Estação Cabo Branco abre a exposição “Brincantes em um Quintal de Memórias”, da artista Têca Malabá

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes abre suas portas para a exposição individual “Brincantes em um Quintal de Memórias”, da artista visual, educadora e pesquisadora paraibana Têca Malabá. A vernissage de abertura acontece no sábado, 10 de outubro, às 16h, no 2º andar da Torre. A entrada é gratuita e aberta a todos os públicos. Com curadoria de Rodrigues Lima, a mostra reúne o resultado de cerca de três décadas de investigações e pesquisas de Têca sobre o universo lúdico, as brincadeiras infantis e a cultura popular. A trajetória da artista com o tema começou em 1994, a partir de pesquisas com alunos do Sesc Centenário e análises de livros didáticos, observando as transformações do brincar entre o final do século XX e o século XXI. Malabá constrói grandes panoramas coletivos. O curador da exposição destaca o diálogo do trabalho da artista tanto com a tradição das narrativas visuais do pintor flamengo Pieter Bruegel, o Velho, quanto com a liberdade imaginativa de Henri Rousseau. “Na criação artística vejo um diálogo contínuo entre arte, educação, cultura e memória. Minha pintura busca contar histórias da infância e da imaginação do nosso povo”, reflete Têca Malabá. Nas telas de estética naïf, marcadas por cores vivas, movimento, espontaneidade e riqueza de detalhes, Têca Para o curador Rodrigues Lima, a exposição convida os visitantes a um reencontro simbólico com os afetos e a imaginação: “No quintal de Têca Malabá, brincar é recordar; recordar é imaginar; e imaginar é, também, uma maneira de continuar vivendo”. A Artista Nascida em João Pessoa, graduada em Educação Artística e Ciências Sociais pela UFPB, construiu sua trajetória transitando entre a Arte e a Educação, por meio das linguagens da Pintura, Dança, Música e do Teatro. Em 1994, Têca iniciou uma pesquisa, enquanto professora no Colégio Sesquicentenário, dedicada ao universo das brincadeiras infantis. O objetivo era reunir o maior número possível de relatos, referências e informações que pudessem contribuir para o registro e valorização das experiências vividas na infância.

Festival Internacional de Aquarela está aberto à visitação na Estação Cabo Branco

O I Festival Internacional de Aquarela, realizado na Estação Cabo Branco – Ciências, Cultura e Artes, no Altiplano, está aberto à visitação nos fins de semana, das 10h às 18h, e de terça a sexta, das 9h às 18h. A entrada é gratuita. O evento, aberto neste sábado (6), marca um novo capítulo para a produção artística da Capital e reúne obras, oficinas e ações dedicadas a fortalecer a linguagem da aquarela no cenário local e internacional. A curadoria desta edição, que reúne cerca de 50 aquarelistas de vários países, é assinada por Amanda Costa, da Estação Cabo Branco, que destacou o caráter pioneiro da iniciativa. “Começamos em 2024. Este é o primeiro Festival, o primeiro de muitos. Foram muitos desafios até aqui. Hoje temos um espaço dedicado à aquarela e pensamos em ampliar, criando ambientes específicos para cada linguagem artística. Agradeço às parcerias com os curadores que vêm somando ao projeto. Em 2026, o Festival será aberto com a curadoria de Luciana Oliveira”, afirmou. A futura curadora, Luciana Oliveira, ressaltou a força coletiva da construção do Festival. “Espero contribuir com o projeto das aquarelas. Já estou encantada com o trabalho dos aquarelistas e desejo que este seja um processo contínuo de construção da cultura da aquarela. É um exercício coletivo, e estou empenhada em desenvolver esse trabalho junto aos artistas”. O I Festival Internacional de Aquarela tem programação aberta ao público, reforçando o compromisso da Prefeitura de João Pessoa em promover espaços de experimentação, formação e valorização das expressões artísticas, conectando pessoas por meio das cores, da criatividade e da arte. Artistas nacionais – Bernardete Lima; Clelia Maluf; Cléia Paiva; Catarina Chur; Claudia Simoes; Beth Sauer; Godiva Accioly; Helena Muller; José Amarante; Ieda Helal; Iracema DallAgnol; Ivani Ranieri; Kenia Maria Vasconcelos; Keiko Sakamoto; Lilian Arbex; Leni FumieFujimoto; Luiz Neto; Marco Antonio de São Pedro; Marta Spier; Marita Adams; Maria do Socorro Sobreira; Monica Lia Rangel; Nathalia Guerra “Fumacinha”; Renato Palmuti; Rogéria Gaudencio; Roseli Martelo; Rosane Pertile; Sonia M. Scalabrin; Silvana Pohl; Silvia Sakamoto; Solange Aparecida Zanoni; Tereza Elias; Tatiana de Andrade; Vera Penha Barrero; Silvana de Morais Aires; Silvia Regina S. Abram; Silvia Trad; e Valeria Ferrara. Artistas internacionais – Angela Barbi (Espanha); Lia Mendez (Panamá); Silvia Monje (Costa Rica); Elizabeth Uribe (Peru); TereLejoro (México); Irina Yushmanova (México); e Graciela Al (Argentina). Atividades paralelas – Além da exposição, o Festival oferece experiências abertas ao público: Stand de materiais de aquarela: 6 e 7 de dezembro; Pintura ao ar livre: 6 e 7 de dezembro, das 9h às 12h; Encerramento da exposição: 6 de março de 2026. Visitação – O Festival pode ser visitado de terça a sexta, das 9h às 18h, e nos fins de semana, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.

