Mais de 15 artistas e 19 exposições integram a programação da Estação Cabo Branco

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, apresenta uma vasta e diversificada programação para os amantes da arte e da cultura. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), conta com um total de 19 exposições em cartaz, que oferecem um panorama artístico e cultural abrangente, abordando desde questões existenciais e sociais até a celebração da natureza e das tradições regionais. Do total de mostras, 9 são interinas e 10 permanentes, com a participação de 14 artistas e 4 instituições. O acesso é totalmente gratuito. Algumas das exposições interinas têm data para terminar, por isso o visitante precisa se apressar para aproveitá-las. A exposição ‘Panorama da Fotografia da Bahia: Ecologia de Sentidos’, com fotografias premiadas de 26 artistas, e a feira de artesanato do Coletivo Artesãos do Alto, que oferece itens e histórias da cultura nordestina, permanecem em cartaz até o fim deste mês. Também se despedem do público em 31 de agosto as exposições ‘Fábula: Fragmentos do Jardim’, do Coletivo UFPB, que mostra a relação dos artistas com a natureza e a imaginação, e ‘Do Sal ao Barro’, do artista Thiago Müller, que busca memórias afetivas no contexto do Nordeste brasileiro. Visitação até setembro – Quem não puder visitar a Estação Cabo Branco agora, ainda terá a chance de ver outras mostras interinas que continuam até setembro. Entre elas estão: Cores da Cidade, de LQGeor (Orlando Quadros), que utiliza a técnica da pirografia em papel para retratar paisagens urbanas; Corpo de Falésia, da artista Lola Pinto, inspirada nas falésias do litoral paraibano; Komorebi: Luzes no Bosque, de Maria Bonolo, que estuda o fenômeno da luz do sol filtrando por entre as folhas das árvores; Cores Extremas, de Petrônio Bendito, que aborda questões urgentes para a humanidade de forma poética e moderna; Atávica Chama, de Sidney Azevedo, que leva o público a uma imersão nos estados de não-consciência e na imensidão do inconsciente. Obras permanentes – Além das exposições temporárias, a Estação Cabo Branco conta com um acervo permanente que pode ser visitado a qualquer momento. Um dos destaques é a exposição ‘No Reinado do Sol’, uma grande tela de Flávio Tavares que narra a história da cidade de João Pessoa. O local também abriga o ‘Espaço Flávio Tavares’, com outras obras do artista pessoense considerado um dos maiores da atualidade. Outras obras que compõem o acervo permanente são: Mulher: Objeto de repouso, de Abelardo da Hora, com seis esculturas em bronze e concreto que exploram a sensualidade feminina; Mar de Grisi, de Luciano Grisi, com esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos; Sinergia, de Sidney Azevedo, uma escultura de ferro azul que sugere movimento e foi premiada em 2009; Cavalo Marinho, o mural de Wilson Figueiredo e Percy Fragoso, é uma ampliação da xilogravura de José Costa Leite; Vida, de Eulâmpio Neto, uma escultura em argila que representa a geração da vida; Varanda de Rede, de Chico Pereira, uma trama em alusão à renda de bilro, encomendada por Oscar Niemeyer. Horário de funcionamento – A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Av. João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano. O acesso ao local é gratuito.

