Estação Cabo Branco encerra 2025 com 34 exposições e reforça seu papel como principal cartão-postal cultural de João Pessoa

Ao longo de 2025, a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, um dos principais cartões-postais de João Pessoa, consolidou-se como um dos espaços culturais mais ativos da Capital, com a realização de 34 exposições diferentes distribuídas ao longo do ano, em seus diversos espaços expositivos. O número reflete uma média aproximada de três exposições abertas por mês, reforçando o papel do equipamento público como polo permanente de difusão artística, científica e cultural. Localizada no bairro do Altiplano, com projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer, a Estação Cabo Branco alia valor simbólico, turístico e cultural, atraindo moradores e visitantes interessados em arte, ciência e educação. Segundo o diretor do equipamento, Olié Martins, o espaço funciona de portas abertas, com acesso gratuito, o que amplia o alcance das exposições, embora não haja um controle exato do número de visitantes. “Tivemos uma média de três exposições abertas por mês no ano de 2025. Não existe controle de portaria no museu. É porta aberta”, destacou. Atualmente, Atualmente, o público pode conferir exposições em cartaz em praticamente todos os espaços expositivos do complexo, com mostras que abrangem artes visuais, coletivos artísticos, produções acadêmicas, fotografia, instalações e artesanato, reafirmando a diversidade da programação. Entre os destaques em exibição está o I Festival Internacional de Aquarela, aberto ao público desde 6 de dezembro de 2025, reunindo cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos Espaços Expositivos 8 e 9. A mostra segue aberta à visitação até 6 de março de 2026, com entrada gratuita. Além do festival, permanecem em cartaz exposições como Respirando Underwater, do Coletivo Masonn; Pricila Saulus, vinculada à UFPB; Brincadeiras de Criança, de Analice Uchoa; Brasil em Aquarela, de Lilian Arbex; Entre pedras, poesia e sons, mostra coletiva; (R)Existo, de Robson Xavier; Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu, de Serge Etienne; e Travessia, do coletivo Cristina Strapação, entre outras. A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Avenida João Cirilo da Silva, s/n, no Altiplano. Todas as exposições têm acesso gratuito, o que reforça o compromisso do espaço com a democratização da cultura e a formação de público. Com uma programação contínua, plural e acessível, a Estação Cabo Branco encerrou 2025 reafirmando sua importância estratégica para João Pessoa, não apenas como ícone arquitetônico e cartão-postal da cidade, mas como um espaço vivo de produção, circulação e encontro das artes. Segundo o diretor da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, Olié Martins, o equipamento consolidou-se como referência ao longo do ano. “A Estação Cabo Branco é hoje um dos principais equipamentos culturais de João Pessoa e um símbolo da democratização do acesso à arte, à cultura e ao conhecimento. Ao longo de 2025, conseguimos manter uma programação contínua, diversa e plural, valorizando artistas locais, coletivos, universidades e também iniciativas de alcance nacional, fortalecendo a identidade cultural da cidade e aproximando a população das artes visuais e da produção contemporânea”, destacou. O diretor também ressaltou a relevância do espaço para o turismo da Capital. “Além do papel cultural, a Estação tem uma importância estratégica para o turismo de João Pessoa. É um dos pontos mais visitados da cidade, integrando arquitetura, paisagem e programação cultural, e funcionando como porta de entrada para muitos visitantes que conhecem a capital paraibana”, afirmou. Para 2026, a Estação Cabo Branco se projeta com o fortalecimento ainda maior de seu papel cultural, artístico e turístico, mantendo-se como espaço público de acesso democrático. “A gestão trabalha no fortalecimento da programação, com exposições inéditas, ampliação de parcerias institucionais, ações educativas e projetos que dialoguem com ciência, arte e inovação, sempre mantendo o compromisso de ser um espaço público, acessível e vivo, a serviço dos pessoenses e de quem visita João Pessoa”, completou Olié Martins. Exposições em cartaz: • I Festival Internacional de Aquarela Reúne cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos espaços expositivos da Estação Cabo Branco. Período: até 6 de março de 2026 • Respirando Underwater – Coletivo Masonn • Pricila Saulus – UFPB • Brincadeiras de Criança – Analice Uchoa • Brasil em Aquarela – Lilian Arbex • Entre pedras, poesia e sons – mostra coletiva • (R)Existo – Robson Xavier • Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu – Serge Etienne • Travessia – Coletivo Cristina Strapação (As exposições estão distribuídas nos diversos espaços expositivos do equipamento cultural.) Serviço: Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes Avenida João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano, João Pessoa Visitação Terça a sexta-feira: das 9h às 18h Sábados e domingos: das 10h às 18h Entrada: gratuita

