Emlur e Inovacentro participam de operação na área central de João Pessoa e removem pichações

A manhã deste sábado (29) foi marcada por mais uma ação de limpeza e conservação no Centro de João Pessoa. Equipes da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) atuaram na região do viaduto da Avenida Miguel Couto, com serviços de remoção de pichações e higienização dos espaços públicos, contribuindo para deixar a área mais limpa, organizada e agradável para a população. A iniciativa faz parte de uma ação conjunta iniciada na quinta-feira (27), que reúne a Emlur, a Secretaria de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro) e a Polícia Militar em um trabalho integrado de limpeza, conservação, ordenamento e segurança na região central da cidade. A atuação conjunta busca fortalecer o cuidado com o Centro Histórico e demais áreas da região, com ações contínuas de manutenção e prevenção de pontos de descarte irregular e degradação dos espaços públicos. O superintendente da Emlur, Ricardo Veloso, destaca que a gestão municipal mantém atenção permanente na região e reforça a importância da participação da população na preservação dos espaços públicos. “O trabalho das equipes faz a diferença, mas o cuidado precisa ser de todos. Quando cada cidadão faz a sua parte, a cidade inteira ganha”, reforça Texto: AssessoriaEdição: Cristina CavalcanteFotografia: Carlos Nunes 

Prefeitura investe em projetos habitacionais para revitalizar o Centro Histórico de João Pessoa

A revitalização do Centro Histórico de João Pessoa, através de projetos habitacionais, é uma das metas da Prefeitura e atualmente três projetos estão em execução: dois no Ponto de Cem Réis, através da reforma e modernização de dois prédios e a construção do Residencial Rio Sanhauá, na Praça da Socic (antiga Proserve), no bairro do Varadouro, com 108 unidades. Os três projetos são resultado de uma parceria com o Governo Federal e somados os investimentos chegam a R$ 65 milhões. A secretária de Habitação Social (Semhab), Socorro Gadelha, disse que os três projetos do Centro Histórico tem prioridade dentro do programa Habitacional na gestão do prefeito Leo Bezerra, que está levando moradia digna para uma região da cidade que há muitos anos enfrenta o problema da evasão e investir em moradia significa devolver vida ao centro da cidade. Ela contou que no Ponto de Cem Réis são dois projetos Retrofit (reforma de prédios antigos), acompanhados pelo Instituto do Patrimônio Histórico. Um é o prédio do antigo Ipase (Residencial Antônio Júnior), que foi cedido pela Superintendência do Patrimônio da União e a reforma tem parceria com a União Nacional Por Moradia, junto com o Governo Federal, através do programa Minha Casa Minha Vida, com um investimento da ordem de R$ 21 milhões, para transformar um prédio abandonado em uma estrutura moderna com 50 moradias, área de convivência e mais uma área comercial no térreo. O outro canteiro de obras do Ponto de Cem Réis é a restauração do Edifício das Nações Unidas, onde estão sendo investidos R$15 milhões com construção de 39 apartamentos, área de convivência e salas comerciais no térreo. O terceiro projeto citado por Socorro Gadelha é o Residencial Rio Sanhauá, em construção na Praça da Socic (antiga Proserve), no Varadouro, com um investimento de R$ 29 milhões para abrigar famílias que moram na região do Porto do Capim. “A proposta do prefeito Leo Bezerra é levar moradia digna para o Centro Histórico e assim estancar a evasão populacional, devolvendo vida a uma região da cidade que estava ficando vazia e que vai voltar a vida com a construção de novas moradias e a recuperação de prédios tombados, que estavam abandonados e agora estão sendo transformados em moradia digna”, comentou. Prêmio nacional – O Projeto de reforma do prédio do antigo Ipase (Residencial Antônio Júnior) já recebeu o prêmio nacional ‘Minha Casa Minha Vida’, concedido pelo Ministério das Cidades, por se tratar de um projeto pioneiro, através do programa Retrofit, e hoje é modelo para outros empreendimentos pelo Brasil. O presidente do Movimento Nacional por Moradia na Paraíba, Alberto Freire, contou que o prédio estava abandonado desde a década de 80 e por isso foi ocupado em 2013 por famílias de sem teto e, depois de muita luta, eles encontraram apoio na proposta do Governo Federal de reformar prédios antigos, através do programa ‘Minha Casa Minha Vida Entidade’, o projeto foi premiado em nível nacional. Ele contou que o projeto de reforma foi feito pelo arquiteto Yuri Duarte e depois apresentado a Prefeitura, através da Secretaria de Habitação, recebendo apoio da secretária Socorro Gadelha, que viu na proposta uma boa alternativa para ocupar o Centro com moradia. “Nós somos gratos à secretária Socorro Gadelha que conhece muito bem o setor habitacional e também ao prefeito Leo Bezerra, pois eles entenderam a proposta e viram que a revitalização do Centro Histórico só vai ser viável através da reforma de prédios antigos, transformando em moradia e áreas comerciais”, comentou. Ipase– O prédio do antigo Ipase foi inaugurado em 1951. Com o projeto do arquiteto Benedicto de Barros. Na época o edifício foi considerado um marco do modernismo e da verticalização na Capital paraibana. O engenheiro Ayrton Ramon, da Construtora JPC, responsável pela obra, disse que o trabalho é delicado por se tratar de um prédio antigo que vai ser modernizado e transformado em 50 apartamentos com dois quartos, mais área comercial no térreo e área de convivência na laje superior. Ele contou que a fachada vai ser preservada, pois a parte interna vai ser modernizada, com novas instalações elétricas e hidráulicas, ventilação, acessibilidade com elevadores, escadarias e rampas. Nações Unidas – O Edifício das Nações Unidas foi inaugurado em 1957, durante a gestão do prefeito Osvaldo Pessoa, e foi modernizado no início da década de 70. Atualmente o edifício está sendo reformado e vai dar lugar a 39 apartamentos com um e dois quartos, mais uma área de convivência. O responsável pelo canteiro de obras, Lucas Costa, da Construtora Engemat e Sanco Engenharia, contou que está sendo usado o que existe de mais moderno na construção civil, citando como exemplo a tecnologia Drywall nas divisórias e no isolamento acústico entre os apartamentos, além na modernização dos acessos, instalações elétricas e hidráulicas. Rio Sanhauá – O Residencial Rio Sanhauá é um empreendimento com 108 apartamentos divididos em blocos, com toda a infraestrutura de apoio, como estacionamento e área de convivência. O empreendimento está sendo construído em um terreno que estava abandonado, onde ficava uma antiga concessionária de veículos, e vai abrigar famílias que hoje vivem em áreas de risco no Porto do Capim.

