Estação Cabo Branco abre a exposição “Brincantes em um Quintal de Memórias”, da artista Têca Malabá

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes abre suas portas para a exposição individual “Brincantes em um Quintal de Memórias”, da artista visual, educadora e pesquisadora paraibana Têca Malabá. A vernissage de abertura acontece no sábado, 10 de outubro, às 16h, no 2º andar da Torre. A entrada é gratuita e aberta a todos os públicos. Com curadoria de Rodrigues Lima, a mostra reúne o resultado de cerca de três décadas de investigações e pesquisas de Têca sobre o universo lúdico, as brincadeiras infantis e a cultura popular. A trajetória da artista com o tema começou em 1994, a partir de pesquisas com alunos do Sesc Centenário e análises de livros didáticos, observando as transformações do brincar entre o final do século XX e o século XXI. Malabá constrói grandes panoramas coletivos. O curador da exposição destaca o diálogo do trabalho da artista tanto com a tradição das narrativas visuais do pintor flamengo Pieter Bruegel, o Velho, quanto com a liberdade imaginativa de Henri Rousseau. “Na criação artística vejo um diálogo contínuo entre arte, educação, cultura e memória. Minha pintura busca contar histórias da infância e da imaginação do nosso povo”, reflete Têca Malabá. Nas telas de estética naïf, marcadas por cores vivas, movimento, espontaneidade e riqueza de detalhes, Têca Para o curador Rodrigues Lima, a exposição convida os visitantes a um reencontro simbólico com os afetos e a imaginação: “No quintal de Têca Malabá, brincar é recordar; recordar é imaginar; e imaginar é, também, uma maneira de continuar vivendo”. A Artista Nascida em João Pessoa, graduada em Educação Artística e Ciências Sociais pela UFPB, construiu sua trajetória transitando entre a Arte e a Educação, por meio das linguagens da Pintura, Dança, Música e do Teatro. Em 1994, Têca iniciou uma pesquisa, enquanto professora no Colégio Sesquicentenário, dedicada ao universo das brincadeiras infantis. O objetivo era reunir o maior número possível de relatos, referências e informações que pudessem contribuir para o registro e valorização das experiências vividas na infância.

