Estação Cabo Branco promove evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes realizou, na tarde desta sexta-feira (6), o Chá Cultural das Mulheres, uma ação especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, que é celebrado no dia 8 de março para lembrar a luta por igualdade, direitos e reconhecimento. O evento contou com a participação do Grupo da Maioridade da Associação do Prosind de Mangabeira e reuniu atividades voltadas ao entretenimento, às artes e à valorização da cultura. A iniciativa foi promovida pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec-JP) e integrou a programação cultural desenvolvida no espaço, que busca incentivar a convivência, o aprendizado e a participação social. De acordo com Denise Paz, chefe do Setor de Gestão Educacional da Estação Cabo Branco, o encontro faz parte de um projeto contínuo realizado no local. “O Chá Cultural acontece mensalmente com o objetivo de proporcionar uma tarde de entretenimento, artes e cultura, fortalecendo os vínculos e estimulando a participação das pessoas nas atividades culturais”, destacou. A ação também reforça o papel da Estação Cabo Branco como um importante espaço de promoção da educação, da cultura e da integração social em João Pessoa, oferecendo atividades que dialogam com diferentes públicos e valorizam datas simbólicas como o Dia Internacional das Mulheres.
Estação Cabo Branco tem programação especial e gratuita voltada ao público infantil

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, gerida pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec-JP), realiza o Estação Férias 2026 nas quartas e sextas-feiras deste mês de janeiro, com atividades nos dois turnos, manhã e tarde. Neste sábado (17), acontece o Piquenique Literário, com o lançamento de um livro infantojuvenil, às 16h. Durante o período de férias escolares, o espaço promove momentos de aprendizado, criatividade e diversão. “O cronograma une arte, música e ludicidade, estimulando a imaginação, a convivência e a expressão das crianças em um ambiente cultural acolhedor”, ressalta Olíé Martins, diretor da Estação Ciência. Ele informa que as vagas são limitadas e que a inscrição é feita no dia em que a programação ocorre, na própria Estação. Os pais podem participar de sessões de contação de história, oficina de mágica, entre outras atividades. “No dia 17, sábado, teremos um piquenique literário, às 16h, com a atriz e escritora Maria Andrade, que estará lançando o livro de sua autoria ‘O Tesouro do Príncipe Heitor – o Reino da Harmonia’, com participação do personagem Zezinho Contação”, destacou. Serviço – A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, localizada no bairro do Altiplano, está aberta à visitação para o público em geral de segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h, com entrada gratuita. O espaço também atende as instituições de ensino pública e privada para visitação, através de agendamento no seguinte endereço eletrônico: linktr.ee/estacaocabobranco.
Estação Cabo Branco encerra 2025 com 34 exposições e reforça seu papel como principal cartão-postal cultural de João Pessoa

Ao longo de 2025, a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, um dos principais cartões-postais de João Pessoa, consolidou-se como um dos espaços culturais mais ativos da Capital, com a realização de 34 exposições diferentes distribuídas ao longo do ano, em seus diversos espaços expositivos. O número reflete uma média aproximada de três exposições abertas por mês, reforçando o papel do equipamento público como polo permanente de difusão artística, científica e cultural. Localizada no bairro do Altiplano, com projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer, a Estação Cabo Branco alia valor simbólico, turístico e cultural, atraindo moradores e visitantes interessados em arte, ciência e educação. Segundo o diretor do equipamento, Olié Martins, o espaço funciona de portas abertas, com acesso gratuito, o que amplia o alcance das exposições, embora não haja um controle exato do número de visitantes. “Tivemos uma média de três exposições abertas por mês no ano de 2025. Não existe controle de portaria no museu. É porta aberta”, destacou. Atualmente, Atualmente, o público pode conferir exposições em cartaz em praticamente todos os espaços expositivos do complexo, com mostras que abrangem artes visuais, coletivos artísticos, produções acadêmicas, fotografia, instalações e artesanato, reafirmando a diversidade da programação. Entre