Leo Bezerra destaca valorização do Centro Histórico com inauguração da nova sede da Câmara Municipal

A nova sede da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) foi inaugurada oficialmente, na tarde desta quarta-feira (1º), em um prédio que alia modernidade, funcionalidade e preservação do patrimônio histórico. A estrutura oferece mais conforto, acessibilidade e melhores condições de trabalho para vereadores, servidores e para a população. Durante a solenidade, que reuniu representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o prefeito Leo Bezerra abriu os pronunciamentos destacando a importância da valorização do Centro Histórico e da parceria institucional entre a Câmara Municipal e a Prefeitura de João Pessoa, fundamental para viabilizar a nova Casa do Povo. “Neste momento importante para o Centro Histórico e para João Pessoa, a Câmara Municipal ganha um novo lar, moderno e preparado para acolher a população com mais eficiência e conforto. Tenho a honra de ter feito parte desta Casa como vereador e, agora, como prefeito, de contribuir para que esse projeto se tornasse realidade, com o apoio necessário para a aquisição do terreno e a construção da nova sede. É um dia de muita alegria. Guardo com carinho a trajetória que construí neste Parlamento e fico feliz em ver esse novo prédio fortalecendo o Legislativo e valorizando ainda mais o coração da nossa cidade”, ressaltou Leo Bezerra. A nova Casa de Napoleão Laureano, localizada em frente à antiga sede, na Rua das Trincheiras, no Centro Histórico, conta com quatro pavimentos, plenário amplo que homenageia o senador Humberto Lucena, auditórios, 36 gabinetes e cerca de cinco mil metros quadrados de área construída. O projeto reúne soluções sustentáveis e tecnologia construtiva moderna. As ruínas do prédio histórico situadas no mesmo perímetro também foram restauradas e incorporadas ao complexo, unindo preservação do patrimônio, inovação e respeito à história de João Pessoa. Durante a cerimônia, o presidente da Câmara Municipal, vereador Dinho Dowsley, lembrou que a construção da nova sede foi viabilizada por meio de financiamento junto ao Banco de Brasília (BRB), tendo a Prefeitura de João Pessoa como fiadora da operação de crédito. Ele agradeceu a parceria institucional e destacou que o novo prédio foi planejado para atender às necessidades atuais e futuras do Legislativo Municipal. “Essa Casa foi projetada para os próximos anos, garantindo que o Poder Legislativo continue sendo um espaço de diálogo, debate e construção de políticas públicas para João Pessoa. Essa estrutura simboliza novos tempos e fortalece a nossa democracia. Como a Câmara não possui personalidade jurídica própria, o apoio da Prefeitura foi essencial para viabilizar esse projeto. Por isso, registro o nosso agradecimento pela parceria institucional”, afirmou Dinho Dowsley. O vereador Odon Bezerra falou em “momento histórico”, destacando o respeito ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep) para a construção do novo prédio, que preserva a história e, ao mesmo tempo, aponta para o futuro. Como parlamentar, ele também disse que a antiga sede não comportava mais a demanda do legislativo e era insuficiente para receber a população de João Pessoa, que se aproxima de um milhão de habitantes, em sessões importantes e de interesse coletivo. “Primeiramente, é preciso registrar que vivemos um momento histórico. Dois pontos merecem ser enaltecidos: a manutenção da sede da Câmara no Centro da cidade e o respeito rigoroso às diretrizes de preservação dos imóveis tombados pelo Iphaep. Estar inserido em uma área de tombamento rígido representou um desafio significativo para a Mesa Diretora, exigindo um longo processo de interlocução e superação de obstáculos junto ao órgão. O prédio antigo não oferece mais as condições estruturais adequadas para o atendimento aos cidadãos. João Pessoa deixou de ser uma cidade pequena, mas a nossa sede, sem qualquer demérito, ainda mantinha as proporções de uma Câmara inferior. Portanto, a construção de uma nova sede tornou-se uma necessidade premente”, enfatizou.

