Mangabeira completa 43 anos com avanços em infraestrutura, segurança, educação e saúde

Mangabeira celebra seus 43 anos de história, nesta quinta-feira (23), com motivos de sobra para comemorar. Com mais de 70 mil habitantes, o bairro mais populoso e um dos mais importantes de João Pessoa vive um novo momento, marcado por uma série de investimentos realizados pela Prefeitura de João Pessoa que vem transformando o dia a dia da população, desde a infraestrutura até a saúde. E já que começamos pela infraestrutura, que tal fazer um passeio por um bairro bem pavimentado? São R$ 105 milhões investidos em obras na localidade. Na área de pavimentação em paralelepípedo, foram inauguradas 105 ruas e outras 69 já contratadas, enquanto outras 32 foram entregues em pavimento asfáltico. Mangabeira também ficou 100% iluminado com lâmpadas de LED. O prefeito Leo Bezerra confirma que ainda vem muitas outras obras pelo caminho. “Cento e cinco milhões de reais já foram investidos aqui nessa área, e a gente vai continuar ampliando cada vez mais, com a reforma de creches, USFs, com pavimentação de rua, vamos pavimentar 100% de Mangabeira até o final do nosso mandato”, garantiu o gestor. E quando falamos em pavimentação não estamos tratando apenas de uma questão estética, o assunto é sobre o quanto isso impacta diretamente a saúde, a economia e o dia a dia de toda a comunidade. Um bairro com ruas pavimentadas, seja com asfalto ou paralelepípedo, oferece uma série de melhorias concretas para a qualidade de vida da população. A primeira delas é a mobilidade, facilitando o deslocamento e reduzindo o desgaste de veículos. Mas, não é só isso. Tem também a redução de poeira e lama, a melhoria da drenagem, o aumento da segurança e ainda o aquecimento do setor imobiliário. Mais infraestrutura – Entre outras intervenções importantes, destacam-se, ainda, a entrega do Parque Bosque das Águas e obras de drenagem, além de projetos em execução, como a Praça Nossa Senhora das Dores, a ponte sobre o Rio Cuiá e o Cras de Mangabeira, que juntos somam mais de R$ 24,1 milhões em investimentos. Saúde ao alcance de todos – A saúde também avança, com unidades sendo modernizadas e novos serviços sendo ofertados, ampliando o acesso da população ao atendimento digno e eficiente. Nos últimos anos, a Prefeitura de João Pessoa levou muitas novidades no setor para o bairro de Mangabeira. Mais recentemente, os moradores ganharam o Centro de Exames por Imagem, com mamógrafo, raio-x digital, eletrocardiograma e ultrassonografia. Tem também o novo bloco cirúrgico do Complexo Hospitalar de Mangabeira, que dobrou o número de procedimentos e reduziu o tempo de espera com oito salas cirúrgicas e oito leitos de recuperação pós-anestésica (RPA), garantindo mais estrutura, segurança e eficiência na realização dos procedimentos. Lá no Complexo Hospitalar de Mangabeira, outro setor que foi reformado e ampliado foi Pronto Atendimento em Saúde Mental (Pasm), que ganhou dois novos consultórios psiquiátricos, uma sala de triagem para acolhimento do paciente e da família, novos leitos nas enfermarias de estabilização, uma enfermaria de observação, espaço para atendimento às famílias, espaço de lazer, além de mais comodidade com climatização dos ambientes e novas camas. Educação que transforma – Se a educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo – como dizia Paulo Freire -, então tem que ter escolas novas e modernas para que todos possam fazer acontecer essa transformação. É por isso que a Prefeitura Municipal, reconhecendo o tamanho de Mangabeira, vem investindo R$ 35.958.000,00 na reestruturação de oito escolas. Um bairro com novas escolas ganha um impulso direto na qualidade de vida e no desenvolvimento social. A proximidade das casas dos alunos com as unidades educacionais facilita o acesso à educação, reduz deslocamentos longos e aumenta a frequência dos estudantes, além de oferecer estruturas mais modernas, seguras e adequadas ao aprendizado. Foram concluídas obras nas escolas Índio Piragibe, Zumbi dos Palmares, João Gadelha, Luiz Vaz Camões, Virginius da Gama e Melo, Benjamim Gomes Maranhão, Ana Cristina Rolim Machado e Afonso Pereira. Estão em andamento as obras dos Ninhos do Saber Vera Lúcia e Márcia Suênia. E o que falar do novo Centro Escolar Municipal de Atividades Pedagógicas Integradoras Arthur da Costa Freire (Cemapi), que se destaca como o maior e mais moderno equipamento já entregue pela Prefeitura de João Pessoa para atender os alunos da Rede Municipal de Ensino? Com investimento de R$ 10 milhões e área total de 10.806 metros quadrados, o espaço reúne teatro moderno com capacidade para 200 pessoas, biblioteca com acervo literário, pavilhão para atividades culturais, parque aquático com piscina semiolímpica, piscina infantil e vestiários, além de campo society também equipado com vestiários. A estrutura ainda conta com estacionamento, além de recursos de acessibilidade, consolidando o Cemapi como um ambiente inovador, inclusivo e preparado para ampliar as oportunidades de aprendizado, convivência e desenvolvimento dos estudantes. Segurança em evidência – Cuidar dos moradores de Mangabeira também passa pela segurança. A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb), conta com 108 câmeras de monitoramento instaladas no bairro. Os equipamentos estão distribuídos em diversos pontos estratégicos e possuem tecnologia de reconhecimento facial e leitura de placas. Todas as câmeras têm visão noturna e utilizam inteligência artificial para auxiliar as forças de segurança. Mangabeira chega aos seus 43 anos reafirmando sua força, crescimento e importância, celebrando não apenas sua história, mas também um presente de conquistas e um futuro cheio de possibilidades.