os destaques em exibição está o I Festival Internacional de Aquarela, aberto ao público desde 6 de dezembro de 2025, reunindo cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos Espaços Expositivos 8 e 9. A mostra segue aberta à visitação até 6 de março de 2026, com entrada gratuita. Além do festival, permanecem em cartaz exposições como Respirando Underwater, do Coletivo Masonn; Pricila Saulus, vinculada à UFPB; Brincadeiras de Criança, de Analice Uchoa; Brasil em Aquarela, de Lilian Arbex; Entre pedras, poesia e sons, mostra coletiva; (R)Existo, de Robson Xavier; Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu, de Serge Etienne; e Travessia, do coletivo Cristina Strapação, entre outras. A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Avenida João Cirilo da Silva, s/n, no Altiplano. Todas as exposições têm acesso gratuito, o que reforça o compromisso do espaço com a democratização da cultura e a formação de público. Com uma programação contínua, plural e acessível, a Estação Cabo Branco encerrou 2025 reafirmando sua importância estratégica para João Pessoa, não apenas como ícone arquitetônico e cartão-postal da cidade, mas como um espaço vivo de produção, circulação e encontro das artes. Segundo o diretor da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, Olié Martins, o equipamento consolidou-se como referência ao longo do ano. “A Estação Cabo Branco é hoje um dos principais equipamentos culturais de João Pessoa e um símbolo da democratização do acesso à arte, à cultura e ao conhecimento. Ao longo de 2025, conseguimos manter uma programação contínua, diversa e plural, valorizando artistas locais, coletivos, universidades e também iniciativas de alcance nacional, fortalecendo a identidade cultural da cidade e aproximando a população das artes visuais e da produção contemporânea”, destacou. O diretor também ressaltou a relevância do espaço para o turismo da Capital. “Além do papel cultural, a Estação tem uma importância estratégica para o turismo de João Pessoa. É um dos pontos mais visitados da cidade, integrando arquitetura, paisagem e programação cultural, e funcionando como porta de entrada para muitos visitantes que conhecem a capital paraibana”, afirmou. Para 2026, a Estação Cabo Branco se projeta com o fortalecimento ainda maior de seu papel cultural, artístico e turístico, mantendo-se como espaço público de acesso democrático. “A gestão trabalha no fortalecimento da programação, com exposições inéditas, ampliação de parcerias institucionais, ações educativas e projetos que dialoguem com ciência, arte e inovação, sempre mantendo o compromisso de ser um espaço público, acessível e vivo, a serviço dos pessoenses e de quem visita João Pessoa”, completou Olié Martins. Exposições em cartaz: • I Festival Internacional de Aquarela Reúne cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos espaços expositivos da Estação Cabo Branco. Período: até 6 de março de 2026 • Respirando Underwater – Coletivo Masonn • Pricila Saulus – UFPB • Brincadeiras de Criança – Analice Uchoa • Brasil em Aquarela – Lilian Arbex • Entre pedras, poesia e sons – mostra coletiva • (R)Existo – Robson Xavier • Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu – Serge Etienne • Travessia – Coletivo Cristina Strapação (As exposições estão distribuídas nos diversos espaços expositivos do equipamento cultural.) Serviço: Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes Avenida João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano, João Pessoa Visitação Terça a sexta-feira: das 9h às 18h Sábados e domingos: das 10h às 18h Entrada: gratuita
Festival Internacional de Aquarela está aberto à visitação na Estação Cabo Branco

O I Festival Internacional de Aquarela, realizado na Estação Cabo Branco – Ciências, Cultura e Artes, no Altiplano, está aberto à visitação nos fins de semana, das 10h às 18h, e de terça a sexta, das 9h às 18h. A entrada é gratuita. O evento, aberto neste sábado (6), marca um novo capítulo para a produção artística da Capital e reúne obras, oficinas e ações dedicadas a fortalecer a linguagem da aquarela no cenário local e internacional. A curadoria desta edição, que reúne cerca de 50 aquarelistas de vários países, é assinada por Amanda Costa, da Estação Cabo Branco, que destacou o caráter pioneiro da iniciativa. “Começamos em 2024. Este é o primeiro Festival, o primeiro de muitos. Foram muitos desafios até aqui. Hoje temos um espaço dedicado à aquarela e pensamos em