Prefeitura realiza formação sobre relações étnico-raciais para professores do Ensino Fundamental II

A Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec-JP), por meio da Diretoria de Ensino, Gestão e Escola de Formação (Degef), realiza até terça-feira (28), no auditório do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba, o segundo encontro formativo com os professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental, que tem como tema ‘Educação para as relações ético-raciais e possibilidades didático-metológicas’. A formação está sendo dividida por disciplinas como Língua Portuguesa e Língua Inglesa, Matemática e Ensino Religioso, Arte, História, Geografia, Ciências e Educação Física. “Graças a Deus, estamos começando a colher os frutos de um trabalho que eu sei que não tem sido fácil, que é realizado pelos professores. É por isso que eu falo em gratidão pela disponibilidade de cada um e de cada uma, pelo trabalho que vocês vêm realizando lá na sua sala de aula e pelos resultados que a gente está colhendo hoje. Então é momento de alegria e é momento de agradecer a Deus e agradecer a cada um de vocês e a cada uma pelo trabalho que tem se realizado”, ressaltou a secretária de Educação e Cultura de João Pessoa, América Castro. Durante a formação são esperados cerca de 1.200 professores, muitos deles atuam não apenas nos anos finais (6º ao 9º ano), mas também na Educação Infantil, nos Anos Iniciais e EJA, a exemplo dos componentes como Arte, Educação Física, Ensino Religioso e Língua Inglesa. Nesse segundo encontro o objetivo é apresentar os aspectos da Educação para Relações Étnico-raciais (ERER), identificar as formas de expressão do racismo na sociedade e na escola, analisar também qual o perfil étnico-racial dos estudantes da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa e discutir com os professores as possibilidades didático-metodológicas para trabalhar esta temática em sala de aula. “Queremos aprofundar o debate sobre a educação para as relações étnico-raciais, abordando conceitos, categorias e implicações pedagógicas do tema. Além disso, a proposta inclui a apresentação de estratégias metodológicas para integrar essa temática aos diferentes componentes curriculares. A ideia é discutir como conteúdos relacionados às relações étnico-raciais podem ser trabalhados em áreas como Matemática, Língua Portuguesa e Ensino Religioso, promovendo um ensino mais inclusivo e contextualizado”, explicou a professora mestra Maria José Cândido Barbosa, chefe da Divisão dos Anos Finais da Secretaria de Educação do Município. Toda a formação está sendo conduzida pelo chefe da Divisão de Desenvolvimento Curricular, Inovação e Diversidade da Secretaria, professor doutor Lucian Souza. “Abordar a educação antirracista nos anos finais é fundamental para garantir um processo de ensino aprendizagem equitativo, alinhado com a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ) do Ministério da Educação”, destacou Lucian Souza.

Cícero Lucena inaugura Escola Ana Cristina Rolim, a 57ª unidade entregue pela gestão e celebra ampliação na oferta de vagas