EXPOSIÇÃO “TRÊS MASTROS” REÚNE TRAJETÓRIAS DE RAPHAEL VIDAL, RODRIGO FERREIRA E TONI FARIAS NA ESTAÇÃO CABO BRANCO

A partir de 26 de setembro, o público poderá conferir obras que transitam entre a pinturamoderna, a arte Naïf, memórias do isolamento e o patrimônio arquitetônico de JoãoPessoa. Com curadoria de Rodrigues Lima, a mostra foca na força da arte como espaçode humanização e transformação social. A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, abre ao público, no dia 26 desetembro de 2026, às 16h, a exposição coletiva “Três Mastros”. Sob a curadoria doprofessor e curador Rodrigues Lima, a mostra estabelece um diálogo entre três artistasradicados na Paraíba: Raphael Vidal, Rodrigo Ferreira e Toni Farias. O título da exposição utiliza a metáfora da navegação para traduzir a pluralidade daslinguagens: cada artista atua como um mastro que sustenta uma vela própria, traçandorotas poéticas e estéticas particulares sob um mesmo horizonte de sensibilidade eliberdade criativa. Fundamentada nas reflexões da arte-educadora Ana Mae Barbosa de que a artepermite “representar o mundo não apenas como ele é, mas como poderia ser”, aexposição propõe um espaço de reflexão frente ao distanciamento social e às dinâmicasvirtuais da atualidade. Os Artistas Raphael Vidal: Geometria, Memória e o Silêncio do Isolamento Natural de São Paulo e residente em João Pessoa desde 2000, Raphael Vidal estreiaem sua primeira exposição individual/coletiva trazendo a bagagem de sua atuação nacena do rock Punk/Hardcore dos anos 1990. Utilizando giz pastel seco sobre papelCanson, Vidal dialoga com o Cubismo e com referências da Arte Moderna — comoPablo Picasso, Georges Braque e Van Gogh. Suas obras constroem rostos e cenáriosfragmentados que traduzem tensões, máscaras e as marcas do isolamento socialdeixadas pela pandemia de COVID-19, transformando o silêncio e o confinamento emexpressividade cromática. Rodrigo Ferreira: Estética Naïf e a Resistência Poética pela Paz Licenciado em História pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), o pessoenseRodrigo Ferreira alia o olhar humanizado do historiador à linguagem da arte Naïf.Influenciado pela estética urbana de Jean-Michel Basquiat, Ferreira utiliza cores vivas ecomposições em tinta acrílica sobre tela para erguer uma narrativa de resistência contraos discursos de ódio e a violência contemporânea. Inspirado por líderes globais e dacultura da paz, como Nelson Mandela, Martin Luther King e Zumbi dos Palmares, oartista aborda temas como justiça social, superação do apartheid, igualdade e respeitoàs diferenças. Toni Farias: O Afeto e o Olhar Encantado sobre a Capital Paraibana Completando a tríade, o artista visual Naïf, Toni Farias apresenta um conjunto dedesenhos desenvolvidos em hidrocor e lápis de cor sobre Canson. Nascido em JoãoPessoa, o artista constrói um percurso centrado na memória e no sentimento depertencimento à sua terra natal. As obras convidam o visitante a passear pelopatrimônio histórico, arquitetônico e natural da capital — retratando locais icônicos comoo Centro Cultural São Francisco, o Theatro Santa Roza, o Parque Zoobotânico ArrudaCâmara (Bica), a Orla e a própria arquitetura do Centro de Convenções. Em suas telas,a cidade das acácias deixa de ser apenas cenário e se torna matéria poética e afeto. ASCOM-Estação Cabo Branco

Estação Cabo Branco abre as portas para imersão no universo artístico de Mônica Lia

A Estação Cabo Branco – Ciências, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, abre suas portas, a partir deste sábado (28), para a exposição ‘Observatório’, uma imersão no universo da artista plástica Mônica Lia. A mostra estará no Espaço Aquarela, com visitação a partir das 16h, e tem a curadoria de Luciana Oliveira. São obras do acervo pessoal da artista, além de trabalhos inéditos produzidos especialmente para a ocasião. Concebida a partir da vasta trajetória de Mônica, a exposição destaca a riqueza de uma produção construída ao longo de quase duas décadas na Paraíba, estado que a artista maranhense adotou como lar. Nesse período, ela consolidou uma identidade artística marcada pela valorização da fauna e da flora, elementos que se tornaram centrais em sua obra e dialogam diretamente com as paisagens e a diversidade do território paraibano. De acordo com a curadora Luciana Oliveira, foi justamente essa conexão profunda com a natureza local que motivou a criação da mostra. “A rica produção de Mônica, que envolve a fauna e a flora local, chamou a atenção para montarmos essa exposição”, ressalta. Exposição – ‘Observatório’ apresenta duas vertentes que se complementam e dialogam entre si. Em determinados trabalhos, a artista revela um olhar minucioso, com forte compromisso com os detalhes e a fidelidade às formas naturais. Em outros momentos, permite-se explorar uma abordagem mais livre e poética, distanciando-se do realismo tradicional para experimentar novas possibilidades expressivas. O resultado é uma experiência visual vibrante, marcada por cores intensas, delicadeza técnica e uma liberdade estética que amplia os limites da aquarela. A proposta da exposição vai além da simples contemplação. A intenção é proporcionar ao visitante uma vivência sensorial e reflexiva, revelando novas formas de experimentar a técnica da aquarela, com cores mais saturadas, riqueza de detalhes e um deslumbramento criativo que expande as fronteiras da linguagem artística. “Esperamos que as pessoas compareçam e vivenciem um momento de enriquecimento”, reforça a curadora, convidando o público a conhecer de perto a força, a sensibilidade e a expressividade da produção de Mônica Lia na exposição ‘Observatório’.