Leo Bezerra regulamenta lei que alia preservação do patrimônio e crescimento urbano

O prefeito Leo Bezerra assinou, nesta segunda-feira (29), o decreto que regulamenta a Transferência do Direito de Construir (TDC), instrumento urbanístico por meio do qual o Poder Público autoriza o proprietário de um imóvel urbano (imóvel cedente) a transferir, alienar ou exercer em outro local (imóvel receptor) o potencial construtivo previsto na legislação urbanística. A solenidade foi realizada no Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria, e reuniu representantes da construção civil, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (Crea-PB), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e da Associação dos Notários e Registradores da Paraíba (Anoreg-PB). Podem ser classificados como imóveis cedentes aqueles tombados ou localizados na poligonal do Centro Histórico de João Pessoa, contribuindo para a preservação do patrimônio cultural. Também se enquadram nessa categoria os imóveis situados em Áreas de Proteção Ambiental (APAs), Reservas Particulares do Patrimônio Natural Municipal e áreas de proteção de mananciais. Além disso, o instrumento contempla imóveis destinados ao uso público ou social, necessários à implantação de equipamentos públicos, obras de infraestrutura urbana e intervenções de adequação do sistema viário. O prefeito enfatizou que o decreto não altera a Lei do Gabarito em relação ao escalonamento de edifícios na Orla e que as regras visam diminuir burocracias e permitir que o crescimento da cidade continue acontecendo de maneira sustentável. “Com o objetivo de valorizar ainda mais o nosso Centro Histórico, ampliar os investimentos em diversos setores e promover o adensamento urbano de nossa cidade. Buscamos promover a revitalização da área central, alinhando-nos a processos de requalificação urbana observados em outras capitais, com o intuito de estimular o crescimento e a vitalidade da região”, afirmou o prefeito. As regras foram apresentadas pelos secretários Ayrton Falcão (Planejamento), Thiago Lucena (Inovacentro) e Welison Silveira (Meio Ambiente). Na ocasião, foi explicado que o proprietário do imóvel cedente passa a contar com uma série de direitos previstos no instrumento da Transferência do Direito de Construir (TDC). Entre eles, está a possibilidade de utilizar o potencial construtivo em outro imóvel de sua propriedade ou de aliená-lo para um ou mais imóveis de terceiros, respeitando o Índice de Aproveitamento (IA) máximo permitido para o imóvel receptor, que varia conforme a região da cidade. Além disso, a legislação estabelece que, em caso de alienação do potencial do imóvel cedente, não haverá incidência do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) na transação. “Para a Prefeitura de João Pessoa, essa iniciativa viabiliza a dinamização urbana e oferece ao proprietário os meios necessários para restaurar e conservar edificações que, muitas vezes, encontram-se em estado de abandono ou deterioração. Ao assumir o compromisso de preservação, o proprietário obtém recursos para a manutenção do bem, promovendo a recuperação do patrimônio histórico e ambiental da cidade. Dessa forma, estimula-se o crescimento sustentável e ordenado, direcionando o adensamento para as áreas que já possuem infraestrutura adequada para suportar esse desenvolvimento”, afirmou o secretário de Planejamento, Ayrton Falcão. Potencial construtivo – Corresponde à quantidade de área que o proprietário de um lote urbano tem o direito de edificar, expressa em metros quadrados (m²). Esse potencial é definido de acordo com o Índice de Aproveitamento (IA) estabelecido para a zona onde o imóvel está localizado, um dos principais parâmetros urbanísticos previstos no Plano Diretor (PD) e na Lei de Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo (LUOS). Para o cálculo do potencial construtivo transferível, a legislação considera, além da relação direta com o IA, critérios como a variação conforme o tamanho do terreno e a equivalência entre bairros, com base nos valores da Planta Genérica de Valores (PGV). Centro Histórico – O secretário da Inovacentro, Thiago Lucena, ressaltou a importância do uso da TDC para a região do Centro Histórico. “Por exemplo, um proprietário de um terreno no Centro Histórico tem um projeto de verticalizar um imóvel, mas como isto não é possível pela questão da preservação da área, a Prefeitura passa a fazer uma compensação, uma justiça social, permitindo que essa área não utilizada seja aproveitada em outro imóvel de sua titularidade ou transacionada no mercado. Em vez de ter um imóvel parado, agora o proprietário passa a ter um ativo econômico”, observou. Thiago Lucena reforçou que esse compromisso firmado perante a Prefeitura tem validade de, no mínimo, 10 anos, conforme estipulado na Legislação. “Essa é uma grande política de desenvolvimento urbano, aliada à preservação do Centro Histórico e à preservação ambiental, em parceria com o setor privado, que são os proprietários de imóveis”, sintetizou. Ayrton Falcão afirmou que o proprietário do imóvel cedente deve assinar um termo pela conservação e manutenção do imóvel e estará sujeito a fiscalizações periódicas da Prefeitura, sob pena de multas em caso de descumprimento das obrigações de manutenção e conservação. Desafios ambientais – O secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, apontou que um dos grandes desafios do crescimento das cidades é a fiscalização, principalmente nas áreas mais sensíveis do ponto de vista ambiental. Para ele, trazer a iniciativa privada como parceira interessada em preservar essas áreas, é uma inovação para a cidade de João Pessoa. “Outras cidades já têm aplicado esse instrumento, a exemplo de Porto Alegre, e esse tipo de norma aliada ao Plano Diretor e a toda legislação pertinente proporciona avanços à nossa cidade. Essa ferramenta incentiva o mercado da construção civil e imobiliário, ao passo que eles têm ciência de que ter uma área de preservação ambiental nos arredores também é viável. Vai ser lucrativo para eles trabalhar para manter essas áreas preservadas e isto incentiva o mercado a manter João Pessoa com essa qualidade de vida já conhecida”, ressaltou o secretário. Segmento da construção civil celebra –“Essa iniciativa que a Prefeitura traz hoje, ela faz com que esse interesse se desperte em vários empresários. Uma cidade que cresce por igual, que cresce de forma uniforme. E esse mecanismo faz com que o investimento que está na praia, que está na Zona Sul, chegue no Centro Histórico. E isso