A Prefeitura de João Pessoa realiza um grande projeto de reconstrução da rede de ensino, com 57 unidades já entregues com infraestrutura completa nos prédios e o padrão tecnológico de salas Google e Maker. Para além desse avanço, nesta terça-feira (10), o prefeito Cícero Lucena entregou a Escola Municipal de Aprendizagem Integral (EMAI) Professora Ana Cristina Rolim Machado, em Mangabeira, construída do zero, de um total de 22 unidades que estão com obras em andamento para ampliar a oferta de vagas na Capital e oferecer um aprendizado ainda mais inovador. A solenidade contou com a presença dos deputados estaduais Hervázio Bezerra e Camila Toscano, além do ex-deputado Pedro Cunha Lima, que conheceram a unidade escolar por meio do prefeito Cícero Lucena. Com investimento de R$ 7,99 milhões, a escola conta com 12 salas de aula, biblioteca, auditório, laboratório de ciências, Sala Google e Espaço Maker, além de ginásio poliesportivo, playground acessível, estacionamento, guarita e estrutura completa de acessibilidade e climatização. “Observar um projeto ser realizado, com a convicção de que já se alcançou muito, mas com a perspectiva de ainda maiores conquistas, é motivo de satisfação. Uma educação pública que proporciona um futuro promissor, não apenas para a nova geração, mas também para suas famílias. Existe o compromisso de que o serviço público deve igualar ou superar os padrões dos melhores serviços privados, em reconhecimento à importância de atender às necessidades do público com dedicação e responsabilidade”, afirmou o prefeito. A obra integra o programa de reestruturação da rede municipal, que já soma 113 escolas com ordens de serviço assinadas — totalizando R$ 269,2 milhões em investimentos — e 57 unidades entregues à população, reforçando o compromisso da gestão com a ampliação e modernização da educação pública em João Pessoa. “Desde o início de nosso mandato, herdamos mais de 40 escolas inacabadas. As empresas haviam abandonado as obras. Nós, então, realizamos novas contratações, reconstruindo o que acreditávamos estar estabelecido na área da Educação. Agora estamos celebrando a transformação da educação em João Pessoa”, afirmou o vice-prefeito Leo Bezerra. Mais 256 novas salas de aula – A secretária Municipal de Educação e Cultura, América Castro, informou que, contabilizando as ampliações e unidades construídas do zero, em cinco anos, a Prefeitura abriu 256 novas salas de aula na Capital. Ela destacou a marca de 57 unidades já entregues, sendo a Ana Cristina Rolim Machado e outras duas creches construídas do zero. Neste mês de março mais três serão inauguradas – em Gramame, Funcionários II e Bancários. “Empoderamos nossas crianças ao oferecer um espaço adequado, com acessibilidade, climatização, parque, salas de recursos tecnológicos, professores valorizados e com acesso à formação continuada”, celebrou a secretária. História e futuro – A Escola Ana Cristina funcionava em uma estrutura precária e precisou ser demolida para dar lugar a uma nova unidade, construída do zero. Agora, o espaço passa a contar com capacidade para atender 450 alunos em regime de ensino integral, ampliando a oferta em relação às 325 vagas existentes anteriormente. O diretor da unidade, Adriano Soares, explicou que, durante o período das obras, os estudantes foram relocados para outras escolas da rede. “Agora a gente vê os alunos voltando para casa, felizes, encontrando uma escola que oferece tudo o que eles precisam para construir um futuro melhor: tecnologia, ginásio esportivo, segurança e o conforto de salas climatizadas”, destacou. Daniele Gonçalves é mãe de duas crianças, ambas matriculadas na Rede Municipal de Ensino. Davi, de 4 anos, estuda no Ninho do Saber El Shaday, enquanto o João, de 6 anos, que é autista, é da Escola Ana Cristina Rolim. Ela é dona de casa e elogiou o cuidado dispensado aos filhos, dizendo que se sente orgulhosa com o desenvolvimento das crianças. Além de nossos filhos terem acesso à educação, nós, mães, temos a oportunidade de realizar nossos sonhos. Sou graduada em Administração Pública, mas interrompi minha carreira após o nascimento dos meus filhos. Retomei meus estudos e estou cursando Pedagogia. Se Deus permitir, concluirei o curso este ano. Se tiver a oportunidade de contribuir com a educação no futuro, será um prazer, em reconhecimento a tudo o que fizeram por meus filhos”, agradeceu Daniele Gonçalves.

Cícero Lucena entrega 56ª escola reconstruída pela gestão municipal e destaca modernização da Rede de Ensino