Estação Cabo Branco tem programação de Carnaval para crianças e familiares

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes preparou uma programação especial para quem quer curtir o Carnaval de um jeito diferente, unindo diversão, cultura e aprendizado. De 10 a 13 de fevereiro, o espaço recebe o projeto ‘Estação Folia’, um evento pensado para toda a família, com atividades lúdicas, educativas e culturais que prometem encantar crianças, adolescentes, adultos e idosos. Durante os quatro dias de evento, o público poderá participar de contação de histórias, oficinas criativas, apresentações culturais, mágica, capoeira e musicalização, reforçando o compromisso da Estação Cabo Branco com a educação, a arte e a valorização da cultura popular. Todas as atividades acontecem na Sala de Convenções e são abertas ao público visitante e aos grupos escolares. A programação tem início na próxima terça-feira (10), às 10h, com contação de histórias. Às 10h30, tem apresentação de palitoche e, às 15h, uma apresentação de capoeira. Já na quarta (11), o destaque fica por conta da oficina de musicalização, às 10h, seguida da oficina de mágica, às 10h30. À tarde, às 14h, acontece o Chá Cultural da Folia,com a participação do grupo de idosos ‘Ação de Mangabeira’, promovendo integração e troca de experiências. Na quinta (12), a programação segue com contação de histórias (às 14h) e oficina de máscaras (às 14h30), estimulando a criatividade e a expressão artística. Encerrando o evento, na sexta (13), o público poderá conferir sessões de contação de histórias, às 10h e às 14h. De acordo com a chefe do Setor de Gestão Educacional da Estação Cabo Branco, Denise Paz, o Estação Folia tem a proposta de ampliar o acesso à cultura e ao conhecimento durante o período carnavalesco. “A Estação Folia tem o propósito de levar ao público visitante e aos grupos escolares uma programação para toda a família, trazendo muita diversão, cultura, artes e muito conhecimento. O público sempre participa e prestigia nossos projetos e oficinas de contação de histórias, mágica e musicalização. Por isso, estamos ampliando nossa programação e, de 10 a 13 de fevereiro, convidamos todos a conferir e participar da programação completa de entretenimento que a Estação estará proporcionando”, destacou. Com uma agenda diversificada e inclusiva, o Estação Folia é uma excelente opção para quem deseja aproveitar o Carnaval com criatividade, aprendizado e muita cultura.

Estação Cabo Branco tem programação especial e gratuita voltada ao público infantil

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, gerida pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec-JP), realiza o Estação Férias 2026 nas quartas e sextas-feiras deste mês de janeiro, com atividades nos dois turnos, manhã e tarde. Neste sábado (17), acontece o Piquenique Literário, com o lançamento de um livro infantojuvenil, às 16h. Durante o período de férias escolares, o espaço promove momentos de aprendizado, criatividade e diversão. “O cronograma une arte, música e ludicidade, estimulando a imaginação, a convivência e a expressão das crianças em um ambiente cultural acolhedor”, ressalta Olíé Martins, diretor da Estação Ciência. Ele informa que as vagas são limitadas e que a inscrição é feita no dia em que a programação ocorre, na própria Estação. Os pais podem participar de sessões de contação de história, oficina de mágica, entre outras atividades. “No dia 17, sábado, teremos um piquenique literário, às 16h, com a atriz e escritora Maria Andrade, que estará lançando o livro de sua autoria ‘O Tesouro do Príncipe Heitor – o Reino da Harmonia’, com participação do personagem Zezinho Contação”, destacou. Serviço – A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, localizada no bairro do Altiplano, está aberta à visitação para o público em geral de segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h, com entrada gratuita. O espaço também atende as instituições de ensino pública e privada para visitação, através de agendamento no seguinte endereço eletrônico: linktr.ee/estacaocabobranco.