Estação Cabo Branco tem quatro exposições abertas ao público neste mês de junho

Quatro exposições estão abertas ao público neste mês de junho na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, em João Pessoa – Mostra Nacional de Aquarela, mostra individual do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte, e ‘Todas as Cores’, da paraibana Emanuela Lucena, além do Acervo Permanente do artista Flávio Tavares. Visitação gratuita, agora de terça-feira à domingo, no bairro Altiplano. Exposição Nacional de Aquarela – Técnica na qual os pigmentos tomam forma quando dissolvidos na água. A exposição Nacional de Aquarela é uma boa chance para conhecer melhor a técnica vendo de pertoo trabalho de18 artistas renomados de vários locais do País e dois aquarelistas do exterior – Goyo Barja, da Argentina, e Zahra Hanze, da Turquia. Artistas que também participam da mostra: José Amarante; Belkiss Nogueira; Ivani Ranieri; Jonathan Guedes; Lilian Arbex; Luiz Neto; Marta Spier; Neuza Petti; Rosane Pertile; Roseli Martello; Silvana Pohl; Sílvia Raso; Sueli Martini; Tadeu Banfi e Teresa Elias. Mostra individual – A exposição individual de aquarela do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte (RN), reúne 14 obras inspirada na beleza da Região Nordeste do Brasil, especialmente da Paraíba, Rio Grande do Norte e da Bahia, explorando a temática do mar – ondas, barcos, faróis, e da religiosidade do povo nordestino. Seu trabalho tem reconhecimento internacional, já tendo participado de festivais e bienais de aquarela na Itália, Emirados Árabes, Paquistão, Turquia, Hungria, Honduras, México, Alexandria, Índia, Bolívia, Portugal e vários estados do Brasil. ‘Todas as Cores’ – A exposição marca a estreia da artista plástica Emanuela Lucena, natural de Guarabira. A artista explora temas como desmatamento, seca, desigualdade social e preconceito em 13 obras em acrílico sobre tela na arte Naif. Flávio Tavares – A Estação Cabo Branco conta também com obras do “Acervo Permanente” do artista Flávio Tavares, que é natural de João Pessoa e já participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Ele é autor do painel ‘O Reinado do Sol’, exposto na entrada da Estação Cabo Branco, em óleo sobre tela e que traz parte da história da fundação da cidade de João Pessoa, a conquista da Paraíba e sua identidade cultural. Mostras permanentes – Os amantes da arte podem apreciar, além das quatro exposições, as mostras permanentes: ‘Obra Vida’ (Eulâmpio Neto); as obras de Abelardo da Hora; ‘O Mar de Grisi’ (Luciano Grisi) e ‘No Reinado do Sol’ (Flávio Tavares).   Julho – Já para o mês de julho a Estação conta com três eventos programados – a ‘Estação Criança’, no dia 6; e ‘Encontro de Carros Antigos’, no dia 20 de julho. Para encerrar, no dia 27, haverá a Sinfonia ao Pôr do sol. Serviço  Local – Estação Cabo Branco (Av. João Cirilo – Altiplano Cabo Branco).  Visitação – Terça a sexta: 9h às 18h e sábado e domingo: 10h às 18h (segunda-feira – fechado).Acesso – gratuito