ampliar, criando ambientes específicos para cada linguagem artística. Agradeço às parcerias com os curadores que vêm somando ao projeto. Em 2026, o Festival será aberto com a curadoria de Luciana Oliveira”, afirmou. A futura curadora, Luciana Oliveira, ressaltou a força coletiva da construção do Festival. “Espero contribuir com o projeto das aquarelas. Já estou encantada com o trabalho dos aquarelistas e desejo que este seja um processo contínuo de construção da cultura da aquarela. É um exercício coletivo, e estou empenhada em desenvolver esse trabalho junto aos artistas”. O I Festival Internacional de Aquarela tem programação aberta ao público, reforçando o compromisso da Prefeitura de João Pessoa em promover espaços de experimentação, formação e valorização das expressões artísticas, conectando pessoas por meio das cores, da criatividade e da arte. Artistas nacionais – Bernardete Lima; Clelia Maluf; Cléia Paiva; Catarina Chur; Claudia Simoes; Beth Sauer; Godiva Accioly; Helena Muller; José Amarante; Ieda Helal; Iracema DallAgnol; Ivani Ranieri; Kenia Maria Vasconcelos; Keiko Sakamoto; Lilian Arbex; Leni FumieFujimoto; Luiz Neto; Marco Antonio de São Pedro; Marta Spier; Marita Adams; Maria do Socorro Sobreira; Monica Lia Rangel; Nathalia Guerra “Fumacinha”; Renato Palmuti; Rogéria Gaudencio; Roseli Martelo; Rosane Pertile; Sonia M. Scalabrin; Silvana Pohl; Silvia Sakamoto; Solange Aparecida Zanoni; Tereza Elias; Tatiana de Andrade; Vera Penha Barrero; Silvana de Morais Aires; Silvia Regina S. Abram; Silvia Trad; e Valeria Ferrara. Artistas internacionais – Angela Barbi (Espanha); Lia Mendez (Panamá); Silvia Monje (Costa Rica); Elizabeth Uribe (Peru); TereLejoro (México); Irina Yushmanova (México); e Graciela Al (Argentina). Atividades paralelas – Além da exposição, o Festival oferece experiências abertas ao público: Stand de materiais de aquarela: 6 e 7 de dezembro; Pintura ao ar livre: 6 e 7 de dezembro, das 9h às 12h; Encerramento da exposição: 6 de março de 2026. Visitação – O Festival pode ser visitado de terça a sexta, das 9h às 18h, e nos fins de semana, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.
Prefeitura vai elaborar plano de uso para eventos na Estação Cabo Branco

A Prefeitura de João Pessoa reafirmou seu compromisso com o uso adequado e responsável da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, durante audiência com o Ministério Público da Paraíba (MPPB) realizada nesta terça-feira (2). A gestão municipal se comprometeu em elaborar um plano de uso, no prazo de 120 dias, regulamentando o tipo de evento que poderá ser realizado no equipamento público. Durante esse período, o Município se comprometeu a continuar com a suspensão dos eventos. A secretária de Educação e Cultura da Capital, América Castro, ressaltou que a prefeitura tem utilizado o espaço sempre em conformidade com as orientações dos órgãos responsáveis e seguindo as normas aplicadas pelas gestões anteriores. “Agora, somamos esforços com a Procuradoria, a Secretaria de Meio Ambiente e a direção da Estação Cabo Branco para elaborar, nos próximos 120 dias, um plano de uso que garanta pertinência, responsabilidade ambiental e alinhamento à vocação científica, cultural e educativa do equipamento”, informou. América Castro acrescentou que serão realizados estudos no local para garantir que tudo seja preservado e o plano seja seguido. “Acolhemos o compromisso assumido pelo prefeito Cícero Lucena de suspender eventos até março, permitindo a realização dos estudos necessários sobre mobilidade, impactos ambientais e sonoros. A Educação estará presente em todo esse processo, contribuindo para que a Estação Cabo Branco seja cada vez mais um espaço de conhecimento, cultura e serviço à comunidade”, destacou. A audiência foi conduzida pelo 42º promotor de Justiça de João Pessoa, Edmilson de Campos Leite Filho. Ele informou que, ao final do prazo de 120 dias, com o plano de uso já elaborado pela Prefeitura da Capital, será firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). “Nós já desenhamos o mês de março para uma nova audiência, onde provavelmente celebraremos um Termo de Ajustamento de Conduta que será feito a várias mãos, mas principalmente com as autoridades municipais, para que se dê um uso melhor, um uso comunitário, pertinente e cultural ao equipamento. O que queremos, na realidade, é dar um disciplinamento melhor para que eventos temáticos pertinentes ao local sejam realizados”, afirmou. Também estiveram na audiência