Cícero Lucena inicia distribuição de peixes que vai beneficiar 52 mil famílias vulneráveis da Capital

O prefeito Cícero Lucena deu início, nesta segunda-feira (30), à distribuição dos peixes da Semana Santa, ação por meio da qual a Prefeitura de João Pessoa está beneficiando 52 mil famílias em situação de vulnerabilidade social na Capital. Para garantir que o alimento chegue a cerca de 208 mil pessoas, a gestão municipal realiza, ao longo dos próximos três dias, uma força-tarefa integrada entre diversas secretarias. Durante saída dos primeiros caminhões, na Central de Comercialização da Agricultura Famíliar (Cecaf), no José Américo, o prefeito ressaltou que não apenas a manutenção da tradição das famílias desfrutarem do peixe na Semana Santa, mas o cuidado com a segurança alimentar. “São famílias de baixa renda, que enfrentam dificuldade para adquirir o alimento, mas a prefeitura, com seu olhar humano e solidário se faz presente nesse momento”, afirmou o prefeito. A distribuição do pescado atende as famílias dos residenciais da Prefeitura – cerca de 13 mil pessoas – além das associações vinculadas ao Banco de Alimentos, a rede educacional, hospitais e todos os serviços que oferecem refeições ao público também serão contemplados. Nesta ação, a Prefeitura realiza uma grande força-tarefa envolvendo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), com a participação das secretarias de Direitos Humanos e Cidadania (Sedhuc), Habitação (Semhab), Educação e Cultura (Sedec), Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Segurança Urbana e Cidadania (Semusb) e Emlur. “Tradicionalmente, nesse período, realizamos a distribuição de alimentos e peixes. Esta é uma ação de segurança alimentar realizada pela Prefeitura de João Pessoa, que garante a cultura alimentar da população em uma data significativa no calendário anual e fortalece a tradição do peixe na Semana Santa”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Norma Gouveia. A secretária Municipal de Habitação Social, Socorro Gadelha, também exaltou o alcance da ação para oferecer o pescado e levar dignidade as famílias. “O pescado, da espécie cavala, é entregue em condições adequadas, armazenado e organizado pela empresa fornecedora, com fiscalização da Prefeitura. Este é, portanto, um dia de celebração”, destacou a secretária.
Guarda Civil Metropolitana e Secretaria de Educação unem forças pela cultura de paz nas escolas

Em meio as turbulências intensas e transformadoras ocorridas na adolescência, professores e estudantes enfrentam diversos desafios que impactam no aprendizado e no ambiente escolar. Dentro deste contexto, o projeto de ‘Mediação Escolar e Desenvolvimento de uma Cultura de Paz’ da Prefeitura de João Pessoa, implantado na Rede Municipal de Ensino, já beneficiou mais de três mil pessoas da comunidade escolar, incluindo estudantes, professores, coordenadores, diretores e familiares dos alunos. O projeto é de iniciativa da Prefeitura, por meio da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa (Semusb), através da Guarda Civil Metropolitana, em parceria com a Secretaria de Educação e Cultura (Sedec). O projeto foi implantado no segundo semestre de 2023 e está ativo em sete unidades escolares da Capital, sendo a última a Escola Anayde Beiriz, no Bairro das Indústrias. “É importante destacar que o projeto já se encontra em regiões diversas da cidade. Já chegou ao bairros Varadouro, Bessa, Novais, Colinas do Sul, Grotão e Bairro das Indústrias, por meio das escolas municipais contempladas. Acreditamos que os alunos podem levar a cultura de paz à escola e para os ambientes onde vivem, atuando como multiplicadores”, destacou a coordenadora do projeto Mediadores Mirins, Wânia Di Lorenzo. A participação dos jovens para se transformar em mediador mirim é voluntária, bastando ter entre 10 e 14 anos e contar com a autorização dos pais. Os alunos selecionados, através de edital, participam do curso de ‘Formação de Mediadores Mirins’, que engloba temas como ‘Circuito de Paz’ e ‘Justiça Restaurativa’, além de assuntos voltados para o desenvolvimento da ‘Comunicação Não Violenta’. Atualmente, três escolas estão inseridas na formação do II Curso de Formação de Mediadores Mirins, ministrado pela equipe da Semusb. Neste semestre, o curso atendeu alunos das Escolas Municipais Damásio Barbosa da Franca (Trincheiras); Deputado Fernando Paulo Carrilho Milanez (Gramame) e Arnaldo de Barros (Bairro dos