela de Flávio Tavares que narra a história da cidade de João Pessoa. O local também abriga o ‘Espaço Flávio Tavares’, com outras obras do artista pessoense considerado um dos maiores da atualidade. Outras obras que compõem o acervo permanente são: Mulher: Objeto de repouso, de Abelardo da Hora, com seis esculturas em bronze e concreto que exploram a sensualidade feminina; Mar de Grisi, de Luciano Grisi, com esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos; Sinergia, de Sidney Azevedo, uma escultura de ferro azul que sugere movimento e foi premiada em 2009; Cavalo Marinho, o mural de Wilson Figueiredo e Percy Fragoso, é uma ampliação da xilogravura de José Costa Leite; Vida, de Eulâmpio Neto, uma escultura em argila que representa a geração da vida; Varanda de Rede, de Chico Pereira, uma trama em alusão à renda de bilro, encomendada por Oscar Niemeyer. Horário de funcionamento – A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Av. João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano. O acesso ao local é gratuito.
Estação Cabo Branco oferece ao público diferentes experiências e contabiliza quase 13 mil visitantes em 2024

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – realizou cursos de teatro, dança, encontro de carros antigos e exposições de diferentes artistas ao longo deste ano. Administrado pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), o centro cultural, que fica localizado no Altiplano, recebeu 12.763 visitantes em 2024. “Estamos bastante felizes com o momento que a Estação Cabo Branco vem vivendo. Desde 2018 a Torre voltou a ter várias exposições, proporcionando arte para a população e para os turistas que visitam a nossa cidade”, comenta o diretor geral do espaço, Olié Martins. Quem visita a Estação Cabo Branco é convidado a imergir em diferentes exposições. No trabalho “Descaminhos | Imagem e Deriva”, do professor, curador e pesquisador em Artes Visuais, Daniel da Hora, por exemplo, o público completa a desordem dos fios de iluminação pública presente nos centros urbanos. “Este caos me fez refletir esteticamente sobre ele e sublimá-lo, me dando as bases que eu precisava para expurgar essa minha ojeriza pelo aspecto mal acabado dos postes e instalações elétricas”, comenta Daniel da Hora. O trabalho ainda está em exposição na Estação Cabo Branco. Outro trabalho relevante exposto este ano no centro cultural foi a “Exposição Nacional de Aquarela”, que reuniu obras de 18 artistas renomados, incluindo os internacionais Goyo Barja (Argentina) e Zahra Hanze (Turquia). Unindo técnica e emoção, as aquarelas expostas traziam a sobreposição de cores para revelar novas tonalidades e nuances, convidando o espectador a observar a leveza, a transparência e o brilho da cor. A “Exposição Nacional de Aquarela” ofereceu ao público uma oportunidade única para apreciar a maestria de grandes nomes da aquarela brasileira e internacional, além de celebrar a arte como expressão da alma humana. Além de atrair visitantes para as exposições, muitas pessoas vão à Estação Cabo Branco para conhecer a estrutura projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer ou contemplar a vista da Capital paraibana do terraço panorâmico da torre principal. Foi isso que levou o maquinista de metrô Oseas Pedrosa, da cidade de Recife, a visitar o espaço. “Trouxe meus pais, Adaleia e Maximiano, para passear em João Pessoa, aproveitamos para subir no terraço para apreciar a vista. O espaço aqui é muito legal. Por ser aberto, ventilado, proporciona um passeio agradável”, conta. Serviço – Funcionamento Estação Cabo Branco De terça a sexta-feira – das 9h às 18h Sábados e domingos – das 10h às 18h Acesso – gratuito
Estação Cabo Branco tem quatro exposições abertas ao público neste mês de junho

Quatro exposições estão abertas ao público neste mês de junho na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, em João Pessoa – Mostra Nacional de Aquarela, mostra individual do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte, e ‘Todas as Cores’, da paraibana Emanuela Lucena, além do Acervo Permanente do artista Flávio Tavares. Visitação gratuita, agora de terça-feira à domingo, no bairro Altiplano. Exposição Nacional de Aquarela – Técnica na qual os pigmentos tomam forma quando dissolvidos na água. A exposição Nacional de Aquarela é uma boa chance para conhecer melhor a técnica vendo de pertoo trabalho de18 artistas renomados de vários locais do País e dois aquarelistas do exterior – Goyo Barja, da Argentina, e Zahra Hanze, da Turquia. Artistas que também participam da mostra: José Amarante; Belkiss Nogueira; Ivani Ranieri; Jonathan Guedes; Lilian Arbex; Luiz Neto; Marta Spier; Neuza Petti; Rosane Pertile; Roseli Martello; Silvana Pohl; Sílvia Raso; Sueli Martini; Tadeu Banfi e Teresa Elias. Mostra individual – A exposição individual de aquarela do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte (RN), reúne 14 obras inspirada na beleza da Região Nordeste do Brasil, especialmente da Paraíba, Rio Grande do Norte e da Bahia, explorando a temática do mar – ondas, barcos, faróis, e da religiosidade do povo nordestino. Seu trabalho tem reconhecimento internacional, já tendo participado de festivais e bienais de aquarela na Itália, Emirados Árabes, Paquistão, Turquia, Hungria, Honduras, México, Alexandria, Índia, Bolívia, Portugal e vários estados do Brasil. ‘Todas as Cores’ – A exposição marca a estreia da artista plástica Emanuela Lucena, natural de Guarabira. A artista explora temas como desmatamento, seca, desigualdade social e preconceito em 13 obras em acrílico sobre tela na arte Naif. Flávio Tavares – A Estação Cabo Branco conta também com obras do “Acervo Permanente” do artista Flávio Tavares, que é natural de João Pessoa e já participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Ele é autor do painel ‘O Reinado do Sol’, exposto na entrada da Estação Cabo Branco, em óleo sobre tela e que traz parte da história da fundação da cidade de João Pessoa, a conquista da Paraíba e sua identidade cultural. Mostras permanentes – Os amantes da arte podem apreciar, além das quatro exposições, as mostras permanentes: ‘Obra Vida’ (Eulâmpio Neto); as obras de Abelardo da Hora; ‘O Mar de Grisi’ (Luciano Grisi) e ‘No Reinado do Sol’ (Flávio Tavares). Julho – Já para o mês de julho a Estação conta com três eventos programados – a ‘Estação Criança’, no dia 6; e ‘Encontro de Carros Antigos’, no dia 20 de julho. Para encerrar, no dia 27, haverá a Sinfonia ao Pôr do sol. Serviço Local – Estação Cabo Branco (Av. João Cirilo – Altiplano Cabo Branco). Visitação – Terça a sexta: 9h às 18h e sábado e domingo: 10h às 18h (segunda-feira – fechado).Acesso – gratuito