o procurador-geral do Município de João Pessoa, Bruno Nóbrega; o controlador-geral, Diego Fabrício de Albuquerque; o secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira; o diretor da Estação Cabo Branco, Olié Martins; além de representantes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb). Os representantes do Município de João Pessoa apresentaram documentos e informaram sobre os procedimentos que são utilizados para cessão da Estação Cabo Branco, no bairro Altiplano, para eventos públicos e privados. Também relataram que todos os eventos estão suspensos. FONTE: https://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/prefeitura-vai-elaborar-plano-de-uso-para-eventos-na-estacao-cabo-branco/
Estação Cabo Branco conta com diversidade e beleza nas exposições em cartaz no mês de dezembro

Moradores e turistas que visitam João Pessoa contam com uma programação cultural diversificada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, aberta ao público de terça a domingo, gratuitamente. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), contará, no mês de dezembro, com um total de 17 exposições em cartaz, permanentes e temporárias, que abrangem questões existenciais e sociais e celebram a natureza e tradições regionais. Estação Cabo Branco também conta com uma programação nas sextas-feiras, às 16h, com aulas gratuitas de dança circular e yoga, que se alternam semanalmente. As aulas são feitas ao ar livre e trazem benefícios como melhorias na consciência corporal, liberação de tensões musculares, desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio e promoção do bem-estar físico e mental, além de promover a integração social entre os participantes. Nas duas aulas a recomendação é usar roupas leves e confortáveis que permitam fazer os movimentos livremente, além de levar uma canga, esteira ou tapete de yoga, que pode servir como apoio no chão ou para descansar. Os participantes devem levar também uma garrafa com água para se hidratar durante a aula. Para participar é só chegar um pouco antes da aula e falar com umas das professoras, Lilian Furbetta, professora de dança e Tâmisa Tiveroli, instrutora de Kundalini Yoga. Exposições temporárias: Respirando underwater: kont from the inside – Coletivo masson. Parte da Temporada França-Brasil 2025, uma exposição multidisciplinar, inspirada na arquitetura vernacular e na cultura das regiões do Atlântico Negro. Existências (in)visíveis – Residência Artística (R)existo, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Trabalho interdisciplinar que reúne trabalhos de 10 artistas, sobre a existência não-binária. Pedra Poema – A exposição reúne trabalhos de três artistas, Jacira Garcia, Gonzaga Costa e Yuri Gonzaga, que une cerâmica, pintura e música, um recorte da história da Pedra do Ingá, com curadoria do artista plástico Ilson Moraes. O título da exposição é inspirado nas poesias de Juca Pontes, autor do livro ‘Itacoatiara’, obra que serviu como referência e inspiração para todo o processo criativo. Brincadeiras de Criança – Exposição de Analice Uchôa, em Naif, junto a brinquedos que fizeram parte da infância da artista. Cosmogênese – Priscila Saulus traz a exposição ‘Cosmogênese’, na qual a artista reinscreve o gesto inaugural da criação Iorubá com a linguagem do século XXI, entre ciência e mito, o carbono torna-se gramática, o preto origem, e a forma, respiração. A exposição apresenta séries que se desdobram como camadas de um mesmo sedimento poético. Da Rua, Correntezas – O artista Guto Oca expõe obras que celebram as relações que ocupam os espaços públicos, seu modo de viver, trabalhar, festejar. Cores Extremas – Na mostra, Petrônio Bendito aborda questões urgentes para a humanidade e cultura, de forma poética e moderna. Atávica Chama – O artista plástico Sidney Azevedo traz uma imersão Sidneyana nos estados da não-consciência e da imensidão cósmica do inconsciente. Exposições permanentes: Acervo pessoal da Estação Cabo Branco formado por obras doadas por artistas que já protagonizaram exposições no local. No Reinado do Sol – O trabalho é fruto da inspiração do artista Flávio Tavares, pintada há 17 anos e que conta a história da cidade de João Pessoa e de personalidades que fizeram parte da história da Capital. Espaço Flávio Tavares – Obras do artista pessoense, considerado um renomado artista plástico da atualidade. Mulher: Objeto de repouso – Abelardo da Hora expõe seis esculturas em bronze e concreto que exploram a essência da