Revitalização do Ponto de Cem Réis e da Duque de Caxias impulsiona novo momento do Centro Histórico

O Centro Histórico de João Pessoa vive uma nova fase de valorização e transformação urbana. A revitalização da Praça André Vidal de Negreiros, conhecida como Ponto de Cem Réis, e da Avenida Duque de Caxias, representa mais um importante passo dentro do amplo projeto de requalificação da região central da Capital, promovendo melhorias que vão além da infraestrutura e impactam diretamente a qualidade de vida da população, o comércio local e o turismo. As intervenções transformaram espaços antes marcados pela degradação em ambientes modernos, acessíveis e acolhedores, fortalecendo o Centro Histórico como um local de circulação, permanência, convivência e vivência cultural no coração da cidade. Segundo o secretário de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro), Thiago Lucena, as obras fazem parte de uma estratégia ampla para devolver protagonismo ao Centro Histórico da cidade. “A revitalização do Ponto de Cem Réis e da Duque de Caxias faz parte de um projeto muito maior de requalificação do Centro Histórico de João Pessoa. Não estamos falando apenas de uma obra isolada, mas de um conjunto de investimentos que inclui incentivos fiscais, retrofit para moradias, recuperação de imóveis históricos, melhorias na infraestrutura urbana e valorização do nosso patrimônio cultural”, destacou. Thiago ressaltou que a recuperação dos espaços públicos gera benefícios que se refletem em toda a cidade. “Quando investimos na qualidade dos espaços públicos, os benefícios vão muito além da estética. Criamos um ambiente mais seguro, acolhedor e atrativo, que estimula a circulação de pessoas e fortalece a economia local. Isso gera mais oportunidades para comerciantes, empreendedores e para todos que vivem ou trabalham no Centro”, pontuou. Espaços renovados para a convivência e a cultura – O tradicional Ponto de Cem Réis, um dos principais cartões-postais do Centro de João Pessoa, voltou a ser um local de encontro entre moradores, trabalhadores, turistas e artistas. De acordo com Thiago Lucena, o espaço simboliza o novo momento vivido pela região. “O Ponto de Cem Réis é um espaço de encontro, convivência, descanso, contemplação do verde das árvores e de manifestações culturais, que voltam a ocupar o protagonismo que sempre tiveram”, disse. Já a Duque de Caxias recebeu um novo calçadão, canteiros revitalizados e melhorias que devolveram charme e funcionalidade a uma das vias mais importantes de João Pessoa. “Isso proporciona mais acessibilidade e preservação da história da cidade, com um ambiente moderno, funcional e acolhedor para as pessoas”, acrescentou o secretário. População aprova mudanças – Quem frequenta diariamente os espaços revitalizados pela Prefeitura de João Pessoa destaca a transformação positiva promovida pelas obras. Frequentadora da praça há mais de 10 anos, Geane Santos afirmou que a mudança superou as expectativas. “A reforma do Ponto de Cem Réis ficou muito boa, muito bonita. Deu uma melhorada muito grande. Ficou maravilhosa. Há 10 anos frequento esse espaço e para a gente que está aqui todos os dias ficou muito bom”, revelou. Valberto Silva também destacou a importância dos investimentos em áreas públicas. “A reforma ficou muito boa. É muito importante que façam mais praças assim para a população frequentar”, afirmou. á Jonh Rique destacou os benefícios para quem utiliza o espaço diariamente. “Gostei bastante das melhorias por causa das cadeiras para descanso, das mesas para os idosos jogarem xadrez e das árvores que ajudam na sombra. Ficou um ambiente muito melhor para todos”, salientou. Comércio fortalecido – Além da valorização urbana, comerciantes e trabalhadores da região comemoram os impactos econômicos e sociais gerados pelas melhorias. O comerciante informal Felipe Soares lembra que o cenário era bem diferente antes da revitalização. “A praça ficou muito boa, principalmente para quem trabalha aqui e para os pedestres. Antes, tinha muitos problemas, mas hoje melhorou 100%. Só tenho que agradecer à Prefeitura de João Pessoa”, elogiou. Para Flaviana Santos, que trabalha no comércio local, a mudança foi completa. “Antigamente era muita bagunça, muita sujeira, bancos quebrados e patrimônio público destruído. Agora fizeram um excelente trabalho. Ficou show de bola. Nota 10 para a Prefeitura”, comemorou. Turismo ganha novo impulso – As melhorias também chamaram a atenção dos visitantes que passam pela capital paraibana. O turista paulista Jorge Sales elogiou a nova estrutura e a organização do espaço. “Sou de São Paulo e estou vendo o movimento do famoso Ponto de Cem Réis. Depois dessa reforma, ficou muito bom. Acho que até o movimento aumentou. Gostei muito dessa revitalização”, revelou.