Exposições em cartaz na Estação Cabo Branco

A Estação Cabo Branco, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, é um espaço que celebra a diversidade artística e cultural, oferecendo aos visitantes uma programação de exposições durante os meses de agosto e setembro. Com uma proposta de promover a arte em suas múltiplas formas, o espaço reúne exposições temporárias e permanentes que refletem a pluralidade da produção artística contemporânea. Exposições Temporárias Feira de Artesanato – Artesãos do AltoAté agosto, a Estação Cabo Branco apresenta a Feira de Artesanato, com peças feitas pelo grupo “artesãos do Alto”. Uma oportunidade para conhecer e adquirir trabalhos exclusivos, que refletem a cultura e as nossas tradições. Fábula: Fragmentos do Jardim – UFPBUma exposição que mistura arte e poesia, convidando o público a refletir sobre a natureza e a relação do ser humano com o ambiente. A Exposição é uma parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Corpo de Falésia – Lola PintoInspirada nas falésias do litoral paraibano, a exposição de Lola Pinto evoca as camadas de terra e explora as paisagens, o corpo e a memória. Cores da Cidade – LQGeor (Orlando Quadros) A exposição traz um olhar sensível para as paisagens urbanas. O artista português LQGeor, retrata a interação entre natureza e cidade: praças, jardins, árvores, céu e nuvens se misturam ao concreto e às formas abstratas, resultando em composições únicas que encantam pela poesia visual. Komorebi: Luzes no Bosque – Maria Bonolo A exposição Komorebi é a primeira individual da artista Maria Bonolo, cuja trajetória inicial em Engenharia de Alimentos foi sendo gradualmente atravessada por um interesse profundo pela pintura e pela relação entre espaço, natureza e luz. Há três anos, Maria desenvolve uma poética pictórica que parte de suas caminhadas por bosques, trilhas e florestas. Inspirada pela palavra japonesa komorebi, que designa o fenômeno da luz do sol filtrando pelas folhas das árvores, sua pesquisa busca capturar a dança efêmera entre luz e sombra em sua beleza transitória. A mostra, que tem curadoria de Walter Arcela, e produção de Diógenes Mendonça, apresenta um conjunto de 14 obras, majoritariamente pinturas, e uma instalação composta por folhas colhidas em suas andanças florestais, funcionando como vestígios do gesto de caminhar e perceber. Panorama da Fotografia da Bahia – Coletivo (nacionalmente premiada) A exposição Panorama da Fotografia da Bahia – Ecologia de Sentidos está em cartaz na Estação Cabo Branco e oferece uma imersão no universo da fotografia baiana contemporânea. Organizada e curada por Marcelo Reis e com apresentação de Bené Fonteles, a mostra conta com uma impressionante coleção de 104 obras, criadas por 26 artistas de 6 cidades diferentes, incluindo Salvador, a capital da Bahia. A exposição é um convite à reflexão sobre a relação entre arte, natureza e memória, com o conceito de “ecologia de sentidos” guiando as produções fotográficas. Ela também integra o Circuito Bolsa Funarte de Artes Visuais Marcantonio Vilaça 2023, um projeto de relevância para a cultura visual do Brasil. Além das imagens impactantes, a mostra inclui uma coleção de 2000 livros e outros materiais, criando um ambiente enriquecedor que estimula o aprendizado e a troca cultural. A exposição já passou por várias cidades, e agora está em João Pessoa, com a próxima parada em Aracaju. Não deixe de conferir essa vibrante fusão de fotografia e reflexão cultural. Cores Extremas – Petrônio Bendito Uma imersão que nos convida a refletir sobre cores, desastres naturais, consciência ecológica e resiliência, tudo no ponto mais oriental das Américas. 🌍💙 De forma sensível e poética, Petrônio aborda questões urgentes do nosso tempo, como meio ambiente, catástrofes climáticas, geopolítica e cura planetária, em uma exposição interativa. Atávica Chama – Sidney Azevedo A exposição apresenta uma retrospectiva de trinta anos da produção do artista Sidney Azevedo. Segundo o Curador, Ucla Luna, a exposição busca trazer o acesso garantido, através da imersão sidneyana nos estados não-ordinários de consciência, à vastidão dos volumes perdidos na biblioteca cósmica de imagens partilhadas pelo inconsciente de nossa espécie desde a Aurora dos tempos; qual sintetiza, tão justa e perfeitamente, os últimos trinta anos de visionarismo da qual sua pintura é estandarte e referência. EXPOSIÇÕES PERMANENTES Horário de Funcionamento A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Av. João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano. O acesso ao local é gratuito.