sensualidade feminina. Mar de Grisi – Luciano Grisi expõe esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos. Sinergia – Peça de Sidney Azevedo em ferro, pintada em azul, premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009. Vida – Eulâmpio Neto. Escultura concebida em argila, representando a geração da vida, através da figura feminina. Mural ‘Cavalo Marinho’ – Wilson Figueiredo e Percy Fragoso retratam a xilogravura de mesmo nome, feita por José Costa Leite, no estilo de capas de cordéis. Guardiã da Cidade – Evanice Santos retrata a figura de uma guardiã, em escultura em gesso e fibra de vidro. Varanda de rede – Chico Pereira desenha uma trama em alusão à renda de bilro, atendendo ao pedido do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, que assina o projeto da Estação Cabo Branco. Serviço: Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira: 9h às 18h Sábado e domingo: 10h às 18h Segunda-feira: fechada Localização: Avenida João Cirilo da Silva, S/N, no Altiplano Cabo Branco Fonte: https://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/estacao-cabo-branco-conta-com-diversidade-e-beleza-nas-exposicoes-em-cartaz-no-mes-de-dezembro/
Mais de 15 artistas e 19 exposições integram a programação da Estação Cabo Branco

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, apresenta uma vasta e diversificada programação para os amantes da arte e da cultura. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), conta com um total de 19 exposições em cartaz, que oferecem um panorama artístico e cultural abrangente, abordando desde questões existenciais e sociais até a celebração da natureza e das tradições regionais. Do total de mostras, 9 são interinas e 10 permanentes, com a participação de 14 artistas e 4 instituições. O acesso é totalmente gratuito. Algumas das exposições interinas têm data para terminar, por isso o visitante precisa se apressar para aproveitá-las. A exposição ‘Panorama da Fotografia da Bahia: Ecologia de Sentidos’, com fotografias premiadas de 26 artistas, e a feira de artesanato do Coletivo Artesãos do Alto, que oferece itens e histórias da cultura nordestina, permanecem em cartaz até o fim deste mês. Também se despedem do público em 31 de agosto as exposições ‘Fábula: Fragmentos do Jardim’, do Coletivo UFPB, que mostra a relação dos artistas com a natureza e a imaginação, e ‘Do Sal ao Barro’, do artista Thiago Müller, que busca memórias afetivas no contexto do Nordeste brasileiro. Visitação até setembro – Quem não puder visitar a Estação Cabo Branco agora, ainda terá a chance de ver outras mostras interinas que continuam até setembro. Entre elas estão: Cores da Cidade, de LQGeor (Orlando Quadros), que utiliza a técnica da pirografia em papel para retratar paisagens urbanas; Corpo de Falésia, da artista Lola Pinto, inspirada nas falésias do litoral paraibano; Komorebi: Luzes no Bosque, de Maria Bonolo, que estuda o fenômeno da luz do sol filtrando por entre as folhas das árvores; Cores Extremas, de Petrônio Bendito, que aborda questões urgentes para a humanidade de forma poética e moderna; Atávica Chama, de Sidney Azevedo, que leva o público a uma imersão nos estados de não-consciência e na imensidão do inconsciente. Obras permanentes – Além das exposições temporárias, a Estação Cabo Branco conta com um acervo permanente que pode ser visitado a qualquer momento. Um dos destaques é a exposição ‘No Reinado do Sol’, uma grande tela de Flávio Tavares que narra a história da cidade de João Pessoa. O local também abriga o ‘Espaço Flávio Tavares’, com outras obras do artista pessoense considerado um dos maiores da atualidade. Outras obras que compõem o acervo permanente são: Mulher: Objeto de repouso, de Abelardo da Hora, com seis esculturas em bronze e concreto que exploram a sensualidade feminina; Mar de Grisi, de Luciano Grisi, com esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos; Sinergia, de Sidney Azevedo, uma escultura de ferro azul que sugere movimento e foi premiada em 2009; Cavalo Marinho, o mural de Wilson Figueiredo e Percy Fragoso, é uma ampliação da xilogravura de José Costa Leite; Vida, de Eulâmpio Neto, uma escultura em argila que representa a geração da vida; Varanda de Rede, de Chico Pereira, uma trama em alusão à renda de bilro, encomendada por Oscar Niemeyer. Horário de funcionamento – A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Av. João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano. O acesso ao local é gratuito.