Espaços revitalizados no Centro Histórico tornam-se pontos de encontro e contemplação

Quem passa pela Praça Vidal de Negreiros – mais conhecida como Ponto de Cem Réis – pode apreciar um espaço amplo de preservação de um passado ainda tão presente no cotidiano das pessoas. Revitalizado e entregue à população há duas semanas pela Prefeitura de João Pessoa, assim como a Rua Duque de Caxias – como parte do projeto de requalificação e ocupação do Centro Histórico -, o Ponto de Cem Réis agrega famílias que se reúnem para contemplar o espaço e fazer fotos, enquanto outras pessoas aproveitam para relembrar experiências vividas. Já quem trabalha no entorno, está vibrando com o aumento do número de visitantes, o que se converte em mais vendas. O auxiliar de serviços gerais, David Quirino, levou os dois filhos para uma volta no Ponto de Cem Réis, atendendo ao pedido da filha dele, Maria Cecília. “Eu gosto muito de passar por aqui, dá uma energia boa, é tranquilo”, diz a menina, que aproveitou o passeio para fazer fotos do local. “Tirar foto numa rua feia não fica bom, né? Aqui está tudo muito bonito, então, dá certo”, completou. David Quirino destacou o cuidado com o serviço de recuperação dos pisos com mosaicos em granito e granilite. “Ficou tudo muito bonito e organizado”, opinou. As intervenções na Praça Vidal de Negreiros incluíram execução da base em granito para instalação dos bustos, implantação de mesas com tabuleiro, construção de calçadas de passeio, instalação de bancos em madeira, criação de canteiros, além de novo paisagismo com plantio de grama, árvores nativas e palmeiras. A obra também incluiu a readequação das instalações elétricas, instalação de postes ornamentais e implantação de iluminação pública em LED. Emerson Júnior passa pelo local todos os dias antes de ir ao trabalho, mas se está adiantado, ele aproveita a sombra das árvores e os novos bancos de madeira para descansar um pouco e aproveitar a energia nostálgica do lugar. ‘É um local muito bonito. Acho que a Prefeitura cumpriu sua obrigação em nos entregar esse espaço reformado, melhorando bastante sua estrutura”, comentou. Saudosismo – As irmãs Fátima dos Santos e Severina Quirino tiraram o dia para longas caminhadas no Centro Histórico e elogiaram as mudanças de acessibilidade implementadas na Rua Duque de Caxias, com piso antiderrapante, além do embelezamento e preservação da região. “A gente resolve tudo por aqui nas imediações do Ponto de Cem Réis. Aqui tem farmácia, tem banco, lojas, tudo é aqui”, afirmou Fátima dos Santos. Mas ela destacou as lembranças de décadas passadas das experiências vividas na região. “É um espaço que traz muitas memórias afetivas, lembranças da juventude, das festas que a gente vinha, e que bom que foi feito esse grande serviço de recuperação”, indicou. Já Severina Quirino destacou a necessidade de preservação do que foi entregue à população. “A Prefeitura fez sua parte. Agora, a gente precisa manter limpo e zelar, porque isso foi feito com o dinheiro dos nossos impostos, então zelamos por nós também. Agora está tudo organizado e nós temos nossa parcela a cumprir”, ressaltou. Na Rua Duque de Caxias, foi feita a recuperação dos pisos em granito e concreto, calçadão, bancos em madeira, recuperação dos canteiros existentes, novo paisagismo com plantio de grama e arbustos, readequação das instalações elétricas, instalação de postes ornamentais, modernização da iluminação pública em LED e melhorias de acessibilidade. Impulso comercial – A Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa (CDL-JP) avaliou de forma positiva a revitalização do Ponto de Cem Réis e da Rua Duque de