Estação Cabo Branco abre exposição ‘Saga do Vaqueiro’ a partir desta sexta-feira

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – abre, a partir das 17h desta sexta-feira (7), a exposição ‘Saga do Vaqueiro’, do fotógrafo baiano Lenec Mota. A exposição fotográfica, que busca imortalizar a essência da tradição e da cultura do Sertão nordestino, fica aberta a visitação do público até 7 de junho, no 1º andar na Torre. Cristina Strapação, curadora da exposição, explicou que o trabalho busca levar o público ao imaginário da atividade dos vaqueiros, trabalhadores que moldam o cotidiano sertanejo, numa prática marcada por coragem e resiliência, ameaçada pela modernidade. “Os vaqueiros carregam o peso de uma memória coletiva e de uma ancestralidade que se expressa em seu modo de vestir, falar e lidar com o campo. O projeto foi inspirado pela observação das rápidas mudanças que vêm transformando o Sertão. Novas tecnologias e formas de trabalho começam a substituir práticas seculares, ameaçando a continuidade de saberes transmitidos oralmente e por meio da prática, geração após geração”, afirmou. A exposição ‘Saga do Vaqueiro’ é resultado de um projeto enviado pelo artista visual Leandro Rolim para edital de Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), em 2024. O projeto foi acolhido pela Curadoria de Arte da Estação Cabo Branco. Artista – Lenec Mota, natural de Irecê, Sertão baiano, divide seu tempo trabalhando na Paraíba e na Bahia. Atua nas áreas de fotografia, produção cultural e audiovisual, com experiência em projetos culturais e televisivos. Recentemente, participou dos projetos documentais Semeando o Futuro e Reconhecendo Mestres: Francisco Alves, o Coroné Chico Tripa (2024), ambos na Paraíba. Serviço – A Estação Cabo Branco, localizada no bairro do Altiplano, é administrada pela Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec).O local fica aberto para visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 18h; e sábados e domingos, das 10h às 18h. O acesso é gratuito.

Estação Cabo Branco tem 17 exposições abertas ao público neste mês de fevereiro

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, gerida pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), está com 17 exposições de artistas diversos abertas ao público neste mês de fevereiro, sendo nove interinas e oito permanentes. A Estação, como é popularmente conhecida, tem entrada gratuita e funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos das 10h às 18h. Além de exposições de artes plásticas, o espaço possui um mirante que possibilita a visão de toda a Orla de João Pessoa. O prédio, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 2008, também é uma obra de arte e um dos principais pontos turísticos da Capital. Descaminhos, Imagem e Deriva – A exposição interina é de autoria de Daniel da Hora. As obras retratam o caos do imobiliário de iluminação pública, seus fios e cabos, através de gravuras e pinturas a partir de fotografias. Segundo a curadora da Estação Cabo Branco, Amanda Costa, a série apresenta um conjunto misto de linguagens artísticas e caminhos estéticos diversos, tendo a arte como ponto de partida e de solução para algo que se apresenta desorganizado, caótico e que causa poluição visual. Fluxos AntiNaturais: experimentos em xilogravura – Exposição do Coletivo UFPB. Essa exposição inaugura o espaço expositivo permanente da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) na Torre de Exposições da Estação Ciência. A exposição conta com a explosão criativa de 27 artistas que convida o público a embarcar no universo da gravura. Quando a Gente Chorou Vendo o Sol se pôr – O artista João Peregrino faz uma reflexão sobre afeto e convivência, retratando sua companheira sob diversos ângulos usando várias técnicas de pintura. O trabalho do artista foi feito na maioria em técnica mista, a exemplo do nanquim concentrado, aquarela, pastel seco e costura com linhas coloridas. Pele Exposta – a exposição de Jeorge Paiva conta com mais de 50 obras em cerâmica. O artista faz uma imersão pelas raízes negras e sua própria ancestralidade. As esculturas, com figuras de mulheres negras de pescoços alongados e seios fartos, são moldadas em argila simbolizando a força e a resiliência de um povo. Maresia – A exposição do fotógrafo Deco Cavalcanti, segundo a curadora da Estação Cabo Branco, Amanda Costa, convida o público a mergulhar nas paisagens singulares das praias do Nordeste brasileiro, revelando uma intimidade com a natureza que transcende o olhar superficial e nos transporta para um estado de contemplação profunda. Cada Cabeça um Mundo – As pinturas do artista João Neto são baseadas nos sentimentos inspirados pelas músicas de Jorge Ben Jor. Com as obras o artista busca conduzir o visitante a pensar na sua singularidade, sem esquecer que fazemos parte de um contexto maior, de uma época, uma sociedade. Metamorfose – As obras de Odegine Graça, são inspiradas no livro homônimo de Franz Kafka, publicado em 1915. A exposição convida o público a refletir sobre as complexidades da mudança e da aceitação, explorando a delicada linha entre o humano e o desconhecido. Aquarela Verão – Coletivo de 12 artistas com uma coleção de 26 aquarelas. As aquarelas expostas nesta coletiva, traduzem de forma figurativa ou abstrata a leveza de cada aquarelista e o conhecimento técnico advindos de suas vivências. Do Rio Ao Mar – Grupo Paraibando. A exposição fotográfica faz um passeio poético dos pontos mais importantes da cidade, lugares e edificações que contam a história de João Pessoa. Exposições permanentes No Reinado do Sol – O artista paraibano Flávio Tavares conta, em ricas alegorias, a história da fundação da cidade de João Pessoa e a conquista da Paraíba. Exposto permanentemente no hall do prédio administrativo da Estação, a obra em óleo sobre tela, possui nove metros de comprimento por três de largura. Mar de Grisi – Luciano Grisi. As esculturas do artista são inspiradas em paisagens litorâneas e em seres marinhos, através da técnica chamada Chainsaw shape. Mulher: Objeto de repouso – do escultor e artista plástico Abelardo da Hora. São seis esculturas em bronze e concreto que exploram a sensualidade feminina, espalhadas nos jardins e no espelho d’água da Estação. Vida – Eulâmpio Neto. Escultura concebida em argila, recebendo fôrmas de gesso e concreto armado. Representa a geração da vida, através da figura feminina. Eulâmpio doou a escultura “Vida” para a Estação Ciência em 2011. Sinergia – A obra do artista Sidney Azevedo foi premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009. A escultura de ferro, pintada em azul, sugerindo movimento, esta instalada no gramado da Estação Ciência. Guardiã da Cidade – Evanice Santos. Escultura em gesso e fibra de vidro, no formato de uma guardiã. Mural “Cavalo Marinho” – de Wilson Figueiredo e Percy Fragoso. Ampliação da xilogravura de mesmo nome (17,50m x 3,50m), feita por José Costa Leite, no estilo de capas de cordéis na fachada oeste do auditório da Estação Ciência. Varanda de Rede – Chico Pereira. Encomendado por Oscar Niemeyer. Trata-se de um painel de cobogós que compõe a parede na Sala de Práticas Educacionais, da Estação, desenhando uma trama em alusão à renda de bilro. Estação Ciência – foi projetada e inaugurada no dia 3 de julho de 2008 por Oscar Niemeyer, considerado um dos grandes arquitetos do mundo, passando a ser um dos principais pontos turísticos e cartão postal da cidade de João Pessoa. Possui anfiteatro, torre mirante, salas para convenções com 200 lugares, além de diversos espaços para exposições de arte. A Estação foi criada com a missão de levar cultura, arte, ciência e tecnologia à população gratuitamente. O espaço é administrado pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec). Serviço Terça à sexta-feira: das 9h às 18h; Sábado e domingo: das 10h às 18 h. Acesso gratuito.