Estação Cabo Branco tem 17 exposições abertas ao público neste mês de fevereiro

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, gerida pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), está com 17 exposições de artistas diversos abertas ao público neste mês de fevereiro, sendo nove interinas e oito permanentes. A Estação, como é popularmente conhecida, tem entrada gratuita e funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos das 10h às 18h. Além de exposições de artes plásticas, o espaço possui um mirante que possibilita a visão de toda a Orla de João Pessoa. O prédio, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 2008, também é uma obra de arte e um dos principais pontos turísticos da Capital. Descaminhos, Imagem e Deriva – A exposição interina é de autoria de Daniel da Hora. As obras retratam o caos do imobiliário de iluminação pública, seus fios e cabos, através de gravuras e pinturas a partir de fotografias. Segundo a curadora da Estação Cabo Branco, Amanda Costa, a série apresenta um conjunto misto de linguagens artísticas e caminhos estéticos diversos, tendo a arte como ponto de partida e de solução para algo que se apresenta desorganizado, caótico e que causa poluição visual. Fluxos AntiNaturais: experimentos em xilogravura – Exposição do Coletivo UFPB. Essa exposição inaugura o espaço expositivo permanente da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) na Torre de Exposições da Estação Ciência. A exposição conta com a explosão criativa de 27 artistas que convida o público a embarcar no universo da gravura. Quando a Gente Chorou Vendo o Sol se pôr – O artista João Peregrino faz uma reflexão sobre afeto e convivência, retratando sua companheira sob diversos ângulos usando várias técnicas de pintura. O trabalho do artista foi feito na maioria em técnica mista, a exemplo do nanquim concentrado, aquarela, pastel seco e costura com linhas coloridas. Pele Exposta – a exposição de Jeorge Paiva conta com mais de 50 obras em cerâmica. O artista faz uma imersão pelas raízes negras e sua própria ancestralidade. As esculturas, com figuras de mulheres negras de pescoços alongados e seios fartos, são moldadas em argila simbolizando a força e a resiliência de um povo. Maresia – A exposição do fotógrafo Deco Cavalcanti, segundo a curadora da Estação Cabo Branco, Amanda Costa, convida o público a mergulhar nas paisagens singulares das praias do Nordeste brasileiro, revelando uma intimidade com a natureza que transcende o olhar superficial e nos transporta para um estado de contemplação profunda. Cada Cabeça um Mundo – As pinturas do artista João Neto são baseadas nos sentimentos inspirados pelas músicas de Jorge Ben Jor. Com as obras o artista busca conduzir o visitante a pensar na sua singularidade, sem esquecer que fazemos parte de um contexto maior, de uma época, uma sociedade. Metamorfose – As obras de Odegine Graça, são inspiradas no livro homônimo de Franz Kafka, publicado em 1915. A exposição convida o público a refletir sobre as complexidades da mudança e da aceitação, explorando a delicada linha entre o humano e o desconhecido. Aquarela Verão – Coletivo de 12 artistas com uma coleção de 26 aquarelas. As aquarelas expostas nesta coletiva, traduzem de forma figurativa ou abstrata a leveza de cada aquarelista e o conhecimento técnico advindos de suas vivências. Do Rio Ao Mar – Grupo Paraibando. A exposição fotográfica faz um passeio poético dos pontos mais importantes da cidade, lugares e edificações que contam a história de João Pessoa. Exposições permanentes No Reinado do Sol – O artista paraibano Flávio Tavares conta, em ricas alegorias, a história da fundação da cidade de João Pessoa e a conquista da Paraíba. Exposto permanentemente no hall do prédio administrativo da Estação, a obra em óleo sobre tela, possui nove metros