Estação Cabo Branco encerra 2025 com 34 exposições e reforça seu papel como principal cartão-postal cultural de João Pessoa

Ao longo de 2025, a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, um dos principais cartões-postais de João Pessoa, consolidou-se como um dos espaços culturais mais ativos da Capital, com a realização de 34 exposições diferentes distribuídas ao longo do ano, em seus diversos espaços expositivos. O número reflete uma média aproximada de três exposições abertas por mês, reforçando o papel do equipamento público como polo permanente de difusão artística, científica e cultural. Localizada no bairro do Altiplano, com projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer, a Estação Cabo Branco alia valor simbólico, turístico e cultural, atraindo moradores e visitantes interessados em arte, ciência e educação. Segundo o diretor do equipamento, Olié Martins, o espaço funciona de portas abertas, com acesso gratuito, o que amplia o alcance das exposições, embora não haja um controle exato do número de visitantes. “Tivemos uma média de três exposições abertas por mês no ano de 2025. Não existe controle de portaria no museu. É porta aberta”, destacou. Atualmente, Atualmente, o público pode conferir exposições em cartaz em praticamente todos os espaços expositivos do complexo, com mostras que abrangem artes visuais, coletivos artísticos, produções acadêmicas, fotografia, instalações e artesanato, reafirmando a diversidade da programação. Entre os destaques em exibição está o I Festival Internacional de Aquarela, aberto ao público desde 6 de dezembro de 2025, reunindo cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos Espaços Expositivos 8 e 9. A mostra segue aberta à visitação até 6 de março de 2026, com entrada gratuita. Além do festival, permanecem em cartaz exposições como Respirando Underwater, do Coletivo Masonn; Pricila Saulus, vinculada à UFPB; Brincadeiras de Criança, de Analice Uchoa; Brasil em Aquarela, de Lilian Arbex; Entre pedras, poesia e sons, mostra coletiva; (R)Existo, de Robson Xavier; Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu, de Serge Etienne; e Travessia, do coletivo Cristina Strapação, entre outras. A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Avenida João Cirilo da Silva, s/n, no Altiplano. Todas as exposições têm acesso gratuito, o que reforça o compromisso do espaço com a democratização da cultura e a formação de público. Com uma programação contínua, plural e acessível, a Estação Cabo Branco encerrou 2025 reafirmando sua importância estratégica para João Pessoa, não apenas como ícone arquitetônico e cartão-postal da cidade, mas como um espaço vivo de produção, circulação e encontro das artes. Segundo o diretor da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, Olié Martins, o equipamento consolidou-se como referência ao longo do ano. “A Estação Cabo Branco é hoje um dos principais equipamentos culturais de João Pessoa e um símbolo da democratização do acesso à arte, à cultura e ao conhecimento. Ao longo de 2025, conseguimos manter uma programação contínua, diversa e plural, valorizando artistas locais, coletivos, universidades e também iniciativas de alcance nacional, fortalecendo a identidade cultural da cidade e aproximando a população das artes visuais e da produção contemporânea”, destacou. O diretor também ressaltou a relevância do espaço para o turismo da Capital. “Além do papel cultural, a Estação tem uma importância estratégica para o turismo de João Pessoa. É um dos pontos mais visitados da cidade, integrando arquitetura, paisagem e programação cultural, e funcionando como porta de entrada para muitos visitantes que conhecem a capital paraibana”, afirmou. Para 2026, a Estação Cabo Branco se projeta com o fortalecimento ainda maior de seu papel cultural, artístico e turístico, mantendo-se como espaço público de acesso democrático. “A gestão trabalha no fortalecimento da programação, com exposições inéditas, ampliação de parcerias institucionais, ações educativas e projetos que dialoguem com ciência, arte e inovação, sempre mantendo o compromisso de ser um espaço público, acessível e vivo, a serviço dos pessoenses e de quem visita João Pessoa”, completou Olié Martins. Exposições em cartaz: • I Festival Internacional de Aquarela Reúne cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos espaços expositivos da Estação Cabo Branco. Período: até 6 de março de 2026 • Respirando Underwater – Coletivo Masonn • Pricila Saulus – UFPB • Brincadeiras de Criança – Analice Uchoa • Brasil em Aquarela – Lilian Arbex • Entre pedras, poesia e sons – mostra coletiva • (R)Existo – Robson Xavier • Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu – Serge Etienne • Travessia – Coletivo Cristina Strapação (As exposições estão distribuídas nos diversos espaços expositivos do equipamento cultural.) Serviço: Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes Avenida João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano, João Pessoa Visitação Terça a sexta-feira: das 9h às 18h Sábados e domingos: das 10h às 18h Entrada: gratuita