Estação Cabo Branco oferece ao público diferentes experiências e contabiliza quase 13 mil visitantes em 2024

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – realizou cursos de teatro, dança, encontro de carros antigos e exposições de diferentes artistas ao longo deste ano. Administrado pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), o centro cultural, que fica localizado no Altiplano, recebeu 12.763 visitantes em 2024. “Estamos bastante felizes com o momento que a Estação Cabo Branco vem vivendo. Desde 2018 a Torre voltou a ter várias exposições, proporcionando arte para a população e para os turistas que visitam a nossa cidade”, comenta o diretor geral do espaço, Olié Martins. Quem visita a Estação Cabo Branco é convidado a imergir em diferentes exposições. No trabalho “Descaminhos | Imagem e Deriva”, do professor, curador e pesquisador em Artes Visuais, Daniel da Hora, por exemplo, o público completa a desordem dos fios de iluminação pública presente nos centros urbanos. “Este caos me fez refletir esteticamente sobre ele e sublimá-lo, me dando as bases que eu precisava para expurgar essa minha ojeriza pelo aspecto mal acabado dos postes e instalações elétricas”, comenta Daniel da Hora. O trabalho ainda está em exposição na Estação Cabo Branco. Outro trabalho relevante exposto este ano no centro cultural foi a “Exposição Nacional de Aquarela”, que reuniu obras de 18 artistas renomados, incluindo os internacionais Goyo Barja (Argentina) e Zahra Hanze (Turquia). Unindo técnica e emoção, as aquarelas expostas traziam a sobreposição de cores para revelar novas tonalidades e nuances, convidando o espectador a observar a leveza, a transparência e o brilho da cor. A “Exposição Nacional de Aquarela” ofereceu ao público uma oportunidade única para apreciar a maestria de grandes nomes da aquarela brasileira e internacional, além de celebrar a arte como expressão da alma humana. Além de atrair visitantes para as exposições, muitas pessoas vão à Estação Cabo Branco para conhecer a estrutura projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer ou contemplar a vista da Capital paraibana do terraço panorâmico da torre principal. Foi isso que levou o maquinista de metrô Oseas Pedrosa, da cidade de Recife, a visitar o espaço. “Trouxe meus pais, Adaleia e Maximiano, para passear em João Pessoa, aproveitamos para subir no terraço para apreciar a vista. O espaço aqui é muito legal. Por ser aberto, ventilado, proporciona um passeio agradável”, conta. Serviço – Funcionamento Estação Cabo Branco De terça a sexta-feira – das 9h às 18h Sábados e domingos – das 10h às 18h Acesso – gratuito