Caxias. “Intervenções como essa são fundamentais para valorizar o Centro Histórico e torná-lo mais atrativo tanto para consumidores quanto para os próprios lojistas. A melhoria na infraestrutura, na iluminação e na acessibilidade contribui diretamente para aumentar a circulação de pessoas, e isso é essencial para o fortalecimento do comércio local. Quando o espaço público é bem cuidado, ele naturalmente convida a população a voltar a frequentar o Centro”, afirmou o presidente da entidade, Nivaldo Vilar. Ele ponderou que resultados mais concretos virão com o tempo, mas a expectativa é que, somadas a outras ações que estão sendo realizadas na região, essas melhorias ajudem a impulsionar o movimento, incentivar novos investimentos e fortalecer a atividade econômica no Centro da cidade. Bernadete Guimarães trabalha numa ótica da região e comentou que agora com a entrega das obras o movimento está ainda maior do que antes do início dos serviços. “Durante o período das obras, foi uma época complicada, mas agora estamos vendendo mais do que antes. Por curiosidade, o pessoal vem passear no Ponto de Cem Réis, vem olhar as estátuas, vê que tem ótica, outras lojas e as vendas acontecem”, afirmou. Para ela, ficou tudo lindo e, da sua mesa de trabalho, consegue ver os diversos usos do espaço pelas pessoas. “Eu fico olhando os senhores com seus jogos de tabuleiro nas mesas, as crianças que vêm jogar bola. A reforma deu uma nova vida ao espaço”, elogiou. O vendedor Eduardo Lourenço comentou que as vendas melhoraram bastante com o fim da reforma da Rua Duque de Caxias. “Além de ter sido melhor para o comércio, ficou mais bonito o lugar. No intervalo do trabalho, a gente senta nos bancos, conversa com os colegas, porque é um espaço de convivência e também para contemplar a paisagem dessa área histórica da cidade”, relatou. Revitalização – O investimento da Prefeitura nas obras de revitalização foi de R$ 3 milhões, mas outras ações estão sendo executadas para estimular o desenvolvimento do Centro Histórico nos âmbitos de infraestrutura, habitação, turismo, mobilidade urbana, incentivos fiscais e cultura. No ano passado, a Prefeitura de João Pessoa instituiu a Secretaria de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro), que vem executando uma série de ações voltadas ao fortalecimento da região central da cidade, incluindo programas de isenção ou redução de tributos com a instalação de empresas. No que se refere ao turismo, a cidade de João Pessoa sediou em março a Convenção Nacional de Vendas da CVC, a maior operadora da América Latina, que trouxe quase dois mil lojistas, agentes de viagens,

Parceria entre Inovacentro e Funetec-PB busca renovar o Centro Histórico de João Pessoa

A Secretaria de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro) realizou uma reunião com a Fundação de Educação, Tecnologia e Cultura da Paraíba (Funetec-PB) para discutir possíveis parcerias voltadas à renovação do Centro Histórico de João Pessoa. O encontro aconteceu na última terça-feira (27), na sede da Funetec, no Bairro dos Estados, e contou com a presença do secretário Thiago Lucena, do superintendente da Funetec-PB, Rodrigo Barreto, além de representantes da Prefeitura de João Pessoa e da fundação. Durante a reunião, a equipe da gestão municipal apresentou projetos nas áreas de inovação, tecnologia e economia criativa que já estão em andamento, como a implantação de um Laboratório Maker no Centro Histórico. A Funetec-PB se colocou à disposição como parceira estratégica para gerenciar e executar esses e outros projetos voltados ao desenvolvimento e à transformação do Centro Histórico da capital paraibana.