Estação Cabo Branco conta com diversidade e beleza nas exposições em cartaz no mês de dezembro

Moradores e turistas que visitam João Pessoa contam com uma programação cultural diversificada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, aberta ao público de terça a domingo, gratuitamente. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), contará, no mês de dezembro, com um total de 17 exposições em cartaz, permanentes e temporárias, que abrangem questões existenciais e sociais e celebram a natureza e tradições regionais.  Estação Cabo Branco também conta com uma programação nas sextas-feiras, às 16h, com aulas gratuitas de dança circular e yoga, que se alternam semanalmente. As aulas são feitas ao ar livre e trazem benefícios como melhorias na consciência corporal, liberação de tensões musculares, desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio e promoção do bem-estar físico e mental, além de promover a integração social entre os participantes. Nas duas aulas a recomendação é usar roupas leves e confortáveis que permitam fazer os movimentos livremente, além de levar uma canga, esteira ou tapete de yoga, que pode servir como apoio no chão ou para descansar. Os participantes devem levar também uma garrafa com água para se hidratar durante a aula. Para participar é só chegar um pouco antes da aula e falar com umas das professoras, Lilian Furbetta, professora de dança e Tâmisa Tiveroli, instrutora de Kundalini Yoga. Exposições temporárias: Respirando underwater: kont from the inside – Coletivo masson. Parte da Temporada França-Brasil 2025, uma exposição multidisciplinar, inspirada na arquitetura vernacular e na cultura das regiões do Atlântico Negro. Existências (in)visíveis – Residência Artística (R)existo, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Trabalho interdisciplinar que reúne trabalhos de 10 artistas, sobre a existência não-binária. Pedra Poema – A exposição reúne trabalhos de três artistas, Jacira Garcia, Gonzaga Costa e Yuri Gonzaga, que une cerâmica, pintura e música, um recorte da história da Pedra do Ingá, com curadoria do artista plástico Ilson Moraes. O título da exposição é inspirado nas poesias de Juca Pontes, autor do livro ‘Itacoatiara’, obra que serviu como referência e inspiração para todo o processo criativo. Brincadeiras de Criança – Exposição de Analice Uchôa, em Naif, junto a brinquedos que fizeram parte da infância da artista. Cosmogênese – Priscila Saulus traz a exposição ‘Cosmogênese’, na qual a artista reinscreve o gesto inaugural da criação Iorubá com a linguagem do século XXI, entre ciência e mito, o carbono torna-se gramática, o preto origem, e a forma, respiração. A exposição apresenta séries que se desdobram como camadas de um mesmo sedimento poético. Da Rua, Correntezas – O artista Guto Oca expõe obras que celebram as relações que ocupam os espaços públicos, seu modo de viver, trabalhar, festejar. Cores Extremas – Na mostra, Petrônio Bendito aborda questões urgentes para a humanidade e cultura, de forma poética e moderna. Atávica Chama – O artista plástico Sidney Azevedo traz uma imersão Sidneyana nos estados da não-consciência e da imensidão cósmica do inconsciente. Exposições permanentes: Acervo pessoal da Estação Cabo Branco formado por obras doadas por artistas que já protagonizaram exposições no local. No Reinado do Sol – O trabalho é fruto da inspiração do artista Flávio Tavares, pintada há 17 anos e que conta a história da cidade de João Pessoa e de personalidades que fizeram parte da história da Capital. Espaço Flávio Tavares – Obras do artista pessoense, considerado um renomado artista plástico da atualidade. Mulher: Objeto de repouso – Abelardo da Hora expõe seis esculturas em bronze e concreto que exploram a essência da sensualidade feminina. Mar de Grisi – Luciano Grisi expõe esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos. Sinergia – Peça de Sidney Azevedo em ferro, pintada em azul, premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009. Vida – Eulâmpio Neto. Escultura concebida em argila, representando a geração da vida, através da figura feminina. Mural ‘Cavalo Marinho’ – Wilson Figueiredo e Percy Fragoso retratam a xilogravura de mesmo nome, feita por José Costa Leite, no estilo de capas de cordéis. Guardiã da Cidade – Evanice Santos retrata a figura de uma guardiã, em escultura em gesso e fibra de vidro. Varanda de rede – Chico Pereira desenha uma trama em alusão à renda de bilro, atendendo ao pedido do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, que assina o projeto da Estação Cabo Branco. Serviço: Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira: 9h às 18h Sábado e domingo: 10h às 18h Segunda-feira: fechada Localização: Avenida João Cirilo da Silva, S/N, no Altiplano Cabo Branco Fonte: https://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/estacao-cabo-branco-conta-com-diversidade-e-beleza-nas-exposicoes-em-cartaz-no-mes-de-dezembro/