Festival Internacional de Aquarela está aberto à visitação na Estação Cabo Branco

O I Festival Internacional de Aquarela, realizado na Estação Cabo Branco – Ciências, Cultura e Artes, no Altiplano, está aberto à visitação nos fins de semana, das 10h às 18h, e de terça a sexta, das 9h às 18h. A entrada é gratuita. O evento, aberto neste sábado (6), marca um novo capítulo para a produção artística da Capital e reúne obras, oficinas e ações dedicadas a fortalecer a linguagem da aquarela no cenário local e internacional. A curadoria desta edição, que reúne cerca de 50 aquarelistas de vários países, é assinada por Amanda Costa, da Estação Cabo Branco, que destacou o caráter pioneiro da iniciativa. “Começamos em 2024. Este é o primeiro Festival, o primeiro de muitos. Foram muitos desafios até aqui. Hoje temos um espaço dedicado à aquarela e pensamos em ampliar, criando ambientes específicos para cada linguagem artística. Agradeço às parcerias com os curadores que vêm somando ao projeto. Em 2026, o Festival será aberto com a curadoria de Luciana Oliveira”, afirmou. A futura curadora, Luciana Oliveira, ressaltou a força coletiva da construção do Festival. “Espero contribuir com o projeto das aquarelas. Já estou encantada com o trabalho dos aquarelistas e desejo que este seja um processo contínuo de construção da cultura da aquarela. É um exercício coletivo, e estou empenhada em desenvolver esse trabalho junto aos artistas”. O I Festival Internacional de Aquarela tem programação aberta ao público, reforçando o compromisso da Prefeitura de João Pessoa em promover espaços de experimentação, formação e valorização das expressões artísticas, conectando pessoas por meio das cores, da criatividade e da arte. Artistas nacionais – Bernardete Lima; Clelia Maluf; Cléia Paiva; Catarina Chur; Claudia Simoes; Beth Sauer; Godiva Accioly; Helena Muller; José Amarante; Ieda Helal; Iracema DallAgnol; Ivani Ranieri; Kenia Maria Vasconcelos; Keiko Sakamoto; Lilian Arbex; Leni FumieFujimoto; Luiz Neto; Marco Antonio de São Pedro; Marta Spier; Marita Adams; Maria do Socorro Sobreira; Monica Lia Rangel; Nathalia Guerra “Fumacinha”; Renato Palmuti; Rogéria Gaudencio; Roseli Martelo; Rosane Pertile; Sonia M. Scalabrin; Silvana Pohl; Silvia Sakamoto; Solange Aparecida Zanoni; Tereza Elias; Tatiana de Andrade; Vera Penha Barrero; Silvana de Morais Aires; Silvia Regina S. Abram; Silvia Trad; e Valeria Ferrara. Artistas internacionais – Angela Barbi (Espanha); Lia Mendez (Panamá); Silvia Monje (Costa Rica); Elizabeth Uribe (Peru); TereLejoro (México); Irina Yushmanova (México); e Graciela Al (Argentina). Atividades paralelas – Além da exposição, o Festival oferece experiências abertas ao público: Stand de materiais de aquarela: 6 e 7 de dezembro; Pintura ao ar livre: 6 e 7 de dezembro, das 9h às 12h; Encerramento da exposição: 6 de março de 2026. Visitação – O Festival pode ser visitado de terça a sexta, das 9h às 18h, e nos fins de semana, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.