Estação Cabo Branco tem quatro exposições abertas ao público neste mês de junho

Quatro exposições estão abertas ao público neste mês de junho na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, em João Pessoa – Mostra Nacional de Aquarela, mostra individual do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte, e ‘Todas as Cores’, da paraibana Emanuela Lucena, além do Acervo Permanente do artista Flávio Tavares. Visitação gratuita, agora de terça-feira à domingo, no bairro Altiplano. Exposição Nacional de Aquarela – Técnica na qual os pigmentos tomam forma quando dissolvidos na água. A exposição Nacional de Aquarela é uma boa chance para conhecer melhor a técnica vendo de pertoo trabalho de18 artistas renomados de vários locais do País e dois aquarelistas do exterior – Goyo Barja, da Argentina, e Zahra Hanze, da Turquia. Artistas que também participam da mostra: José Amarante; Belkiss Nogueira; Ivani Ranieri; Jonathan Guedes; Lilian Arbex; Luiz Neto; Marta Spier; Neuza Petti; Rosane Pertile; Roseli Martello; Silvana Pohl; Sílvia Raso; Sueli Martini; Tadeu Banfi e Teresa Elias. Mostra individual – A exposição individual de aquarela do artista Luiz Neto, do Rio Grande do Norte (RN), reúne 14 obras inspirada na beleza da Região Nordeste do Brasil, especialmente da Paraíba, Rio Grande do Norte e da Bahia, explorando a temática do mar – ondas, barcos, faróis, e da religiosidade do povo nordestino. Seu trabalho tem reconhecimento internacional, já tendo participado de festivais e bienais de aquarela na Itália, Emirados Árabes, Paquistão, Turquia, Hungria, Honduras, México, Alexandria, Índia, Bolívia, Portugal e vários estados do Brasil. ‘Todas as Cores’ – A exposição marca a estreia da artista plástica Emanuela Lucena, natural de Guarabira. A artista explora temas como desmatamento, seca, desigualdade social e preconceito em 13 obras em acrílico sobre tela na arte Naif. Flávio Tavares – A Estação Cabo Branco conta também com obras do “Acervo Permanente” do artista Flávio Tavares, que é natural de João Pessoa e já participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Ele é autor do painel ‘O Reinado do Sol’, exposto na entrada da Estação Cabo Branco, em óleo sobre tela e que traz parte da história da fundação da cidade de João Pessoa, a conquista da Paraíba e sua identidade cultural. Mostras permanentes – Os amantes da arte podem apreciar, além das quatro exposições, as mostras permanentes: ‘Obra Vida’ (Eulâmpio Neto); as obras de Abelardo da Hora; ‘O Mar de Grisi’ (Luciano Grisi) e ‘No Reinado do Sol’ (Flávio Tavares).   Julho – Já para o mês de julho a Estação conta com três eventos programados – a ‘Estação Criança’, no dia 6; e ‘Encontro de Carros Antigos’, no dia 20 de julho. Para encerrar, no dia 27, haverá a Sinfonia ao Pôr do sol. Serviço  Local – Estação Cabo Branco (Av. João Cirilo – Altiplano Cabo Branco).  Visitação – Terça a sexta: 9h às 18h e sábado e domingo: 10h às 18h (segunda-feira – fechado).Acesso – gratuito