O prefeito Cícero Lucena entregou, nesta sexta-feira (6), a Escola Municipal Professora Maria Madalena Guedes Pereira, no bairro do Varjão, totalmente reconstruída. A unidade ganhou novas salas de aula e ambientes voltados à inovação, como os espaços tecnológicos Sala Google e Sala Maker, ampliando para 56 a quantidade de unidades de ensino com esse padrão. Durante solenidade, marcada pela apresentação de alunos autistas e praticantes de judô, o gestor da Capital celebrou o avanço desse projeto de reestruturação. “Atualmente, a escola apresenta uma estrutura modernizada, com ginásio, sala de judô, sala Maker, ambientes climatizados, acessibilidade com reconhecimento facial e geração própria de energia solar”, explicou o prefeito. “É gratificante testemunhar o comprometimento dos alunos e da equipe de educação, que, juntos, elevam a escola a um patamar de excelência, equiparando-a, ou até mesmo superando, inúmeras outras instituições. Que esta escola continue a ser um orgulho para nossa cidade”, celebrou Cícero Lucena. Renovado – Ao todo, foram investidos cerca de R$ 2,3 milhões na obra de reconstrução do prédio, com a construção de reservatório, ginásio com 390 metros quadrados, vestiários e sala de apoio para banda, além da instalação de central de gás e execução de nova cobertura. Além de novas instalações elétricas e subestação, sistemas hidrossanitários, rede de gás, sistema de combate a incêndio, além da implantação de climatização, escovódromo e adequações para acessibilidade, garantindo mais conforto, segurança e inclusão para toda a comunidade escolar. Inovação – No tocante a tecnologia, as salas Google e Maker proporcionam aos alunos a oportunidade de identificar problemas e buscar soluções, seja no âmbito pedagógico, familiar ou escolar. Por meio dessas atividades colaborativas, com colegas, pais e professores, os alunos buscam as melhores alternativas para solucionar questões que podem estar prejudicando seu desenvolvimento, explicou a secretária Municipal de Educação e Cultura, América de Castro. “As ferramentas permitem monitorar o desempenho e o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos, identificando individualmente os que possuem facilidade ou dificuldade na leitura, acompanhando seu progresso e, ainda, qual turma e profissional o acompanham. Com base nessas informações, elaboramos um plano de atendimento individualizado. Essa é uma das formas como a tecnologia nos auxilia a identificar e apoiar os alunos que necessitam de maior atenção”, explicou. Para além da sala de aula – Os alunos também têm a oportunidade de participar de diversos programas, ações e competições em nível nacional, como robótica, testes de astronomia e olimpíadas de ciências e matemática. Inclusive, alguns recebendo bolsas por participação nessas atividades, o que demonstra a contribuição da tecnologia para o sucesso dos estudantes. Evolução – A entrega da unidade integra um amplo programa de investimentos da gestão municipal na educação. Atualmente, 113 escolas da Rede possuem ordem de serviço para obras, somando cerca de R$ 269,2 milhões em investimentos, das quais 56 já foram entregues, com aporte de aproximadamente R$ 74,1 milhões. Mais acessibilidade, conforto e segurança – A intervenção incluiu ainda a atualização de toda a infraestrutura predial, com novas instalações elétricas e subestação, sistemas hidrossanitários, rede de gás, sistema de combate a incêndio, além da implantação de climatização, escovódromo e adequações para acessibilidade, garantindo mais conforto, segurança e inclusão para toda a comunidade escolar. Futuro – O diretor administrativo da Escola Maria Madalena Guedes Pereira, Wescley Alysson, falou em uma unidade antes, que ficou no passado com as dificuldades, e uma nova escola que se apresenta em condições para garantir um futuro bom de mais oportunidades para os alunos. “Um dia de muita emoção, porque marca uma nova fase para todos nós. Sonhamos com esse momento, um sonho que se concretiza. Nossa escola é uma escola do futuro, que tem tudo que um aluno necessita para se desenvolver”, comemorou.

Alunos da Rede Municipal de João Pessoa ganham bolsa CNPq pelos projetos apresentados na MNR e OBR 2025