Cícero Lucena autoriza início de projetos para restauro da Igreja São Frei Pedro Gonçalves e reforça ações no Centro Histórico

A Prefeitura de João Pessoa avança em várias frentes na missão de fortalecer o Centro Histórico, seja no âmbito do desenvolvimento com projetos como o Viva o Centro – de isenção de tributos – na ocupação por meio da cultura e também de restauro do patrimônio histórico. Nesta quarta-feira (29), o prefeito Cícero Lucena assinou uma ordem de serviço autorizando a elaboração de projetos para restauro da Igreja São Frei Pedro Gonçalves, iniciativa em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Arquidiocese da Paraíba A igreja histórica abrange uma área onde também fica o Conventinho, prédio que a Prefeitura revitalizou e deu uma nova função – de educação, com promoção de eventos e atividades culturais. Com o restauro da igreja, a Prefeitura amplia as ações de valorização do Centro Histórico e oferece uma nova perspectiva para os visitantes. Durante a solenidade, que aconteceu no Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria, ficou decidido que uma comitiva formada pelas secretarias de Planejamento (Seplan) e de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro), mais a Arquidiocese e o Iphan, vai inspecionar o local nesta sexta-feira (30) pela manhã para iniciar os estudos. “Mais uma iniciativa em prol da execução do projeto da Igreja São Frei Pedro Gonçalves. Trata-se de um novo avanço da administração municipal no esforço de resgatar e preservar o patrimônio histórico local”, projetou Cícero Lucena, que também esteve acompanhado do vice-prefeito Leo Bezerra durante assinatura da ordem de serviço Inovacentro – No ano passado, a gestão municipal criou a Secretaria de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico para desenvolver ações na região central da Capital. Esse cuidado tem se refletido em uma maior capacidade para desenvolver parcerias, segundo destacou Thiago Lucena, que está a frente da Pasta. Ele projetou o restauro da Igreja São Frei Pedro Gonçalves por meio de um trabalho em conjunto. “Uma parceria que envolve a Seplan, com recursos federais, com a colaboração do Iphan. Uma instituição religiosa de grande importância para nós, datada de 1843, com uma rica história, particularmente relevante no Largo do Hotel Globo, em conjunto com o Conventinho. Este é um passo significativo para a restauração, realizando uma gestão que antes não era aplicada ao Centro Histórico. Já observamos a confiança renovada da população e, especialmente, o interesse de investidores que estão destinando recursos também”, reforçou Thiago Lucena. Projeto – O secretário de Planejamento, Airton Falcão, explicou que o projeto será realizado em etapas. “As etapas iniciais envolvem o desenvolvimento do projeto de restauro, que determinará as necessidades de intervenção, incluindo pintura, recuperação de acabamentos e rebocos, seguindo as diretrizes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Fundo de Apoio à Educação e Pesquisa (Faep), bem como as legislações pertinentes. Somente após a conclusão desta fase será possível planejar a execução da obra de restauro”, detalhou.

Secretários e empresários visitam futura sede da Casa Zero 83 no Centro Histórico de João Pessoa

João Pessoa deu mais um passo importante rumo à inovação social e ao fortalecimento do desenvolvimento econômico com a visita técnica realizada, nesta quarta-feira (28), à futura sede da Casa Zero 83, que será implantada no Centro Histórico da Capital. A iniciativa partiu da Secretaria Municipal de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro), em parceria com as Secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes) e Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest), e contou com a participação de gestores e empresários apoiadores. Para o secretário municipal de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico, Thiago Lucena, a visita técnica permitiu alinhar expectativas, discutir adequações do espaço e consolidar parcerias, marcando uma etapa fundamental para a implantação do equipamento, que promete se tornar um novo polo de transformação social e econômica na Capital. “Está é uma visita para validação do imóvel com empresários, representantes das instituições do Centro Histórico e da Prefeitura de João Pessoa. É muito importante a participação do privado aqui, porque daqui vai sair formação de mão de obra para o nosso mercado de trabalho. Estamos trazendo o grupo da Casa Zero de Pernambuco e empresários para conhecer o imóvel, o entorno e a riqueza que a gente tem aqui no Centro Histórico”, explicou. Segundo o secretário, uma série de conquistas estão sendo comemoradas no Centro Histórico. “Semana passada aconteceu uma reunião com representantes de uma grande rede de hotéis mundial que está com um projeto bem encaminhado para se instalar no Centro Histórico da Capital. Teve, ainda, a negociação em torno da ocupação do Pavilhão do Chá, uma área que a Prefeitura cedeu para o Sesc/Senac, para instalação de um restaurante escola com formação de mão de obra, com um serviço especializado. Então, são essas grandes vitórias que a gente vai comemorando”, ressaltou Thiago Lucena. Programação – A agenda desta quarta-feira foi articulada pela Inovacentro, em parceria com a Sedes e a Sedest e contou com a presença de uma comitiva de gestores públicos e empresários apoiadores do projeto do estado de Pernambuco, além de representantes de instituições públicas do Patrimônio Histórico de João Pessoa e da Paraíba. A secretária de Desenvolvimento Social, Norma Gouveia, também participou da visita. No primeiro momento, a comitiva da Casa Zero foi recepcionada por empresários que vislumbram a importância deste projeto para a cidade de Joao Pessoa. No segundo momento, foi realizada a visita ao local das futuras instalações da Casa Zero, no Centro Histórico de Joao Pessoa, localizado na Rua Conselheiro Henrique, nº 90. A visita contou com a participação de Fábio Silva, CEO da Casa Zero de Pernambuco. “Nós somos da Rede Muda Mundo, um importante ecossistema social no Brasil, de impacto, de engajamento e de inovação social. Três anos atrás a gente começou a Casa Zero no Centro Histórico do Recife, uma parceria com o poder público com a iniciativa privada e com o setor social e criamos um hub, um shopping de transformação de território, qualificando pessoas para o mercado de trabalho, para o empreendedorismo, mas também com muita cultura e arte”, relatou. “A Casa Zero aqui no Centro Histórico de João Pessoa é mais uma conquista. A gente está muito feliz visitando uma possível casa aqui para ser a Casa Zero 83. Achei o espaço, a atmosfera maravilhosa. Eu acho que antes de qualquer casa a gente precisa sentir o cheiro e aqui tem cheiro de gente, de Centro Histórico. O espaço é bem localizado, eu já estou vendo aqui um café sendo aberto, salas de qualificação profissional, geração de renda, formação profissional. Estou muito animado. A casa é linda”, complementou Fábio Silva. Dando sequência a programação, toda a comitiva participou de um bate papo com representantes da rede de instituições sociais de João Pessoa, onde foi dado o pontapé inicial nesta conexão com o ecossistema social de João Pessoa, capitaneado pela Secretaria de Desenvolvimento Social. Protocolo – A criação da Casa Zero 83 é fruto de protocolo de intenções assinado pelo prefeito Cícero Lucena em outubro de 2025 com a proposta de criar um espaço voltado à inovação, ao empreendedorismo e à geração de oportunidades, especialmente para públicos em situação de vulnerabilidade, atuando de forma colaborativa com o poder público e a iniciativa privada, sendo mais uma ação voltada à requalificação do Centro Histórico e ao fortalecimento da economia local.