de comprimento por três de largura. Mar de Grisi – Luciano Grisi. As esculturas do artista são inspiradas em paisagens litorâneas e em seres marinhos, através da técnica chamada Chainsaw shape. Mulher: Objeto de repouso – do escultor e artista plástico Abelardo da Hora. São seis esculturas em bronze e concreto que exploram a sensualidade feminina, espalhadas nos jardins e no espelho d’água da Estação. Vida – Eulâmpio Neto. Escultura concebida em argila, recebendo fôrmas de gesso e concreto armado. Representa a geração da vida, através da figura feminina. Eulâmpio doou a escultura “Vida” para a Estação Ciência em 2011. Sinergia – A obra do artista Sidney Azevedo foi premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009. A escultura de ferro, pintada em azul, sugerindo movimento, esta instalada no gramado da Estação Ciência. Guardiã da Cidade – Evanice Santos. Escultura em gesso e fibra de vidro, no formato de uma guardiã. Mural “Cavalo Marinho” – de Wilson Figueiredo e Percy Fragoso. Ampliação da xilogravura de mesmo nome (17,50m x 3,50m), feita por José Costa Leite, no estilo de capas de cordéis na fachada oeste do auditório da Estação Ciência. Varanda de Rede – Chico Pereira. Encomendado por Oscar Niemeyer. Trata-se de um painel de cobogós que compõe a parede na Sala de Práticas Educacionais, da Estação, desenhando uma trama em alusão à renda de bilro. Estação Ciência – foi projetada e inaugurada no dia 3 de julho de 2008 por Oscar Niemeyer, considerado um dos grandes arquitetos do mundo, passando a ser um dos principais pontos turísticos e cartão postal da cidade de João Pessoa. Possui anfiteatro, torre mirante, salas para convenções com 200 lugares, além de diversos espaços para exposições de arte. A Estação foi criada com a missão de levar cultura, arte, ciência e tecnologia à população gratuitamente. O espaço é administrado pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec). Serviço Terça à sexta-feira: das 9h às 18h; Sábado e domingo: das 10h às 18 h. Acesso gratuito.
Estação Cabo Branco oferece ao público diferentes experiências e contabiliza quase 13 mil visitantes em 2024

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – realizou cursos de teatro, dança, encontro de carros antigos e exposições de diferentes artistas ao longo deste ano. Administrado pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), o centro cultural, que fica localizado no Altiplano, recebeu 12.763 visitantes em 2024. “Estamos bastante felizes com o momento que a Estação Cabo Branco vem vivendo. Desde 2018 a Torre voltou a ter várias exposições, proporcionando arte para a população e para os turistas que visitam a nossa cidade”, comenta o diretor geral do espaço, Olié Martins. Quem visita a Estação Cabo Branco é convidado a imergir em diferentes exposições. No trabalho “Descaminhos | Imagem e Deriva”, do professor, curador e pesquisador em Artes Visuais, Daniel da Hora, por exemplo, o público completa a desordem dos fios de iluminação pública presente nos centros urbanos. “Este caos me fez refletir esteticamente sobre ele e sublimá-lo, me dando as bases que eu precisava para expurgar essa minha ojeriza pelo aspecto mal acabado dos postes e instalações elétricas”, comenta Daniel da Hora. O trabalho ainda está em exposição na Estação Cabo Branco. Outro trabalho relevante exposto este ano no centro cultural foi a “Exposição Nacional de Aquarela”, que reuniu obras de 18 artistas renomados, incluindo os internacionais Goyo Barja (Argentina) e Zahra Hanze (Turquia). Unindo técnica e emoção, as aquarelas expostas traziam a sobreposição de cores para revelar novas tonalidades e nuances, convidando o espectador a observar a leveza, a transparência e o brilho da cor. A “Exposição Nacional de Aquarela” ofereceu ao público uma oportunidade única para apreciar a maestria