Mais de 15 artistas e 19 exposições integram a programação da Estação Cabo Branco

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, apresenta uma vasta e diversificada programação para os amantes da arte e da cultura. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), conta com um total de 19 exposições em cartaz, que oferecem um panorama artístico e cultural abrangente, abordando desde questões existenciais e sociais até a celebração da natureza e das tradições regionais. Do total de mostras, 9 são interinas e 10 permanentes, com a participação de 14 artistas e 4 instituições. O acesso é totalmente gratuito. Algumas das exposições interinas têm data para terminar, por isso o visitante precisa se apressar para aproveitá-las. A exposição ‘Panorama da Fotografia da Bahia: Ecologia de Sentidos’, com fotografias premiadas de 26 artistas, e a feira de artesanato do Coletivo Artesãos do Alto, que oferece itens e histórias da cultura nordestina, permanecem em cartaz até o fim deste mês. Também se despedem do público em 31 de agosto as exposições ‘Fábula: Fragmentos do Jardim’, do Coletivo UFPB, que mostra a relação dos artistas com a natureza e a imaginação, e ‘Do Sal ao Barro’, do artista Thiago Müller, que busca memórias afetivas no contexto do Nordeste brasileiro. Visitação até setembro – Quem não puder visitar a Estação Cabo Branco agora, ainda terá a chance de ver outras mostras interinas que continuam até setembro. Entre elas estão: Cores da Cidade, de LQGeor (Orlando Quadros), que utiliza a técnica da pirografia em papel para retratar paisagens urbanas; Corpo de Falésia, da artista Lola Pinto, inspirada nas falésias do litoral paraibano; Komorebi: Luzes no Bosque, de Maria Bonolo, que estuda o fenômeno da luz do sol filtrando por entre as folhas das árvores; Cores Extremas, de Petrônio Bendito, que aborda questões urgentes para a humanidade de forma poética e moderna; Atávica Chama, de Sidney Azevedo, que leva o público a uma imersão nos estados de não-consciência e na imensidão do inconsciente. Obras permanentes – Além das exposições temporárias, a Estação Cabo Branco conta com um acervo permanente que pode ser visitado a qualquer momento. Um dos destaques é a exposição ‘No Reinado do Sol’, uma grande tela de Flávio Tavares que narra a história da cidade de João Pessoa. O local também abriga o ‘Espaço Flávio Tavares’, com outras obras do artista pessoense considerado um dos maiores da atualidade. Outras obras que compõem o acervo permanente são: Mulher: Objeto de repouso, de Abelardo da Hora, com seis esculturas em bronze e concreto que exploram a sensualidade feminina; Mar de Grisi, de Luciano Grisi, com esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos; Sinergia, de Sidney Azevedo, uma escultura de ferro azul que sugere movimento e foi premiada em 2009; Cavalo Marinho, o mural de Wilson Figueiredo e Percy Fragoso, é uma ampliação da xilogravura de José Costa Leite; Vida, de Eulâmpio Neto, uma escultura em argila que representa a geração da vida; Varanda de Rede, de Chico Pereira, uma trama em alusão à renda de bilro, encomendada por Oscar Niemeyer. Horário de funcionamento – A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Av. João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano. O acesso ao local é gratuito.