O ano letivo de 2026 começa com boas notícias para os alunos da Rede Municipal de Ensino. Equipes das escolas municipais Américo Falcão, Fenelon Câmara, Frei Afonso, Luiz Vaz de Camões, Major José de Barros Moreira, Professor Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque e Santa Ângela foram contemplados com a Bolsa de Iniciação Científica Júnior (ICJ), concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), como reconhecimento pelo destaque de seus projetos apresentados na Mostra Nacional de Robótica (MNR) 2025, realizada em Vitória, no Espírito Santo, e na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). As equipes se destacaram pelo desempenho técnico, criatividade, relevância social e caráter inovador dos projetos desenvolvidos no âmbito da robótica educacional. Cada estudante receberá um valor de R$ 300,00 pago pelo Ministério da Educação. A Bolsa de Iniciação Científica Júnior tem como objetivo estimular a vocação científica e tecnológica de estudantes da educação básica, possibilitando a continuidade do desenvolvimento dos projetos ao longo de 2026, sob orientação de professores da rede pública. A iniciativa fortalece o protagonismo estudantil e contribui para a iniciação à pesquisa científica desde a educação básica. “Parabenizamos, com muito orgulho, nossos alunos da rede pública que se destacaram em competições de âmbito nacional, conquistando bolsas do CNPq por meio de seus trabalhos e amostras apresentadas. Essa conquista é resultado de talento, dedicação, curiosidade científica e muito esforço. Mostra que, quando a educação é valorizada, os estudantes da rede pública são capazes de ir longe, representar nossa cidade e produzir conhecimento de qualidade. Que esse reconhecimento inspire outros alunos a acreditarem em seus sonhos, na ciência, na pesquisa e no poder transformador da educação pública. Vocês são motivos de alegria e esperança para toda a nossa rede”, ressaltou a secretária de Educação e Cultura da Capital, América Castro. Projetos e impacto social Escola Américo Falcão – A unidade de ensino foi premiada a partir de sua participação na Olimpíada Brasileira de Robótica, modalidade artística, na qual os estudantes desenvolveram uma apresentação que integrou robótica, criatividade e expressão cultural. A proposta evidenciou o trabalho interdisciplinar realizado ao longo do ano letivo e destacou o potencial da robótica como linguagem artística e educativa. Fenelon Câmara – A escolaparticipou com o projeto ‘Monitoramento da eutrofização no Rio Jaguaribe com uso de embarcação autônoma’, que alia robótica, ciência ambiental e sustentabilidade. A proposta utiliza sensores para monitorar a qualidade da água, promovendo a conscientização ambiental e demonstrando a aplicação prática da tecnologia na preservação dos recursos naturais do município. Escola Frei Afonso – Também teve projetos habilitados à bolsa ICJ, com propostas voltadas ao uso pedagógico da robótica como ferramenta de aprendizagem significativa, estimulando o pensamento científico, o trabalho em equipe e a resolução de problemas reais a partir do contexto escolar. Escola Municipal Luiz Vaz de Camões – foi reconhecida com o projeto ‘Robot Question’, que transforma conteúdos curriculares em desafios interativos mediados por robôs. A iniciativa promove o aprendizado de forma lúdica e dinâmica, estimulando o raciocínio lógico, a cooperação entre os alunos e o engajamento nos processos de revisão pedagógica. Major José de Barros Moreira– A escolatambém foi premiada no âmbito da OBR, modalidade artística, com uma apresentação inspirada na cultura popular de João Pessoa, tendo como referência o tradicional Ala Ursa. O projeto integrou tecnologia, identidade cultural e expressão artística, sendo amplamente elogiado pela originalidade e pela valorização das manifestações culturais locais por meio da robótica. “Nós ganhamos uma bolsa CNPQ que vai ajudar muito no nosso aprendizado. É um incentivo a mais para estudarmos, aprender sobre programação e ajudar também na nossa vida pessoal. É muito gratificante ter tido toda esta vivência, ter participado de uma etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica, ter sido a programadora, e tudo isso custeado pela Secretaria de Educação de João Pessoa”, disse a estudante Maria Luisa de Sousa Teixeira Viana Balbino, aluna da Escola José de Barros. Escola Professor Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque – Os alunos foramcontemplados com a bolsa Iniciação Científica Júnior com o projeto ‘Little Hero’, um robô acessível voltado ao monitoramento de ambientes de risco. O trabalho evidencia o compromisso dos estudantes com a tecnologia assistiva e a segurança, demonstrando maturidade científica, senso de responsabilidade social e aplicação prática dos conhecimentos em robótica e programação. Escola Municipal Santa Ângela – Destacou-se com o projeto ‘MovPet: Prótese Robótica para Animais de Quatro Patas’, que une inovação tecnológica, empatia e responsabilidade social. A proposta consiste no desenvolvimento de uma prótese mecânica de baixo custo para animais amputados, construída com kits de robótica educacional, e foi reconhecida pelo forte impacto social e potencial de aplicação real. Evidência nacional – A conquista das bolsas ICJ reafirma o compromisso da Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), com uma educação pública inovadora, que integra ciência, tecnologia, cultura e aprendizagem significativa. O resultado consolida o programa de robótica educacional da rede municipal como uma política pública de referência em nível nacional. Mais informações sobre a Bolsa de Iniciação Científica Júnior (ICJ) e sobre a modalidade artística da Olimpíada Brasileira de Robótica podem ser acessadas nos sites oficiais da Mostra Nacional de Robótica e da Olimpíada Brasileira de Robótica. Relação dos alunos ganhadores – Miguel Arcanjo Barbosa da Silva; Gabriel Elias dos Santos; Maria Luisa de Sousa Teixeira Viana Balbino; Danielle da Silva Fernandes; Alana Miguel França da Silva; Sofia da Silva Diniz; Júlia Hanna Martins Pereira; Maria Fernanda Sarmento de Oliveira; Lucas Candido de Araújo; Matheus Candido de Araújo; Paulo Gabriel Souza Santos; Heverton Aguiar de Araújo; Júlio César Costa Soares de Lima; Felipe Emanuel Fernandes dos Santos; Antonny Miguel Costa de Lima; e Yan Felipe Lopes Barbosa.