Cícero Lucena e presidente do Vila Galé se reúnem para projetar instalação de hotel no Centro Histórico da Capital

O prefeito Cícero Lucena e o vice-prefeito Leo Bezerra se reuniram nesta quinta-feira (22), no Centro Cultural São Francisco, com o presidente do Vila Galé, Jorge Rebelo, para dialogar sobre parcerias para a instalação de um hotel do grupo português no Centro Histórico de João Pessoa. O empreendimento irá funcionar no antigo Colégio Diocesano Pio XII, em frente à Academia Paraibana de Letras.  Cícero Lucena reforçou que a Prefeitura está à disposição para que esse projeto possa se consolidar, o que irá contribuir não só para o turismo, mas principalmente para a revitalização da área central da cidade. “Muito feliz em estar hoje aqui discutindo, debatendo e recebendo o empresário Jorge, que é dono da rede de hotéis Vila Galé, espalhada pelo mundo, inclusive no Brasil. Ele veio conhecer João Pessoa e admitiu a possibilidade da gente fazer um hotel aqui no Centro Histórico de João Pessoa, no antigo Colégio Pio XII, próximo ao Convento de São Francisco. A Prefeitura, e todos nós, nos colocamos à disposição para que esse projeto possa se consolidar, não só na questão turística, mas também na recuperação do Centro Histórico da nossa cidade”, colocou o prefeito. O empresário Jorge Rebelo considerou a reunião positiva e disse acreditar na ótima relação com a Prefeitura para colocar o projeto em prática. “João Pessoa tem um Centro Histórico maravilhoso e que merece ser apoiado e incentivado para continuar o trabalho que está sendo feito aqui. Penso que teremos uma relação muito boa, porque Cícero é uma pessoa do meu gênero, simples e de luta”, observou. O secretário municipal de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro), Thiago Lucena, acompanhou a reunião e apresentou informações sobre o Centro Histórico para os representantes do grupo. “É um marco essa possibilidade de termos um equipamento de hotelaria como a Vila Galé aqui no Centro Histórico. Estamos aqui como facilitadores com essa perspectiva de ter um empreendimento desse porte”, reforçou. Esteve presente, também, representando a Arquidiocese da Paraíba, o padre Marcondes Meneses, que é curador do Patrimônio Histórico e Bens Culturais da Arquidiocese da Paraíba e presidente do Centro Cultural São Francisco. “A Prefeitura dá os seus incentivos necessários para que esse projeto possa ser realizado. Uma alegria muito grande e uma valorização para o nosso Centro Histórico receber o apoio da Prefeitura, do prefeito e de todos aqueles que trabalham em prol do Centro Histórico”, afirmou. Texto: Nice AlmeidaEdição: Cristina CavalcanteFotografia: Quel Valentim