Novais). Wânia Di Lorenzo garante que a iniciativa se estabelece como um canal de comunicação eficiente, atento as relações interpessoais dentro do ambiente escolar. “É o momento de levantar estratégias que oportunizam o desenvolvimento de novos valores direcionados para a paz social, para construção de laços de cidadania e de coletividade, além da quebra de ciclos de violência na escola e no meio familiar”, ressaltou. Para ela, a segurança pública está ligada diretamente com a educação. “Com o projeto podemos atuar preventivamente. Quando se começa a trabalhar desde pequeno, temos a oportunidade de mudar a cultura. As atividades interativas são realizadas através de dinâmicas, palestras, cine debate de maneira lúdica abordando conhecimentos técnicos, científicos e os problemas relatados. As discussões são realizadas em círculos, conversas olho no olho, valorizando os temas levantados pelos estudantes, suas dificuldades, medos, anseios, valorizando o que há de positivo”, explicou. A coordenadora lembrou ainda que o projeto alcança alunos, gestores e familiares e ou responsáveis. “Apesar de o foco ser as crianças, a escolha do público-alvo nas atividades do dia a dia é feita junto com base no diagnóstico e escolha de cada escola individualmente”. Na sua avaliação, a proposta de Mediadores Mirins possibilita chegar mais perto da percepção dos alunos sobre os conflitos escolares. “O olhar de igualdade é sempre pregado, por isso trabalhamos com ênfase no combate ao racismo, à discriminação, o bullyng, à violência etária e de gênero, drogas, além de abordar questões de saúde mental da criança, entre outras. Nas duas turmas também tivemos alunos que são pessoas com deficiência e com outros sofrimentos emocionais”, relatou Wânia. Humberto Nóbrega, diretor da Escola Arnaldo de Barros Moreira, no Bairro do Novais, fala sobre a recente implantação do projeto em sua unidade. “A mediação de conflitos é uma prática constante na nossa escola, mas o projeto de Mediadores Mirins da Guarda Civil veio para fortalecer esse processo”, ressaltou. “Melhorou muito em vários aspectos já no decorrer do curso de formação. Desde o ano passado que temos trabalhado com a cultura de paz, com oficinas e vivências, contando com a participação de vários profissionais porque já observávamos que tínhamos que ter cuidado com a condução de conflitos na escola. Durante os conflitos conversávamos, fazíamos as primeiras mediações. Esse ano já está em outros passos, os meninos já estão partindo para a resolução do conflito entre eles mesmos”, disse. Para Humberto, é importante o aprendizado porque os jovens que participam do projeto passam a ser multiplicadores. “No curso eles tiveram várias vivências em que aprenderam diversos tipos de mediação, técnicas, daí eles trazem essas experiências para a escola. Esse processo é transformador, principalmente para os próprios alunos. Eles começam a fazer um processo de sensibilização interior, passam a vivenciar esse processo”, frisou. A professora de Protagonismo e História, Martha Ferreira, acredita que as mudanças comportamentais dos alunos participantes do curso de formação são visíveis. Na sua avaliação, os mediadores se tornam referência na escola, além de terem fortalecido a autoestima. “É muito bom ver que temos alunos focados, que estão se inspirando para seus projetos de vida, vendo novos caminhos. Antes, a gente perguntava qual seu projeto de vida? Respondiam que nunca tinham pensado nisso. Hoje eles já percebem que podem sonhar e realizar”, destacou. Alunos elogiam iniciativa – O adolescente Miguel Fernandes, 14 anos, aluno do 9º ano da Escola Arnaldo de Barros Moreira, no Bairro do Novais, disse que se interessou desde o início em participar do projeto. “Eu mesmo quis participar para ajudar a mediar brigas, ajudar a resolver conflitos, sem ser na base da violência, nem de xingamentos”, ressaltou. Sua colega de escola, Luciana Vitória, de 13 anos, também participou do curso. “Eu percebi que aqui na escola a gente tem tido muitos conflitos, muitos na base da violência física e também da violência verbal. Então, quando surgiu essa oportunidade, pensei: por que não fazer esse curso de mediador mirim e trazer um pouco dessa cultura de paz aqui para a escola?. Fazer a minha parte para melhorar essa situação”, declarou. Ester Germano, de 11 anos, também participou da formação. Ela está cursando o 7º ano na Escola Municipal Deputado Fernando Milanez, em Gramame. A