Mais de 15 artistas e 19 exposições integram a programação da Estação Cabo Branco

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, apresenta uma vasta e diversificada programação para os amantes da arte e da cultura. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), conta com um total de 19 exposições em cartaz, que oferecem um panorama artístico e cultural abrangente, abordando desde questões existenciais e sociais até a celebração da natureza e das tradições regionais. Do total de mostras, 9 são interinas e 10 permanentes, com a participação de 14 artistas e 4 instituições. O acesso é totalmente gratuito. Algumas das exposições interinas têm data para terminar, por isso o visitante precisa se apressar para aproveitá-las. A exposição ‘Panorama da Fotografia da Bahia: Ecologia de Sentidos’, com fotografias premiadas de 26 artistas, e a feira de artesanato do Coletivo Artesãos do Alto, que oferece itens e histórias da cultura nordestina, permanecem em cartaz até o fim deste mês. Também se despedem do público em 31 de agosto as exposições ‘Fábula: Fragmentos do Jardim’, do Coletivo UFPB, que mostra a relação dos artistas com a natureza e a imaginação, e ‘Do Sal ao Barro’, do artista Thiago Müller, que busca memórias afetivas no contexto do Nordeste brasileiro. Visitação até setembro – Quem não puder visitar a Estação Cabo Branco agora, ainda terá a chance de ver outras mostras interinas que continuam até setembro. Entre elas estão: Cores da Cidade, de LQGeor (Orlando Quadros), que utiliza a técnica da pirografia em papel para retratar paisagens urbanas; Corpo de Falésia, da artista Lola Pinto, inspirada nas falésias do litoral paraibano; Komorebi: Luzes no Bosque, de Maria Bonolo, que estuda o fenômeno da luz do sol filtrando por entre as folhas das árvores; Cores Extremas, de Petrônio Bendito, que aborda questões urgentes para a humanidade de forma poética e moderna; Atávica Chama, de Sidney Azevedo, que leva o público a uma imersão nos estados de não-consciência e na imensidão do inconsciente. Obras permanentes – Além das exposições temporárias, a Estação Cabo Branco conta com um acervo permanente que pode ser visitado a qualquer momento. Um dos destaques é a exposição ‘No Reinado do Sol’, uma grande tela de Flávio Tavares que narra a história da cidade de João Pessoa. O local também abriga o ‘Espaço Flávio Tavares’, com outras obras do artista pessoense considerado um dos maiores da atualidade. Outras obras que compõem o acervo permanente são: Mulher: Objeto de repouso, de Abelardo da Hora, com seis esculturas em bronze e concreto que exploram a sensualidade feminina; Mar de Grisi, de Luciano Grisi, com esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos; Sinergia, de Sidney Azevedo, uma escultura de ferro azul que sugere movimento e foi premiada em 2009; Cavalo Marinho, o mural de Wilson Figueiredo e Percy Fragoso, é uma ampliação da xilogravura de José Costa Leite; Vida, de Eulâmpio Neto, uma escultura em argila que representa a geração da vida; Varanda de Rede, de Chico Pereira, uma trama em alusão à renda de bilro, encomendada por Oscar Niemeyer. Horário de funcionamento – A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Av. João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano. O acesso ao local é gratuito.