de grandes nomes da aquarela brasileira e internacional, além de celebrar a arte como expressão da alma humana. Além de atrair visitantes para as exposições, muitas pessoas vão à Estação Cabo Branco para conhecer a estrutura projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer ou contemplar a vista da Capital paraibana do terraço panorâmico da torre principal. Foi isso que levou o maquinista de metrô Oseas Pedrosa, da cidade de Recife, a visitar o espaço. “Trouxe meus pais, Adaleia e Maximiano, para passear em João Pessoa, aproveitamos para subir no terraço para apreciar a vista. O espaço aqui é muito legal. Por ser aberto, ventilado, proporciona um passeio agradável”, conta. Serviço – Funcionamento Estação Cabo Branco De terça a sexta-feira – das 9h às 18h Sábados e domingos – das 10h às 18h Acesso – gratuito
Estação Cabo Branco tem quatro exposições abertas ao público neste mês de junho

Quatro exposições estão abertas ao público neste mês de junho na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, em João Pessoa – Mostra Nacional de Aquarela, mostra individual do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte, e ‘Todas as Cores’, da paraibana Emanuela Lucena, além do Acervo Permanente do artista Flávio Tavares. Visitação gratuita, agora de terça-feira à domingo, no bairro Altiplano. Exposição Nacional de Aquarela – Técnica na qual os pigmentos tomam forma quando dissolvidos na água. A exposição Nacional de Aquarela é uma boa chance para conhecer melhor a técnica vendo de pertoo trabalho de18 artistas renomados de vários locais do País e dois aquarelistas do exterior – Goyo Barja, da Argentina, e Zahra Hanze, da Turquia. Artistas que também participam da mostra: José Amarante; Belkiss Nogueira; Ivani Ranieri; Jonathan Guedes; Lilian Arbex; Luiz Neto; Marta Spier; Neuza Petti; Rosane Pertile; Roseli Martello; Silvana Pohl; Sílvia Raso; Sueli Martini; Tadeu Banfi e Teresa Elias. Mostra individual – A exposição individual de aquarela do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte (RN), reúne 14 obras inspirada na beleza da Região Nordeste do Brasil, especialmente da Paraíba, Rio Grande do Norte e da Bahia, explorando a temática do mar – ondas, barcos, faróis, e da religiosidade do povo nordestino. Seu trabalho tem reconhecimento internacional, já tendo participado de festivais e bienais de aquarela na Itália, Emirados Árabes, Paquistão, Turquia, Hungria, Honduras, México, Alexandria, Índia, Bolívia, Portugal e vários estados do Brasil. ‘Todas as Cores’ – A exposição marca a estreia da artista plástica Emanuela Lucena, natural de Guarabira. A artista explora temas como desmatamento, seca, desigualdade social e preconceito em 13 obras em acrílico sobre tela na arte Naif. Flávio Tavares – A Estação Cabo Branco conta também com obras do “Acervo Permanente” do artista Flávio Tavares, que é natural de João Pessoa e já participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Ele é autor do painel ‘O Reinado do Sol’, exposto na entrada da Estação Cabo Branco, em óleo sobre tela e que traz parte da história da fundação da cidade de João Pessoa, a conquista da Paraíba e sua identidade cultural. Mostras permanentes – Os amantes da arte podem apreciar, além das quatro exposições, as mostras permanentes: ‘Obra Vida’ (Eulâmpio Neto); as obras de Abelardo da Hora; ‘O Mar de Grisi’ (Luciano Grisi) e ‘No Reinado do Sol’ (Flávio Tavares). Julho – Já para o mês de julho a Estação conta com três eventos programados – a ‘Estação Criança’, no dia 6; e ‘Encontro de Carros Antigos’, no dia 20 de julho. Para encerrar, no dia 27, haverá a Sinfonia ao Pôr do sol. Serviço Local – Estação Cabo Branco (Av. João Cirilo – Altiplano Cabo Branco). Visitação – Terça a sexta: 9h às 18h e sábado e domingo: 10h às 18h (segunda-feira – fechado).Acesso – gratuito