Estação Cabo Branco abre exposição ‘Saga do Vaqueiro’ a partir desta sexta-feira

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – abre, a partir das 17h desta sexta-feira (7), a exposição ‘Saga do Vaqueiro’, do fotógrafo baiano Lenec Mota. A exposição fotográfica, que busca imortalizar a essência da tradição e da cultura do Sertão nordestino, fica aberta a visitação do público até 7 de junho, no 1º andar na Torre. Cristina Strapação, curadora da exposição, explicou que o trabalho busca levar o público ao imaginário da atividade dos vaqueiros, trabalhadores que moldam o cotidiano sertanejo, numa prática marcada por coragem e resiliência, ameaçada pela modernidade. “Os vaqueiros carregam o peso de uma memória coletiva e de uma ancestralidade que se expressa em seu modo de vestir, falar e lidar com o campo. O projeto foi inspirado pela observação das rápidas mudanças que vêm transformando o Sertão. Novas tecnologias e formas de trabalho começam a substituir práticas seculares, ameaçando a continuidade de saberes transmitidos oralmente e por meio da prática, geração após geração”, afirmou. A exposição ‘Saga do Vaqueiro’ é resultado de um projeto enviado pelo artista visual Leandro Rolim para edital de Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), em 2024. O projeto foi acolhido pela Curadoria de Arte da Estação Cabo Branco. Artista – Lenec Mota, natural de Irecê, Sertão baiano, divide seu tempo trabalhando na Paraíba e na Bahia. Atua nas áreas de fotografia, produção cultural e audiovisual, com experiência em projetos culturais e televisivos. Recentemente, participou dos projetos documentais Semeando o Futuro e Reconhecendo Mestres: Francisco Alves, o Coroné Chico Tripa (2024), ambos na Paraíba. Serviço – A Estação Cabo Branco, localizada no bairro do Altiplano, é administrada pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec).O local fica aberto para visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 18h; e sábados e domingos, das 10h às 18h. O acesso é gratuito.

Estação Cabo Branco oferece ao público diferentes experiências e contabiliza quase 13 mil visitantes em 2024

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – realizou cursos de teatro, dança, encontro de carros antigos e exposições de diferentes artistas ao longo deste ano. Administrado pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), o centro cultural, que fica localizado no Altiplano, recebeu 12.763 visitantes em 2024. “Estamos bastante felizes com o momento que a Estação Cabo Branco vem vivendo. Desde 2018 a Torre voltou a ter várias exposições, proporcionando arte para a população e para os turistas que visitam a nossa cidade”, comenta o diretor geral do espaço, Olié Martins. Quem visita a Estação Cabo Branco é convidado a imergir em diferentes exposições. No trabalho “Descaminhos | Imagem e Deriva”, do professor, curador e pesquisador em Artes Visuais, Daniel da Hora, por exemplo, o público completa a desordem dos fios de iluminação pública presente nos centros urbanos. “Este caos me fez refletir esteticamente sobre ele e sublimá-lo, me dando as bases que eu precisava para expurgar essa minha ojeriza pelo aspecto mal acabado dos postes e instalações elétricas”, comenta Daniel da Hora. O trabalho ainda está em exposição na Estação Cabo Branco. Outro trabalho relevante exposto este ano no centro cultural foi a “Exposição Nacional de Aquarela”, que reuniu obras de 18 artistas renomados, incluindo os internacionais Goyo Barja (Argentina) e Zahra Hanze (Turquia). Unindo técnica e emoção, as aquarelas expostas traziam a sobreposição de cores para revelar novas tonalidades e nuances, convidando o espectador a observar a leveza, a transparência e o brilho da cor. A “Exposição Nacional de Aquarela” ofereceu ao público uma oportunidade única para apreciar a maestria de grandes nomes da aquarela brasileira e internacional, além de celebrar a arte como expressão da alma humana. Além de atrair visitantes para as exposições, muitas pessoas vão à Estação Cabo Branco para conhecer a estrutura projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer ou contemplar a vista da Capital paraibana do terraço panorâmico da torre principal. Foi isso que levou o maquinista de metrô Oseas Pedrosa, da cidade de Recife, a visitar o espaço. “Trouxe meus pais, Adaleia e Maximiano, para passear em João Pessoa, aproveitamos para subir no terraço para apreciar a vista. O espaço aqui é muito legal. Por ser aberto, ventilado, proporciona um passeio agradável”, conta. Serviço – Funcionamento Estação Cabo Branco De terça a sexta-feira – das 9h às 18h Sábados e domingos – das 10h às 18h Acesso – gratuito